23/08/2010

Pecados cometidos em campanhas online

Ao longo de nossa caminhada viemos acompanhando ações de marketing que nos remetem a idéias de ações “jogadas” e pouco persuasivas para o consumidor. A internet deixou de ser um cenário para amadores que acham que sabem fazer as coisas, mas contextualizando na realidade do mercado, hoje se qualquer empresa precisar de uma mídia digital para uma determinada campanha, encontramos, facilmente, vários profissionais para executar a ação, mas, no caso de essa empresa necessitar de um trabalho envolvendo planejamento, pesquisa, entendimento do negócio com uma visão ampla e não somente do ponto de vista da execução, que é extremamente limitada por falta de conhecimento técnico, encontram-se poucos profissionais capacitados.A constante mudança no mercado, a alta e acirrada competitividade entre os concorrentes, a exigência dos consumidores por produtos/serviços de maior qualidade, requer profissionais capacitados que saibam planejar para criar oportunidades de negócio, fazendo, assim, o marketing digital acontecer. Nesse sentido, é necessário conhecer o ambiente em que se está inserido, ou seja, o mercado (marketing) para determinar qual é o melhor caminho para o sucesso da ação.

E, nesse caminho para o sucesso, é preciso ter em mente algumas coisas – pecados – que ainda são bastante comuns. Elaborei um guia com 10 pecados que muitas agências off-line ainda cometem quando aventuram-se no meio digital: Leia o resto desse post »

Publicado por Carol - Comercial às 14h03

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17/08/2010

Cresce participação da classe C no e-commerce

O aumento da renda e do crédito fazem crescer a participação da classe C no comércio virtual. De acordo com os dados divulgados pela consultoria e-bit, que reúne informações sobre e-commerce no Brasil, mostram que 60% dos novos consumidores possuem renda familiar de até R$ 3 mil.No primeiro semestre, a consultoria registrou a entrada de 2,4 milhões de consumidores para o mundo das compras virtuais. Esse adicional fez a base dos clientes que já fizeram ao menos uma aquisição pela internet chegar a 20 milhões de pessoas.

Segundo o diretor do e-bit, Alexandre Umberti, a classe C já representa cerca de 30% desse total. A previsão para o final do ano é que mais 3 milhões de pessoas entrem para o mercado virtual, o que significará um aumento de 30% na base total de consumidores virtuais no Brasil.

Segundo Umberti, a frequência de aquisições na classe C no consumo virtual é baixa, não ultrapassa duas compras ao ano. Entretanto, os pedidos são feitos depois de uma extensa apuração de preços e têm valor elevado. “A classe C entra comprando eletrodomésticos na internet”, aponta.
No semestre, pesou a redução de IPI (Imposto sobre Produto Industrializado) para a linha branca, que ajudou a impulsionar o faturamento do comércio eletrônico para R$ 6,7 bilhões, com crescimento de 40% em relação ao mesmo período de 2009.

A concorrência entre as lojas no ambiente virtual pode ter levado esse consumidor para a internet. A consultoria aponta que a variação de preços entre as marcas chega até 30% para um mesmo produto.

CONFIANÇA

A credibilidade do ambiente virtual como plataforma de negócios contribui para o crescimento das vendas. O índice de confiança do brasileiro com relação às compras on-line são superiores aos registrado nos Estados Unidos, referência para comércio eletrônico. O indicador medido pelo e-bitz com base em dez variáveis, como entrega e confiabilidade de pagamento, ficou em 86% em junho.

(Fonte: O Pé de Feijão)

Publicado por Carol - Comercial às 13h38

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11/08/2010

Comércio eletrônico fatura R$ 6,7 bilhões no primeiro semestre

O setor de comércio eletrônico faturou R$ 6,7 bilhões nos seis primeiros meses deste ano. A alta é de 40% na comparação com o mesmo período de 2009, quando a receita foi de R$ 4,8 bilhões. Os dados foram divulgados nesta terça-feira pela e-bit em parceria com a Câmara Brasileira de Comércio Eletrônico (camara-e.net).A retomada do crédito ao consumidor e a maior confiança em realizar compras virtuais são fatores que vêm fortalecendo as vendas online. A entrada de novos sites de compras e a fusão de grandes grupos de varejo também contribuíram para alavancar as cifras do setor.

Além disso, as oportunidades geradas pela Copa do Mundo também alavancaram as vendas pela internet. Segundo Pedro Guasti, diretor geral da e-bit, o evento gerou compras com maior valor agregado, como, por exemplo, televisor de tela plana.

