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23/05/2011

Bate Papo sobre E-commerce em Maceió

Segundo uma pesquisa realizada pelo site Internet World Stats (site internacional que levanta pesquisas e estatísticas ligadas à internet) 1,96 bilhão de pessoas tinham acesso à rede mundial de computadores em junho de 2010, o que significa 28,7% da população mundial. No Brasil, estima-se que 75 milhões de pessoas já tenham conexão com a internet. Mediante o crescimento de usuários, muitos empresários de diferentes segmentos estão cada vez mais interessados em vender os seus produtos via comércio eletrônico.Um relatório realizado pela E-bit, juntamente com a Câmara Brasileira de Comércio Eletrônico, revelou que o e-commerce brasileiro obteve desempenho acima do esperado em 2010, visto que o faturamento foi de R$ 14,8 bilhões, tendo um crescimento de 40% frente aos R$ 10,6 bilhões faturados em 2009.

A difusão da internet não abriu as portas somente para o comércio eletrônico, mas também novos empreendedores que tiveram a ideia de abrir Lanhouses e viram nesse mercado um negócio promissor. Segundo pesquisa realizada em 2007 pelo Comitê Gestor da Internet, foi revelado que 49% de todo acesso à internet no Brasil é feito dentro de lanhouses. Na região Nordestina esse índice chega a 67% e na região Norte 68%.

Você já pesquisou em várias fontes de informação sobre as vantagens e desvantagens de se ter um comércio eletrônico? Mesmo sabendo das pesquisas que revelam o crescimento deste mercado você ainda não se sente seguro?  Tem dúvidas sobre o mercado das LanHouses? Então, que tal bater um papo sobre e-commerce e ainda ter a oportunidade de esclarecer suas dúvidas e trocar ideias sobre LanHouses? Nada como uma conversa informal e descontraída para esclarecer os questionamentos.

Pensando em esclarecer dúvidas e ainda trocar experiências profissionais de uma forma simples, fácil e interativa Lígia Dutra idealizou o Bate Papo Ecommerce, que tem por missão reunir profissionais para baterem papo sobre o dia a dia do comércio eletrônico. Este evento já completou 3 anos de existência no mês de março. Após um plano de expansão agregou várias capitas brasileiras como Vitória (ES), Rio de Janeiro, Aracaju (SE), Porto Alegre (RS), Campinas (SP) e muitas outras. No entanto este mês o BP E- Commerce vai contar com a participação do BP Lanhouses que tem o objetivo de esclarecer as principais dúvidas sobre este mercado.

Neste mês de Maio acontecerá a 1° Edição do Bate Papo Ecommerce e Bate Papo LanHouses em Maceió/AL, no dia 26, das 14h às 21h00.

Programação:

* 14h00 Boas vindas com Lígia Dutra
* 14h10 “Blogs Profissionais” – Tiago Nogueira
* 14h50 Pausa
* 15h00 Entrevista com Theo Braga
* 15h20 Coffee
* 15h40 Grupos de Bate Papo
* 17h00 Hora de dar tchau

Entrada: O BP é gratuito e solidário, por isso, pedimos 1 Kg de alimento não perecível para doarmos a uma instituição da cidade que esteja precisando.

Serviço:

Horário: 26/5/2010 de 14:00 às 21:00
Local: Auditório da Associação Comercial de Maceió
Rua: Sá e Albuquerque, 467, Jaraguá
Telefone: (11) 2387-7255
Programação BP LanHouses

* 17h30 Abertura do evento
* 17H40 Lan de inclusão digital
* 18h20 Lan Inovadora
* 18h50 Lan Revenda
* 19h30 Coffee
* 20h00 Grupos de Bate Papo
* 21h00 Encerramento

(Fonte: Blog do E-Commerce)

Publicado por Carol - Comercial às 12h00

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18/05/2011

Brasil tem seu primeiro e-commerce pelo Facebook

Foi lançada nesta quarta-feira, 18, a LikeStore, primeiro serviço online no país que permite a qualquer usuário ou empresa vender produtos diretamente pelo Facebook. A ferramenta estreia com o Show de Ingressos como a primeira loja dentro da rede social de Mark Zuckerberg.A LikeStore mira em dois mercados crescentes no Brasil: o do e-commerce, que já registrou movimentação de R$ 14,8 bilhões no país em 2010, de acordo com o eBit, e nos quase 20 milhões de brasileiros que utilizam o Facebook. No primeiro ano, o serviço espera realizar 150 mil transações com um ticket médio de R$ 120, movimentando um montante de R$ 18 milhões.

