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05/03/2012

Comércio eletrônico deve crescer 25% em 2012

O comércio online não para de crescer. No ano passado, as vendas pela internet movimentaram R$ 18,7 bilhões, com crescimento de 26% em relação a 2010, segundo a e-bit. Para 2012, a projeção é de crescer mais 25.

No ano passado, 32 milhões de consumidores fecharam negócios nos sites de comércio eletrônico cadastrados no e-bit. Em 2010, tinham sido 23 milhões.

O valor médio das transações também diminuiu no último ano. Em 2011, foram gastos, em média R$ 350 por transação, ante R$ 370 no ano anterior. A tendência, segundo os estudos, é que os tíquetes médios caiam mais, devido à entrada da classe C no mercado. Estes consumidores buscam o menor preço – e isso fica mais importante. No primeiro semestre de 2011, a classe C representava 61% dos novos consumidores online.

Outros fatores que contribuíram para reduzir os preços na internet foi o crescimento das compras coletivas e a realização de promoções em bloco, como o Black Friday e Boxing Day. Para completar (e isso todos que atuam no mercado sabem por experiência própria) há uma grande concorrência, o que força os preços para baixo.

Além de achatar preços, a entrada da classe C mudou o ranking dos produtos mais vendidos pela internet. Em 2007, por exemplo, o produto mais vendido era livro, seguido por itens de informática, eletrônicos e produtos de saúde e beleza. Em 2011, os eletrodomésticos lideraram o ranking, seguidos pelo grupo informática.

Com informações do e-bit.

(Fonte: PagSeguro)

Publicado por Carol - Comercial às 10h34

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08/11/2011

Com Natal, inflação no comércio eletrônico aumenta

Da segunda quinzena de setembro à primeira quinzena de outubro, os preços nos sites de e-commerce apresentaram inflação de 0,7%, segundo o índice e-flation, desenvolvido pelo Provar/FIA, em parceria com a Felisoni Consultores Associados.

Nos dois períodos anteriores, houve deflação de 1,1%. “Por conta da proximidade do Natal, já notamos aumento nos preços, tanto no comércio eletrônico como em lojas físicas. Com isso, a tendência é que, até o final do ano, continuará sendo constatada inflação sazonal em diversas categorias”, diz Cláudio Felisoni, presidente do conselho do Provar/FIA.

Seis categorias apresentaram inflação: brinquedos (0,2%), eletroeletrônicos (0,7%), perfumes e cosméticos (1,3%), livros (1,6%), linha branca (2,2%) e cine e foto (2,5%).

As categorias que registraram deflação no mês foram: telefonia e celulares (2,9%), CDs e DVDs (1,6%), medicamentos (0,4%), eletroportáteis (0,2%) e informática (0,1%).

(Fonte: Blog do PagSeguro)