O gasto médio das compras online foi de R$ 379. Livros, assinaturas de jornais e revista lideram o ranking em vendas. Eletrodomésticos, produtos de saúde, beleza e medicamento, informática e eletrônicos seguem entre os itens mais procurados pelos consumidores.

O setor está caminhando para um recorde no faturamento, já que a segunda metade do ano é mais relevante e pode representar até 55% do faturamento total do canal. Nos próximos seis meses, o setor espera que as lojas virtuais alcancem R$ 7,6 bilhões em vendas

De acordo com a e-bit, o faturamento deve chegar a R$ 14,3 bilhões no final de 2010, o que representaria um crescimento nominal de 35% se comparado ao resultado de 2009, quando o setor faturou cerca de R$ 10,6 bilhões.

Este ano, o número de pessoas que utilizaram pelo menos uma vez a internet para fazer compras deve chegar a 23 milhões. Na última copa, quatro anos atrás, esse número era de aproximadamente seis milhões.

(Fonte: IG Economia)

Publicado por Carol - Comercial às 11h37

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09/08/2010

A evolução do banner na internet

Há 17 anos, surgia o banner clicável como conhecemos hoje. Em 1993 foi lançado o Mosaic, primeiro navegador que exibia gráficos misturados com textos nas páginas web, que abriu as portas para a expansão da internet e também inaugurou uma indústria que só no ano passado movimentou mais de 950 milhões de reais no Brasil, de acordo com o estudo do Projeto Inter-Meios.

O primeiro banner da internet foi vendido para uma empresa jurídica de Silicon Valley, no estado americano da Califórnia. Hoje a empresa não existe mais, mas o formato utilizado naquele banner, curiosamente, se tornou o mais tradicional da web e ainda é um dos mais usados nos dias de hoje, conhecido como full banner.

Logo surgiram diferentes formatos e modelos de comercialização, e sites com maior audiência buscavam receita na venda desses espaços, na medida em que os anunciantes aderiam à web como uma nova mídia de divulgação de seus produtos.

Em 2000, um portal com grande tráfego como o AOL.COM já comercializava em torno de 16 formatos de banners para serem veiculados em até 14 páginas distintas do site.

Mas, considerando a baixa velocidade de conexão da época e evitando maiores esperas no carregamento das páginas, o portal, como todos os demais, exigia que os banners fossem desenvolvidos de forma simples e com poucos kbytes de peso.

Nos anos seguintes, o crescimento da banda larga avança e surgem tecnologias como o Flash, permitindo animações e formatos diferenciados que começam aos poucos a ser comercializados, como os banners expansíveis – onde internautas passam o mouse e eles aumentam de tamanho -, os banners que “flutuam” pela página e outras soluções na briga pelos cliques do usuário.

E com a contínua popularização do acesso rápido, a internet vem se mostrando também como um meio viável e adequado para comunicação em vídeo e jornais, provedores e sites de conteúdo gerados por usuários adotam esse recurso. Em 2009, 68% dos usuários ativos no Brasil navegaram em sites de vídeo, segundo pesquisa do Ibope Nielsen.

Essa demanda impulsiona um novo formato de banner, agora conhecido como videobanner, que incorpora vídeo e que é acionado pelo usuário, por meio do clique ou com o passar do mouse. Com mensagens de curta duração, o videobanner se mostra uma nova forma bastante eficaz de comunicação entre o anunciante e seu público, por conta da maior interatividade que traz na relação com o internauta.

Do primeiro modelo aos novos formatos com vídeo em alta definição, o banner é um dos elementos mais tradicionais da internet. Deve se adequar às novas tecnologias, novos espaços e principalmente aos novos costumes da audiência para continuar sendo uma mídia eficaz, para o anunciante, e atraente à disputada atenção do usuário.

Estamos na era da interatividade, onde mais e mais usuários buscam recursos diferenciados para se fidelizarem às marcas. O videobanner está ganhando considerável espaço para chamar a atenção dos internautas e, diante desse cenário, investir em formatos de mídia que estão no auge da inovação é uma estratégia fundamental tanto para branding como para aumento da probabilidade da venda.

(Fonte: iMasters)

Publicado por Carol - Comercial às 11h31

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06/08/2010

Publicidade online mundial pode dobrar até 2014

A publicidade digital voltará a crescer dois dígitos em 2010 no mundo, atingindo um total de US$ 61,8 bilhões, segundo dados da eMarketer. No ano passado, por conta da crise financeira, o mercado subiu apenas 2%, para US$ 55,2 bilhões, o que foi considerado um bom resultado na comparação com outras mídias.