Neste primeiro momento, o desenvolvimento de lojas com o serviço LikeStore será restrito a grandes parceiros comerciais, como o Show de Ingressos, especializado na venda antecipada de entradas para grandes shows, parques, cinemas, teatros e eventos em geral. Hoje, os internautas cadastrados no Facebook poderão adquirir entradas para o show do Jack Johnson em Recife sem sair da rede, além de compartilhar com os amigos a compra feita. “Já estamos em negociação com outras empresas interessadas em ter o seu F-Commerce, que é como chamamos este tipo de loja, nas próximas semanas. Agora é o momento para criar parcerias com marcas estratégicas para acostumar o brasileiro à ideia de comprar dentro de uma rede social”, explica Gabriel Borges, diretor e idealizador da LikeStore.

Em breve, o serviço estará aberto para qualquer usuário da rede social criar a sua loja. Neste momento, os usuários do Facebook poderão transformar suas fan pages em uma vitrine de produtos, colocando imagens e descrições. Ao fazer a adição de um produto, automaticamente o serviço já envia uma mensagem ao seu mural, notificando a lista de amigos. Depois, qualquer um (amigo ou não) poderá acessar a parte do perfil que foi transformada em e-commerce, escolher o que interessa e, sem sair da rede, fornecer informações de compra.

Na LikeStore, os usuários podem compartilhar com amigos, caso desejem, qual compra foi feita. “Isso vai gerando um buzz, que é a grande característica das redes sociais”, comenta Borges. Ao vendedor, resta receber a confirmação de pagamento e despachar o produto.

(Fonte: AdNews)

Publicado por Carol - Comercial às 11h41

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17/05/2011

Comercio & Marketing Digital Móvel para as Classes C, D e E

Em sua última visita ao Brasil o Presidente dos Estados Unidos Barack Obama arriscou afirmar que o Brasil não é mais o país do futuro, pois o futuro já chegou ao Brasil. A palavra “futuro” pode ser interpretada como desenvolvimento sócio-econômico com sustentabilidade. Seria mais uma afirmação política de um chefe de Estado ou uma declaração com embasamento racional?

O melhor indicador de enriquecimento de um país é o crescimento da sua classe média. Dados divulgados pela FGV apontam que a Classe C brasileira passou a representar mais da metade da população brasileira e já ultrapassou as classes A e B em poder de compra. Se Obama teve acesso a este dado, seu discurso procede. Indo mais a fundo, as classes C, D e E juntas correspondem a 89,5 por cento da população: 50,5% classe C e 39% D e E. O estudo considerou a renda da classe média (C) entre R$ 1.126,00 e R$ 4.854,00, da classe D entre R$705,00 e 1.126,00 e da classe E entre R$ 0,00 e R$ 705,00. (Dados da FGV lançados em 2010 com base em dados de 2009).

É o crescimento e o fortalecimento da classe média que indicam um futuro promissor para o Brasil. Se este cenário se mantiver, tudo indica que teremos um mercado novo e com público crescente para explorar.

As boas notícias surpreendem tanto quanto as más, que remetem a um país do passado. Um exemplo é a estatística do IPEA que aponta que 40% da população brasileira não tem acesso à conta bancária. Imagino que pequenos mercados e comerciantes que atendem a esse público utilizam métodos pouco confiáveis, como vender fiado, e recebem em dinheiro dos clientes, que por sua vez recebem seus vencimentos também em dinheiro!

O paradoxo é que este cliente que recebe e compra usando dinheiro atende telefone celular. São mais de 207 milhões de acessos no Brasil em fev/2011 (dados da Teleco). De acordo com pesquisa recente da ABI research, os smartphones representaram 25% das compras de celulares no país em 2010. O número deve aumentar bastante em 2011 e nos próximos anos com a popularização dos dispositivos e aumento do poder de compra da população. O povo brasileiro já mostrou ser consumidor assíduo de tecnologia.

Outro comportamento observado nas classes emergentes é a disposição de participar de programas de propaganda móvel com explícita aceitação do usuário (opt-in).

Como usar a tecnologia a favor de um público que não tem conta em banco, mas ao mesmo tempo tem celular, e aproveitar ao máximo o potencial deste mercado? Soluções de pagamento móvel, como o mobile wallet, podem ser parte da resposta. É um exemplo de serviço que mostrou bons resultados em países emergentes e até pobres, utilizando o dispositivo móvel como recurso para realização de micro pagamentos. A unidade de moeda é convertida em créditos que podem ser transferidos entre pessoas e empresas através do celular.

