E, nesse caminho para o sucesso, é preciso ter em mente algumas coisas – pecados – que ainda são bastante comuns. Elaborei um guia com 10 pecados que muitas agências off-line ainda cometem quando aventuram-se no meio digital: (mais…)
Arquivo de agosto de 2010
23/08/2010
Pecados cometidos em campanhas online
Publicado por Carol - Comercial às 14h03
17/08/2010
Cresce participação da classe C no e-commerce

Segundo o diretor do e-bit, Alexandre Umberti, a classe C já representa cerca de 30% desse total. A previsão para o final do ano é que mais 3 milhões de pessoas entrem para o mercado virtual, o que significará um aumento de 30% na base total de consumidores virtuais no Brasil.
Segundo Umberti, a frequência de aquisições na classe C no consumo virtual é baixa, não ultrapassa duas compras ao ano. Entretanto, os pedidos são feitos depois de uma extensa apuração de preços e têm valor elevado. “A classe C entra comprando eletrodomésticos na internet”, aponta.
No semestre, pesou a redução de IPI (Imposto sobre Produto Industrializado) para a linha branca, que ajudou a impulsionar o faturamento do comércio eletrônico para R$ 6,7 bilhões, com crescimento de 40% em relação ao mesmo período de 2009.
A concorrência entre as lojas no ambiente virtual pode ter levado esse consumidor para a internet. A consultoria aponta que a variação de preços entre as marcas chega até 30% para um mesmo produto.
CONFIANÇA
A credibilidade do ambiente virtual como plataforma de negócios contribui para o crescimento das vendas. O índice de confiança do brasileiro com relação às compras on-line são superiores aos registrado nos Estados Unidos, referência para comércio eletrônico. O indicador medido pelo e-bitz com base em dez variáveis, como entrega e confiabilidade de pagamento, ficou em 86% em junho.
(Fonte: O Pé de Feijão)
Publicado por Carol - Comercial às 13h38
11/08/2010
Comércio eletrônico fatura R$ 6,7 bilhões no primeiro semestre
Além disso, as oportunidades geradas pela Copa do Mundo também alavancaram as vendas pela internet. Segundo Pedro Guasti, diretor geral da e-bit, o evento gerou compras com maior valor agregado, como, por exemplo, televisor de tela plana.
O gasto médio das compras online foi de R$ 379. Livros, assinaturas de jornais e revista lideram o ranking em vendas. Eletrodomésticos, produtos de saúde, beleza e medicamento, informática e eletrônicos seguem entre os itens mais procurados pelos consumidores.
O setor está caminhando para um recorde no faturamento, já que a segunda metade do ano é mais relevante e pode representar até 55% do faturamento total do canal. Nos próximos seis meses, o setor espera que as lojas virtuais alcancem R$ 7,6 bilhões em vendas
De acordo com a e-bit, o faturamento deve chegar a R$ 14,3 bilhões no final de 2010, o que representaria um crescimento nominal de 35% se comparado ao resultado de 2009, quando o setor faturou cerca de R$ 10,6 bilhões.
Este ano, o número de pessoas que utilizaram pelo menos uma vez a internet para fazer compras deve chegar a 23 milhões. Na última copa, quatro anos atrás, esse número era de aproximadamente seis milhões.
(Fonte: IG Economia)
Publicado por Carol - Comercial às 11h37
06/08/2010
Publicidade online mundial pode dobrar até 2014
Com a retomada, a expectativa é de que os próximos anos sigam na mesma toada. Com isso, o mercado atingiria US$ 96,8 bilhões por volta de 2014, com alta média de 12% ao ano. A tendência é que o share da publicidade online atinja 17% do bolo nesta ocasião, contra os 12% de 2009.
“Os anunciantes estão vendo o online como uma mídia mais efetiva e mensurável, e onde as pessoas passam mais e mais tempo”, afirmou em comunicado citado pelo Adweek o analista do eMarketer Jared Jenks.
(Fonte: M&M Online)
Publicado por admin às 11h56
04/08/2010
E-Commerce: Uma Oportunidade de Negócio que Não Para de Crescer
As vendas pela internet estão fazendo a cabeça do brasileiro. Aliam comodidade, agilidade e conforto, além da facilidade de pesquisar preços e decidir pela compra em poucos cliques. Em 2009 esse mercado movimentou cerca de R$ 2 bilhões e a estimativa é que esse número cresça até 30% em 2010. Datas comemorativas como o Dia das Mães, Natal, Dia dos Namorados e dos Pais alcançam picos de vendas e batem recordes anualmente.
Na opinião de Gerson Rolin, diretor executivo da Câmara Brasileira de Comércio Eletrônico, um pequeno empresário não corre o risco de falir se não tiver um braço para vender na internet, mas estará perdendo uma grande oportunidade de aumentar suas vendas. A dica do diretor ao pequeno e médio empresário é apostar no atendimento aos nichos de mercado. “O pequeno tem essa vantagem, pois consegue entregar um produto personalizado com um preço adequado”, explica. Demanda que grandes empresas muitas vezes não possui flexibilidade para atender. É o que chamamos de nicho de mercado.
Se você está interessado em abrir uma loja virtual ou qualquer tipo de site de vendas pela Internet mas não sabe por onde começar saiba que existem quatro pilares fundamentais para estruturar a sua operação:
- Identificar que tipo de plataforma de e-commerce – software – mais se adequa ao seu negócio;
- Definir um plano de ferramentas de web marketing a serem utilizadas, bem como reservar um orçamento específico para esta ação;
- Estabelecer uma logística adequada para a entrega dos produtos;
- Ter um sistema de compra por cartão de crédito, uma vez que no Brasil 80% das vendas são feitas por cartão de crédito. (mais…)
Publicado por Carol - Comercial às 09h44
02/08/2010
Engajamento: a influência do poder das marcas em campanhas on-line
De acordo com o dicionário, o verbo engajar significa pôr-se ao serviço de uma ideia, de uma causa ou de uma coisa. No nosso caso, de marcas.
Quando falo de marca, não falo somente de sinal, letras ou emblema aposto para determinar a propriedade de alguma coisa, mas também de pessoas, que representam ideais e podem ser relacionadas a marcas. Como podemos dizer que pessoas como Xuxa, Pelé, Silvio Santos não são marcas? Existem até mesmo marcas póstumas, como Ayrton Senna, Michael Jackson, The Beatles etc.
Marcas e produtos/serviços deixaram de se preocupar apenas em vender e agora almejam o relacionamento com os consumidores, quase que de forma pessoal. E, em contrapartida, os consumidores se sentem mais próximos das marcas. As mídias sociais vêm dando poder ao consumidor, que se sente parte da marca e acabam influenciando outros consumidores. É a marca criando relacionamento ao invés de “invadir”. (mais…)
Publicado por Carol - Comercial às 11h54