Com a retomada, a expectativa é de que os próximos anos sigam na mesma toada. Com isso, o mercado atingiria US$ 96,8 bilhões por volta de 2014, com alta média de 12% ao ano. A tendência é que o share da publicidade online atinja 17% do bolo nesta ocasião, contra os 12% de 2009.

“Os anunciantes estão vendo o online como uma mídia mais efetiva e mensurável, e onde as pessoas passam mais e mais tempo”, afirmou em comunicado citado pelo Adweek o analista do eMarketer Jared Jenks.

(Fonte: M&M Online)

Publicado por admin às 11h56

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04/08/2010

E-Commerce: Uma Oportunidade de Negócio que Não Para de Crescer

As vendas pela internet  estão fazendo a cabeça do brasileiro. Aliam comodidade, agilidade e conforto, além da facilidade de pesquisar preços e decidir pela compra em poucos cliques. Em 2009 esse mercado movimentou cerca de R$ 2 bilhões e a estimativa é que esse número cresça até 30% em 2010. Datas comemorativas como o Dia das Mães, Natal, Dia dos Namorados e dos Pais alcançam picos de vendas e batem recordes anualmente.

Na opinião de Gerson Rolin, diretor executivo da Câmara Brasileira de Comércio Eletrônico, um pequeno empresário não corre o risco de falir se não tiver um braço para vender na internet, mas estará perdendo uma grande oportunidade de aumentar suas vendas. A dica do diretor ao pequeno e médio empresário é apostar no atendimento aos nichos de mercado. “O pequeno tem essa vantagem, pois consegue entregar um produto personalizado com um preço adequado”, explica. Demanda que grandes empresas muitas vezes não possui flexibilidade para atender. É o que chamamos de nicho de mercado.

Se você está interessado em abrir uma loja virtual ou qualquer tipo de site de vendas pela Internet mas não sabe por onde começar saiba que existem quatro pilares fundamentais para estruturar a sua operação:

  • Identificar que tipo de plataforma de e-commerce – software – mais se adequa ao seu negócio;
  • Definir um plano de ferramentas de web marketing a serem utilizadas, bem como reservar um orçamento específico para esta ação;
  • Estabelecer uma logística adequada para a entrega dos produtos;
  • Ter um sistema de compra por cartão de crédito, uma vez que no Brasil 80% das vendas são feitas por cartão de crédito. Leia o resto desse post »

Publicado por Carol - Comercial às 09h44

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02/08/2010

Engajamento: a influência do poder das marcas em campanhas on-line

2010 é um ano histórico para a publicidade mundial. Dados recentes mostram que a internet banda larga móvel já supera a banda larga fixa. Isso quer dizer que as pessoas estão conectadas quase que o tempo todo. Essa conexão se dá entre pessoas, marcas, produtos, entre outros em qualquer hora, em qualquer lugar.Com isso, as marcas se vêem obrigadas a estar mais próximas do consumidor. Do consumidor? Não. Das pessoas. As marcas estão enxergando que devem tratar consumidores como pessoas ou nada feito. Essas pessoas se tornaram micro-segmentos, divididas por interesses, formando comunidades em torno de algo comum. É aí que as marcas estão tentando usar seu poder para influenciar as pessoas e fazer com que elas se engajem por eles. Engajamento agora é palavra de ordem.

De acordo com o dicionário, o verbo engajar significa pôr-se ao serviço de uma ideia, de uma causa ou de uma coisa. No nosso caso, de marcas.

Quando falo de marca, não falo somente de sinal, letras ou emblema aposto para determinar a propriedade de alguma coisa, mas também de pessoas, que representam ideais e podem ser relacionadas a marcas. Como podemos dizer que pessoas como Xuxa, Pelé, Silvio Santos não são marcas? Existem até mesmo marcas póstumas, como Ayrton Senna, Michael Jackson, The Beatles etc.

Marcas e produtos/serviços deixaram de se preocupar apenas em vender e agora almejam o relacionamento com os consumidores, quase que de forma pessoal. E, em contrapartida, os consumidores se sentem mais próximos das marcas. As mídias sociais vêm dando poder ao consumidor, que se sente parte da marca e acabam influenciando outros consumidores. É a marca criando relacionamento ao invés de “invadir”. Leia o resto desse post »

Publicado por Carol - Comercial às 11h54

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27/07/2010

Grandes Redes Focam No E-Commerce

Uma das maiores do segmento de vestuário no Brasil, a Lojas Marisa, é uma das redes interessadas em impulsionar as vendas pela internet, porque, desde que adotou nova plataforma, em abril deste ano, observa resultados interessantes, tanto que hoje a loja virtual da empresa explora estratégias no meio eletrônico como campanhas de links patrocinados, sites de comparação de preço, disparos de e-mail marketing e perfis em redes sociais.A empresa é uma das que atuam no varejo e miram abocanhar um contingente de futuros ciberconsumidores de olho na ampliação de suas vendas por meio do comércio eletrônico (e-commerce), interessadas nos 66,3 milhões de brasileiros usuários de internet, dos quais 40 milhões efetuam suas transações bancárias pela rede e, destes, apenas 17,6 milhões fazem compras on-line – segundo estudo do site Blindado S.A.