As classes de C, D e E estão em ascensão econômica no Brasil, cada vez mais conectadas através do celular e tem disposição de estar presente nas iniciativas de Mobile Marketing, ao mesmo tempo em que boa parte deste público não tem acesso à conta bancaria. Neste cenário, iniciativas unindo soluções de Mobile Wallet e Mobile Marketing tem grande chance de sucesso no Brasil. Tecnologia para isto não falta – a própria Alcatel-Lucent tem a sua contribuição a oferecer na área. É necessário estimular a discussão entre Governo, operadoras de telefonia celular e anunciantes para revolucionar a forma como as pessoas recebem anúncios e realizam suas compras com apoio da tecnologia e sem discriminação de classe social.

(Fonte: Blog do E-Commerce)

Publicado por Carol - Comercial às 11h22

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09/05/2011

Top of Mind Internet 2011 destaca as marcas mais lembradas pelos internautas

O Instituto Datafolha anunciou na terça-feira (3/5), em São Paulo, as marcas vencedoras do prêmio Top of Mind Internet 2011, que destaca as empresas com mais destaque entre os internautas brasileiros. Foram apontados vencedores entre mais de 20 categorias.A premiação foi acompanhada do evento “O Poder do Digital”, que debateu a relevância da classe C na web e as mudanças que a Internet tem trazido em termos de educação, consumo e vida.

Para produzir o levantamento, o Datafolha realiza anualmente uma pesquisa por amostragem entre pessoas com 14 anos ou mais que acessam a Internet pelo menos três vezes por semana. São incluídas no estudo as cidades de São Paulo, Rio de Janeiro, Belo Horizonte, Porto Alegre, Salvador e Brasília.

Entre os entrevistados de 2011, 48% disseram já ter feito compras pela Internet – há cinco anos, esse porcentual foi de 40%. Desse grupo, 15% afirmaram ter feito mais que cinco compras nos últimos seis meses.

Outra revelação da pesquisa é que 34% dos entrevistados afirmam já acessar a Internet por meio de aparelhos portáteis, como smartphones.

Tecnologia
Nas categorias relacionadas a tecnologia, as marcas premiadas foram Dell (computador e notebook), Nokia (celulares), Americanas (comércio eletrônico), Sony (câmera digital), LG (TVs) e Net e Sky (TV por assinatura).

Segundo o Datafolha, a LG continua sendo a marca mais lembrada pelos internautas, porém aproxima-se da Samsung. Em 2010, a distância entre as marcas era de 11 pontos porcentuais e, em 2011, essa diferença caiu para 3 pontos.

Em computador e notebook, a marca Dell é seguida por Positivo, LG, HP e Samsung. Segundo a pesquisa, a Dell tem seu melhor índice entre os mais escolarizados e com renda mais alta. Curiosamente, 67% disseram não se lembrar de nenhuma marca de acessórios de informática.

Entre as operadoras de celular, a Oi – lembrada por 30% dos entrevistados – ampliou sua margem em relação à segunda colocada Vivo (22%).  Em terceiro ficou a Claro (19%) e, em quarto, a TIM (14%). Em termos de aparelho celular, por sua vez, a marca mais lembrada foi a Nokia (29%). Samsung aparece em segundo (15%) e Motorola, em terceiro (12%).

As operadoras Net e Sky dividiram o primeiro lugar na lembrança do público, com 32% e 31%, respectivamente – o que, segundo os critérios do Datafolha, representa empate técnico.

Já em e-commerce a marca mais lembrada foi a Americanas (17%). Segundo o Datafolha, é a quinta vez que a marca emerge como campeã. Em segundo lugar aparece o Mercado Livre (12%). Submarino (10%), Casas Bahia (3%), Netshoes (3%), Ponto Frio (2%), CompuFácil (2%) e Magazine Luiza (2%) completam a lista.

Desde 2007, o prêmio Top of Mind Internet recebe o apoio do UOL.