Publicado por Carol - Comercial às 10h50

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03/10/2011

Comércio eletrônico brasileiro vai faturar R$ 18,7 bi em 2011

O comércio eletrônico deve faturar este ano R$ 18,7 bilhões, ante os R$ 14,8 bilhões registrados em 2010. A estimativa é da Empresa de Inteligência e Comércio Eletrônico (Ebit), que divulgou um levantamento sobre o segmento durante evento promovido pela Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de São Paulo (Fecomercio), em São Paulo.
Segundo o levantamento, os eletrodomésticos lideraram as vendas na internet, no primeiro semestre deste ano, seguido por produtos de informática, saúde, beleza e medicamentos, livros e assinaturas de jornais e revistas e eletrônicos.
De acordo com os dados, o Brasil é o quinto país com maior número de usuários de internet (80 milhões), com 27 milhões de consumidores eletrônicos. Este ano, 4 milhões de pessoas fizeram sua primeira compra online, sendo que 61% pertenciam a classe C.
A pesquisa mostrou ainda que durante o ano passado a satisfação com o serviço prestado pelas lojas virtuais ficou em perto dos 90%, caindo em dezembro, período em que a satisfação ficou em 84%.
O diretor de e-Commerce do Walmart Brasil, Flávio Dias, atribuiu essa queda da satisfação ao atraso para as entregas das compras de Natal, acarretados pela falta de planejamento das empresas que desprezaram o aumento da demanda no período que exige mais capacidade de manuseio, espaço para armazenamento e eficácia no transporte. “Sem capacidade de armazenagem o centro de distribuição fica abarrotado de mercadorias, o que torna o trabalho menos produtivo. Isso deve ter acontecido em alguns casos no ano passado”.
Ele atribuiu os atrasos também à obrigatoriedade da nota fiscal eletrônica e ao fato de que algumas empresas deixaram sua implementação para a última hora, além da cobrança de Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS) adicional em alguns estados. “O processo da nota fiscal eletrônica não é simples e a implantação deveria ter sido feita antes do aumento da demanda. O ICMS adicional também gera uma complicação operacional que atrasa o processo porque o valor tem que ser calculado item por item”.
Para Pedro Guasti, presidente do Conselho de Tecnologia da Informação e E-Commerce da Fecomercio, é importante o consumidor antecipar suas compras para o Natal para fugir de um possível “apagão logístico” que impeça as empresas de entregar as mercadorias no prazo prometido. “É importante no começo de dezembro o consumidor já efetuar a maioria de suas compras.”.
O presidente de uma das três maiores empresas de correio privado, Marcos Queiroz Monteiro, ressaltou que a plataforma de negócios montadas por algumas empresas já é bem maior e a capacidade de absorver mais envios também aumentou. “Estamos prontos para assumir a demanda do Natal. Claro que não posso falar por todo o setor, mas é importante que cada um faça sua parte, que o consumidor saiba onde está comprando, o embarcador saiba fazer promessas ajustadas e que o transportador cumpra sua parte”.

(Fonte: PagSeguro)

Publicado por Carol - Comercial às 11h58

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19/07/2011

Está preparado para o dia dos pais?

Com a chegada do Dia dos Pais as lojas de todo o Brasil se preparam para mais uma campanha sazonal. Na internet não pode funcionar diferente. A tendência de compras online é cada vez maior por conta da comodidade de pesquisar e comprar sem sair de casa, as condições de pagamento, sem contar os benefícios na compra e entrega dos produtos.Se você tem um site ou uma loja virtual é hora de promovê-lo ainda mais aproveitando essa data especial com uma campanha específica para o dia dos pais. Invista em anúncios que ressaltem promoções de presentes tradicionais mais comprados nesta data:  gravatas, meias, camisas e pijamas ou celulares, iPods, blackberries e até os notebooks.

Se o seu produto ou serviço não tem nada a ver com “pais” ainda há uma chance. Crie promoções, sorteios ou brindes que presenteem este público de alguma forma. O importante é chamar a atenção de todo mundo e criar oportunidades para você mesmo.

O que não vale é ficar de fora de momentos em que a maioria dos internautas estarão à procura de novidades!

Boa sorte ;)

Publicado por Carol - Comercial às 11h47

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08/07/2011

Já solicitou seu bônus para anunciar seu negócio no UOL?

Participe da campanha do PagSeguro e ganhe bônus para anunciar no UOL, o maior portal da América Latina com 15 anos de tradição e com o maior número de internautas.
Para participar, é necessário que você use exclusivamente o PagSeguro como intermediador de pagamentos. A campanha dá a você bônus para anunciar no UOL Links e Shopping UOL.

Para participar é simples, entre em contanto com o PagSeguro pelo e-mail campanha.pagseguro@uol.com.br

Um pouco mais sobre a publicidade na internet:

Assim como o e-commerce, o mercado de publicidade on-line não para de crescer. A internet já é o terceiro maior mercado publicitário do mundo, atrás da televisão e dos jornais, e à frente das revistas. Segundo estudo da Zenith Optimedia:

*A internet reúne mais de 12% de toda a verba de publicidade investida em 2009 — cerca de US$ 55 bilhões.
*A publicidade on-line cresceu mais de 14% no primeiro trimestre de 2011.
*O investimento em publicidade online cresceu 14,3% em todo o mundo nos primeiros três meses de 2011, movimentando 18,2 milhões de dólares, de acordo com um estudo da IDC

Participe Já!

