Além disso, as oportunidades geradas pela Copa do Mundo também alavancaram as vendas pela internet. Segundo Pedro Guasti, diretor geral da e-bit, o evento gerou compras com maior valor agregado, como, por exemplo, televisor de tela plana.
O gasto médio das compras online foi de R$ 379. Livros, assinaturas de jornais e revista lideram o ranking em vendas. Eletrodomésticos, produtos de saúde, beleza e medicamento, informática e eletrônicos seguem entre os itens mais procurados pelos consumidores.
O setor está caminhando para um recorde no faturamento, já que a segunda metade do ano é mais relevante e pode representar até 55% do faturamento total do canal. Nos próximos seis meses, o setor espera que as lojas virtuais alcancem R$ 7,6 bilhões em vendas
De acordo com a e-bit, o faturamento deve chegar a R$ 14,3 bilhões no final de 2010, o que representaria um crescimento nominal de 35% se comparado ao resultado de 2009, quando o setor faturou cerca de R$ 10,6 bilhões.
Este ano, o número de pessoas que utilizaram pelo menos uma vez a internet para fazer compras deve chegar a 23 milhões. Na última copa, quatro anos atrás, esse número era de aproximadamente seis milhões.
(Fonte: IG Economia)