Lista
Confira a lista dos vencedores, por categoria:

1. Artigo esportivo: Nike

2. Computador e notebook: Dell

3. Operadora de telefonia celular: Oi

4. Aparelho celular: Nokia

5. Banco: Itaú

6. Plano de saúde: Unimed

7. Cartão de crédito: Visa

8. Companhia de seguros: Porto Seguro

9. Automóvel: Fiat

10. Empresa aérea: TAM

11. Cerveja: Skol

12. Lanchonete: Mc Donalds

13. Refrigerante: Coca-Cola

14. Fabricante de alimentos: Nestlé

15. E-commerce: Americanas

16. TV por assinatura: Net/ Sky (Empate por margem de erro)

17. Produtos de higiene pessoal: Colgate

18. Produtos de beleza: Natura

19. Refrigerador: Brastemp

20. Câmera digital: Sony

21. TV: LG

22. Instituição de ensino: Estácio de Sá

(Fonte: IDG Now!)

Publicado por Carol - Comercial às 11h13

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02/05/2011

Como reconquistar clientes perdidos

Por Daniela Falcão*

Você trabalha da melhor forma possível, coloca seu coração no negócio, mas ele não cresce. Existem muitas razões para isso, mas, com certeza, a perda de clientes é um “alerta importante”. Não existe negócio no mundo com 100% de retenção de clientes. O sucesso, como se sabe muito bem, está em manter os antigos enquanto se conquistam os novos. Melhor ainda se conseguir recuperar aqueles que foram perdidos.

Não me refiro ao cliente que reclama. Esse está tentando melhorar o negócio para permanecer cliente. O desafio é aquele que vai embora sem um pio, sem dar chance de reverter sua insatisfação. Este parece pedido para sempre. Mas acredite: há formas de recuperar essa ovelha desgarrada. Vejamos como.

1. Rastreie clientes perdidos
Você sabe que eles existem, mas não sabe ainda quem são. Se já faz um cadastro de clientes, essa tarefa é fácil. Se não, pode usar, por exemplo, o cadastro de quem comprou com cheque ou a prazo. Faça um levantamento dos que não compram há mais de, por exemplo, três meses (esse tempo vai ser determinado pelo tipo de negócio que você tem).

2. Abra um canal de comunicação com o cliente que sumiu
Use a insatisfação do cliente a seu favor. Faça uma pesquisa para descobrir por que ele não tem aparecido. No mínimo, obterá informações valiosas para o negócio. A abordagem deve ser “gostaríamos da sua ajuda para melhorar a empresa”, e não “estamos ardilosamente buscando formas de trazê-lo de volta”. O cliente, na hora certa, será seduzido – jamais o pressione. Faça uma lista detalhada dos depoimentos colhidos, mesmo que sejam negativos. Importante: essa pesquisa, feita por telefone, deve ser muito concisa. O pesquisador deve estar preparado para ouvir alguns desaforos, sem cair na tentação de defender a empresa ou seus colegas. O mais indicado é mesmo usar um pesquisador terceirizado, que vai ser neutro e objetivo.

3. Planeje as ações
As críticas colhidas devem ser cuidadosamente analisadas. Não só pelo dono do negócio, mas em uma reunião com toda a equipe. O comprometimento da empresa como um todo é fundamental para esse trabalho ser bem-sucedido. É provável que você encontre muitas reclamações sobre atendimento, que é a principal causa de perda de clientes. Peça sugestões. Seus funcionários são excelente fonte de idéias, e, além disso, são co-responsáveis pela perda desses clientes.

4. Faça acontecer
Não deixe as idéias morrerem no papel. Aproveite essa oportunidade rara, uma vez que a maioria dos clientes tem resistência a dar opiniões sobre os serviços, pois acham que tudo será jogado no lixo.

5. A reconquista
Se esse trabalho fosse encerrado aqui, já teria sido proveitoso. Com custo muito baixo, você já tem uma análise valiosa do negócio, feita por quem realmente interessa, o cliente. Ele vai gostar de saber que sua contribuição foi valiosa para a empresa de alguma forma. Conte a ele, de uma forma muito especial, que sua participação foi fundamental, tão importante que foi usada para melhorar o negócio. Convide-o a conhecer a nova empresa. Esse trabalho cria um fluxo contínuo de retorno de clientes para o negócio.