Publicado por Carol - Comercial às 09h46

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30/06/2011

Brasil tem quase 2 mil sites de compras coletivas, mas só 61% estão ativos

O Brasil está prestes a ultrapassar a marca de 2 mil sites voltados ao negócio de compras coletivas, informa nesta terça-feira (28/6) o portal Bolsa de Ofertas. Contudo, praticamente quatro em cada dez estão fora de operação.

Um levantamento feito pelo site e concluído na segunda-feira (27/6) aponta a existência de 1.890 sites de compras coletivas e de 73 sites agregadores de ofertas. No último levantamento, divulgado em fevereiro, havia 1.025 sites.

Na comparação com fevereiro, o número de sites de compra coletiva cresceu 84,3%. Em relação a 31 de janeiro, quando o Bolsa de Ofertas identificou 405 sites, o crescimento foi de mais de 360%.

Neste novo levantamento, o Bolsa de Ofertas classificou os sites de compras coletivas em ativos, inativos (sem ofertas há mais de 15 dias), novos (em fase de cadastramento de usuários), danificados (com problemas) e desativados (que já esteve ativo, mas não pode mais ser acessado).

Por esse critério, a maioria – 1.145, ou 61% do total – está ativa. Cerca de 17%, ou 326, foram considerados inativos e 11% (212) são novos. Os sites danificados somam 121 (6%) e os desativados, 86 (5%).

A proporção de sites ativos e inativos entre os agregadores de ofertas é mais positiva. Dos 73 agregadores identificados pelo portal, 67 estão ativos, 4 inativos, um danificado e um desativado.

Mais detalhes sobre a pesquisa podem ser obtidos no portal.

(Fonte: IDG Now!)

Publicado por Carol - Comercial às 10h42

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30/06/2011

Dia dos namorados movimentou R$ 680 milhões em compras via web

O comércio eletrônico cresceu no período do Dia dos Namorados – e movimentou boas cifras de dinheiro. De acordo com a e-bit, companhia que fornece informações sobre e-commerce, o setor lucrou cerca de 680 milhões de reais entre os dias 29/5 e 12/6.

A soma é 15% maior em relação ao mesmo período no ano passado, e foi obtida em mais de 2 milhões de encomendas realizadas via web. Destaque foi a presença inédita da categoria Moda e Acessórios no “Top 5” no ranking das categorias, com 8% do volume total, na 5ª colocação, abaixo de “Saúde, Beleza e Medicamentos”, “Informática”, “Eletrodomésticos” e “Telefonia/Celulares”, respectivamente.

“Mesmo com a desaceleração da economia nos últimos meses, o Dia dos Namorados contribuiu com números importantes para o e-commerce. Enfrentamos um período de desconfiança econômica e, mesmo assim, as vendas cresceram 15%. Vale lembrar que, no ano passado, a Copa do Mundo inflacionou as vendas na data, já que estávamos na iminência da competição”, comenta Alexandre Umberti, Diretor de Marketing e Produtos da e-bit.

“Com os eventos esportivos da década sediados no Brasil (Copa e Olimpíadas), esse segmento deve ganhar ainda mais força com as vendas de artigos do gênero, como camisetas de times e acessórios”, afirma o executivo.

(Fonte: IDG Now!)

Publicado por Carol - Comercial às 10h40

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30/06/2011

Estudo global revela as mídias que mais influenciam as mulheres

Em todos os países que participaram do estudo, a maioria das mulheres afirmam estar mais reticentes para confiar em anúncios de texto em telefones celulares (com 44% nos países desenvolvidos e 30% das mulheres nos países emergentes afirmando não confiar), anúncios em redes sociais (38% e 23%) e anúncios em dispositivos móveis, como smartphones e tablets ( 37% e 22%).Quando se trata de buscar informações sobre novos produtos, a televisão segue sendo a forma de mídia mais difundida e a principal fonte de informação em todos os continentes. Em todos os 10 países emergentes e em 7 dos 11 países desenvolvidos analisados a televisão fica na frente de outras 14 origens de informação.