A razão desse buraco no e-commerce, segundo o estudo, realizado com 4 mil internautas de 18 a 40 anos, em 30% das situações, o fator segurança é o que inibe o consumidor a comprar pela internet, seguido pelo medo de não receber o produto (18%) e por possíveis problemas com troca de mercadoria (16%).

Diante desse quadro, empresas de e-commerce buscam implementar soluções tecnológicas e de marketing que fortaleçam o relacionamento com o cliente e aumentem a segurança da prática de compras on-line, garantindo transparência a cada etapa da venda e do pós-venda.

A multinacional Zappos.com, recém-adquirida pela gigante varejista on-line Amazon.com por US$ 847 milhões, foi dona de um faturamento de US$ 1 bilhão em 2008 e hoje, 75% de suas vendas são feitas por e-consumidores que já fizeram alguma compra anteriormente, ou seja, fidelizaram o site como canal de compras. Leia o resto desse post »

Publicado por Carol - Comercial às 11h22

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23/07/2010

Links Patrocinados garantem mais lucro no marketing digital

Para cada vez mais gente, a internet hoje virou sinônimo de negócios bem sucedidos. Empresários, donos de marcas e fornecedores de serviços estão entrando na rede para investir pesado e garantir o retorno deste novo nicho de mercado.

Os investimentos são fortes. Buscando maior visibilidade, as empresas apostam em técnicas do marketing digital. Os links patrocinados, por exemplo, são uma das grandes fontes de sucesso entre os empresários digitais.

É o caso da Finamac, retratada em reportagem da revista Pequenas Empresas Grandes Negócios. A fábrica de máquinas de sorvete começou com o investimento leve de mil reais por mês no serviço. Após alguns tropeços na configuração da campanha, a empresa passou a acertar o caminho dos lucros.

Quanto mais investia, a Finamac recebia mais e-mails e visitas em seu site vindas dos links patrocinados. Através da estratégia, ampliou seus negócios e hoje fatura alto, inclusive negociando seus produtos com o exterior.

Casos como esse são cada vez mais freqüentes. A concorrência no entanto é um ponto alto deste ramo, que exige cada vez mais que cada novo anunciante no mercado tenha ao seu lado uma empresa especializada para cuidar desta tarefa.

(Fonte: Publiweb)

Publicado por admin às 11h41

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21/07/2010

7 Dicas Para Usar Mídias Sociais

Veja as estratégias para garantir que você adote soluções do tipo de forma consciente e forte. O mercado corporativo começa a usar redes sociais de forma estratégica, conforme reportagem de Computerworld, mas muitos executivos ainda têm dúvidas sobre como gerenciar bem essas ferramentas de comunicação. A utilização mais forte de Twitter, Facebook  e outras ferramentas de mídia social é apontada pela consultoria Gartner como uma das principais tendências para o mercado de tecnologia da informação em 2010.

Na avaliação da empresa que desenvolve soluções colaborativas online Direct Labs, este será o ano da profissionalização do uso dessas tecnologias. O consultor de mídias sociais da Direct Labs, Diego Monteiro, diz que muitas empresas agem por impulso na hora de aderir ao uso de ferramentas de web 2.0 e acabam cometendo erros que podem comprometer sua marca. Confira sete dicas preparadas pelo especialista a respeito do uso eficiente de redes sociais pelas corporações.

1- Comece monitorando sua marca:

O primeiro passo, e também o mais fácil, é a criação de um monitoramento simples para entender o que estão falando sobre você, sua marca e/ou produtos nas mídias sociais. Essa estratégia pode trazer informações imprescindíveis para você entender qual é o status da sua marca na web. A partir daí, você pode pensar em ações adequadas para atuar nas mídias sociais.

2- Defina sua equipe:

Como o trabalho manual não é dispensável, é necessário ter muito bem definido quem na equipe atuará com mídias sociais. Em geral, esse trabalho é destinado a profissionais de marketing e comunicação que entendam muito bem do seu negócio, que tenham disposição para falar pela empresa, sejam usuários das principais redes sociais e estejam sempre conectados. Leia o resto desse post »

Publicado por Carol - Comercial às 09h44

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