O Boca a Boca ficou na segunda ou terceira colocação como fonte de informações em 9 dos 10 mercados emergentes e 8 dos 11 desenvolvidos incluídos na pesquisa. Jornais impressos e revistas foram outras fontes de informações populares entre as mulheres de países emergentes, enquanto que a internet é mais difundida nos mercados desenvolvidos.

Apenas 6% das mulheres nos países desenvolvidos e 16% nos países emergentes afirmam ser bastante influenciados por anúncios da web com contexto social mostrados em sites de mídias sociais.

Mulheres nos países emergentes são mais fortemente influenciadas do que as mulheres de países desenvolvidos. A distribuição é bastante parecida entre os anúncios da web que são mais persuasivos. Anúncios com contexto social onde seja indicado que amigos gostaram ou seguiram alguma marca tem uma ligeira vantagem sobre anúncios que apareçam como atualização de notícias ou anúncios padrão.

Nos países emergentes, as mulheres indianas são as mais influenciáveis por estes três tipos de anúncio, enquanto as sul-africanas e as russas são as que menos se deixam convencer. Entre os desenvolvidos, as mulheres sul-coreanas são as que a publicidade mais influencia por meios de comunicação social, enquanto que as australianas e suecas ficam nas últimas posições.

Entre as mulheres de países desenvolvidos e emergentes, a respectiva penetração da TV ( 95% e 98%) e do celular (95% e 89%) são quase universais. Mulheres de países desenvolvidos tem taxas muito mais elevadas de conexão a internet (90% a 46%) e propriedade de smartphones (37% contra 18%).

(Fonte: E-Commerce News)

Publicado por Carol - Comercial às 10h35

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20/06/2011

Sua empresa está pronta para os sites de compras coletivas?

O site de compras coletivas Groupon – líder do setor – tem atraído muita atenção desde sua criação, há três anos. Tanto veículos de mídias quanto estabelecimentos comerciais acompanham com curiosidade os passos da gigante precoce, que já atua em cerca de 500 mercados em mais de 40 países.À medida que o Groupon se aproxima de abrir seu capital o frenesi ao redor de portais do gênero só aumenta. É preciso, portanto, elucidar sobre que tipo de empresa só tem a ganhar com a oferta de cupons de desconto e quais têm muito a perder.

Assim, listamos a seguir sete efeitos negativos que portais de compras coletivas podem trazer para o seu negócio.

Você pode perder dinheiro
Histórias de horror – como o de uma cafeteria de Portland, nos Estados Unidos, que perdeu oito mil dólares com o Groupon – estão espalhadas pela Internet. Para algumas companhias, especialmente aquelas com altos gastos com manutenção e pouca margem de lucro – como academias de yoga – os resultados podem ser catastróficos.

Taxas
Atualmente o Groupon cobra 50% da quantia que o estabelecimento arrecadar com a promoção. Embora muitos digam que, ainda assim, vale a pena, é preciso ter em conta a taxa cobrada pelo serviço. Se algo não der certo, os sites de compras coletivas não dividirão o prejuízo com você.

Desvalorizando a própria marca
É você quem decide o preço das mercadorias que vende. Há uma razão para isso, seja o produto um sorvete ou um sapato – sem contar que, por vezes, o valor cobrado faz parte da imagem que o público tem do estabelecimento. Quando se decide fazer uma promoção agressiva a partir da oferta de cupons, isso implica que a sua companhia poderia ser mais flexível – ou bem mais flexível – com os preços que determina. Ou seja: passa a ideia de que o produto não vale o quanto se cobra por ele.

Atendimento
Seus funcionários, por saber que os clientes com cupons estão trazendo menos dinheiro à empresa do que consumidores que pagam o preço cheio, podem tratar os fregueses de maneiras diferentes. Em minha pesquisa, encontrei inúmeras pessoas que tentaram usar o desconto e, por esse motivo, foram mal atendidos. Elas não pensam duas vezes antes de divulgar suas impressões, o que pode ser péssimo para a imagem de seu negócio.

Insatisfação de clientes antigos
É difícil conseguir a fidelidade dos consumidores, mas, uma vez obtida, é preciso garantir que não se irá perdê-la. Um modo de deixá-los descontentes é, sim, oferecer um produto que eles compram há anos para um monte de pessoas pela metade do preço. Como seus fiéis clientes se sentirão?

Perda do controle
Os e-mails enviados com as promoções do dia contêm uma descrição rápida sobre o serviço ofertado. Embora o texto costume ser esperto e divertido, o estabelecimento não tem controle sobre o que será escrito. É lógico que ao outro lado – o portal de compras coletivas – também interessa tornar o negócio o mais interessante possível, mas, às vezes, a estratégia de venda, a publicidade veiculada, pode bater de frente com a imagem que você quer que sua marca tenha.

Não são seus clientes
Em geral, os usuários de compras coletivas adquirem um determinado produto atraídos pelo ótimo desconto oferecido. São esses os clientes que você quer? Serão esses que vão sustentar seu estabelecimento pelos próximos anos e elogiá-lo aos amigos, ajudando na divulgação da marca? Claro, há muitos consumidores que retornarão à loja, mas quanto à maioria, aquela que não vê grande utilidade no negócio e não mora perto – só quis aproveitar a oportunidade – qual a chance desse grupo retornar, disposto a pagar, desta vez, o preço cheio?

Muita calma nessa hora
O que fazer então? Tentar uma promoção a partir dos portais de compras coletivas ou deixá-los de lado? Antes de mais nada, estude os número de seu negócio. Alguns estabelecimento simplesmente não suportam a demanda gerada pelos maiores do gênero. Não seja convencido por uma moda e saiba que há outras formas de divulgar sua marca.

Se estiver convencido de que vale a pena tentar, entenda que tipo de consumidores você irá atrair e tente convencê-los a voltar. Por fim, peça a seus funcionários para que tratem bem todos os consumidores – mas que deixem claro como os fregueses de sempre são especiais.

(Fonte: IDG Now)

Publicado por Carol - Comercial às 11h41

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20/06/2011

10 Coisas que fazem as mulheres comprarem mais pela Internet

Há alguns anos atrás as mulheres passaram os homens em participação nas compras pela Internet brasileira. Junto com isso, veio o crescimento acentuado das categorias moda e acessórios, beleza e saúde. O tíquete médio dos homens é mais alto, uma vez que compram mais produtos eletrônicos e informática. Mas as mulheres compram mais quantidades e uma vez fidelizadas pela marca, tornam-se evangelistas da mesma.
Quando surgiu a idéia de escrever esse artigo, veio junto o receio de parecer “machista” ou ganhar outros adjetivos desagradáveis. Então convidei minha amiga Solange, a Ecommerce Girl, especialista em comércio eletrônico, para fazermos a quatro mãos. O resultado está aí. Não tivemos a pretensão de querer entender as mulheres, é só uma lista com dicas baseadas em nossa experiência adquirida ao longo de mais dez anos nos bastidores do e-commerce e de três anos ensinando e ouvindo lojas virtuais nos cursos de ecommerce da Ecommerce School. Vamos lá:

1. Não venda produtos, venda sonhos: mulheres são apaixonadas e sonhadoras por natureza. A roupa do personagem da novela ou do filme, aquilo que “está na moda” ou que “está todo mundo usando” devem estar na vitrine da loja virtual que quer agradar esse público. Como descobrir isso? Ninguém mais antenado do que os jornalistas. Vá até uma banca de jornal e dedique algum tempo lendo as manchetes de revistas femininas e de variedades. São elas que ditam tendências e mostram o que está em alta.

2. A Paixão: algumas categorias se destacam no gosto feminino. Despertam verdadeira paixão. Mulheres amam sapatos e bolsas. Também compram online artigos de beleza e saúde. Se olharem e amarem…nada vai impedi-las de comprar. O produto em si é importante, mas boas imagens e descrições ajudam a despertar paixão. Mostre detalhes dos produtos, uma fivela dourada ou um pequeno laço vermelho fazem toda diferença. Explore o zoom. Publique depoimentos de outras consumidoras apaixonadas. Descreva aromas e texturas com sentimentos.

3. O inacessível: inclua em seu mix de produtos coisas que normalmente não são encontradas nas lojas tradicionais, artigos importados, grifes e novidades que não são muito fáceis de comprar. A Victoria Secrets, que é de difícil acesso no Brasil, por exemplo. A mulher vai na loja física e lá eles fazem um cartãozinho com as medidas dela, calcinha e soutien… depois é só comprar pela numeração do cartão pela loja virtual. Algumas maquiagens de grife, também são de difícil acesso no Brasil. É um desafio que deve ser feito a quatro mãos: você e seu fornecedor. Por isso é importante manter bom relacionamento e amizade com esses fornecedores, são eles que vão lhe ajudar num bom mix de produtos e…na sua margem de lucros!

4. Novidades: o inconsciente coletivo feminino é diferente do masculino, “elas” sabem o que é “new”, que quase ninguém tem, “então eu quero ter”. A Internet é o lugar perfeito para isso. Um ótimo lugar pra tirar idéias: a banca de jornal, de novo. Navegue em sites e portais femininos, acompanhe atentamente o que elas dizem nas redes sociais e fóruns. Assim como na vida real, seja um ouvinte atencioso ao que as mulheres estão dizendo.

5. Use e abuse de promoções: poucas mulheres resistem ao: “Era 100,00 agora (só para vc…) por R$ 25,00″. Dizem as más línguas que “um homem é capaz de pagar o dobro do preço por uma coisa que ele precisa e uma mulher é capaz de comprar uma coisa que ela não precisa se está pela metade do preço”. Brincadeiras, a parte, habilite ferramentas de marketing viral e redes sociais para elas compartilharem as “barganhas” com as amigas.

6. Crie combos: explore ofertas do tipo “compre um e leve dois”. É uma das melhores jogadas para quem vende produtos femininos… mulheres adoram ser prestigiadas. Se elas sentirem que por comprar algo, levam outra coisa de graça… Vão comprar!

7. O Indispensável: toda mulher precisa de um “esfoliador multitasksuperx”(!??). Sabem que não é indispensável, mas a frase ? VOCÊ PRECISA TER UM…toca fundo no “eu” consumista feminino. Misture esse ponto com os itens 5 e 6 dessa lista e você terá uma receita infalível.

8. Venda praticidade: busque produtos que facilitem a vida. Mais uma vez é importante o uso de boas imagens e descrições mostrando o “como usar”, “como fazer”. De novo: depoimentos de outras consumidoras satisfeitas influenciam na decisão. Elas irão comprar.

9. Facilidade de pagamento: é possível pagar facinho? Em várias vezes no cartão? Sem ter que por a mão na carteira? Ela compra! Sem culpa! Lembre-se que as classes C e D estão presentes com força no e-commerce brasileiro. Esse público não olha pro preço à vista, elas olham para o valor da parcela. Algumas lojas já parcelam em boletos e cheques. É um risco, mas em qual retorno alto não há riscos?

10. Rapidez: os sites que querem vender (muuuitos) produtos femininos precisam seguir essa dica: poucos cliques para fechar a compra…porque se a compra se estender…ela abandona o carrinho! A rapidez de fechar a compra é o que faz a mulher finalizar o processo. Você já fez um teste de usabilidade em sua loja virtual? Convide sua avó, tia, priminha, enfim, diferentes perfis de internet users, dê um vale compras pra elas e peça para comprarem algo em sua loja enquanto você observa. Esteja atento à principais barreiras encontradas. Faça testes A/B.

Há empresas que vendem pesquisas de comportamento de compras detalhadas e específicas por sexo, idade e classe social. Claro que há muitos outros fatores psico-sociais envolvidos no ciclo de compra, mas o que pretendemos aqui foi dar alguns toques para que as lojas virtuais que atendem esse tipo de público, melhorem seus serviços e…seu faturamento, claro. Deixando as clientes satisfeitas, fica bom pros dois!

(Fonte: E-Commerce News)

Publicado por Carol - Comercial às 11h37

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