Esse caminho foi percorrido recentemente por Mônica Lima, proprietária de uma pequena, porém moderna academia de musculação no Rio de Janeiro que vinha perdendo clientes há algum tempo. “Era nítido que muitos clientes vinham, mas um número ainda maior ia para não voltar”, diz Mônica. Para resolver esse problema, ela mapeou seu cadastro.  Analisou o perfil de todos os clientes que frequentaram a academia nos últimos seis meses. No total, foram 216 pessoas, divididas em três grupos.
1. 153 Mulheres com mais de 30 anos, com frequência média de 2 meses
2. 28 Jovens entre 17 e 20 anos, com frequência média de 3 meses no verão
3. 35 na rubrica “outros”

Mônica fez a pesquisa por telefone. Descobriu que as mulheres de mais de 30 anos foram embora porque os instrutores davam atenção apenas às alunas mais jovens. Com isso, elas se sentiam negligenciadas. Percebeu também que os melhores horários eram frequentados por rapazes que “malhavam pesado” e, por isso, ocupavam aparelhos horas a fio. No final da sessão, deixavam os pesos espalhados pelo chão. Além disso, muitos implicavam com o ar-condicionado, que não refrescava o suficiente nos horários de pico. A pesquisa ainda mostrou que os jovens foram embora porque estudavam à noite e as aulas na faculdade haviam recomeçado. Esses alunos tinham sido atraídos pelo curso de verão de forró e faziam musculação no pacote. Os “outros” saíram principalmente por falta de dinheiro, já que a academia não era das mais baratas.

Houve uma reunião com toda a equipe (incluindo o faxineiro, o segurança, e a concessionária da lanchonete, pessoas também fundamentais no processo de retenção do cliente). Os instrutores reagiram à reclamação da falta de atenção, mas admitiram estar mais acostumados com alunos que preferem malhar sem interferência. Dessa reunião, saíram as seguintes ações:
1. Uma palestra para os instrutores com um geriatra. Tema: perfil psicológico e físico da mulher de 40.
2. Criação de um sistema de identificação dos alunos com pulseiras coloridas. Cada instrutor ganhou uma camiseta com sua cor e seu nome, e ficou responsável pelos alunos com a pulseira correspondente.
3. Não foi necessário instalar mais um ar-condicionado: Apenas uma vedação mais eficiente e película nas janelas.
4. A área dos levantadores de peso ficou restrita. A arrumação do salão ficou a cargo de um instrutor-fiscal do salão
5. O curso de forró foi reativado
6. Foi criada uma carteirinha de estudante, com descontos em horários especiais

Todos os ex-clientes foram convidados a conhecer a “nova academia”. Aqueles que responderam à pesquisa (cerca de 80% dos contatados) ganharam um mês grátis. Resultado: o índice de recuperação dos clientes perdidos foi de 64% entre as mulheres, 36% entre os jovens e 18% entre os “outros”. Um resultado e tanto!

* Daniela Falcão é administradora com MBA em Marketing, especializada em Marketing de Relacionamento, consultora, palestrante e sócia da DFalcão Comunicação e Marketing.

(Fonte: MundoMarketing)

Publicado por Carol - Comercial às 10h32

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25/04/2011

Receitas com anúncios on-line superou os US$ 26,04 bi em 2010

As vendas de anúncios on-line superou os US$ 26,04 bilhões em 2010, aumentando em 14,9% com relação ao ano de 2009, de acordo com um estudo do Internet Interactive Advertising Bureau’s (IAB) divulgado recentemente. Esta forma de comércio teve um grande crescimento no volume de vendas, o que significou aumento no valor dos anúncios.

As receitas de 2010 trouxeram a internet pela primeira vez ao segundo lugar em valor total das receitas de publicidade. Fica atrás da TV, em que as cifras dos anúncios chegaram a US$ 28,60 bilhões, e ultrapassando os jornais, que fecharam em 22,80 bilhões de dólares.

Anúncios em sites de busca representaram cerca de US$ 12,00 bilhões, ou 46% da receita total. Exibição de publicidade gerou US$ 9,90 bilhões, ou 38%. Banners e outros anúncios de exibição não-animados chegaram a 24%, seguidos de publicidade de “mídia rica” (6% dos gastos totais com publicidade on-line), anúncios de vídeo digital (5%) e patrocínios (3%).

Os varejistas gastaram mais dinheiro com publicidade digital em 2010 do que qualquer outra indústria, contribuindo com 21% do total, ou cerca de US$ 5,54 bilhões em receitas online. Telecomunicações (16%), serviços financeiros (12%) e a indústria automobilística (11%) foram os setores que ficaram com as posições seguintes no total gasto.

As receitas do quarto trimestre de 2010 indicam que 2011 deverá ser um ano de crescimento, afirma Sherril Mane, vice-presidente da IAB em serviços industriais. O quarto trimestre de 2010 foi o mais forte da história da indústria.

O relatório da IAB, elaborado pela PricewaterhouseCoopers a partir de informações fornecidas pelas empresas de vendas de publicidade e dados disponíveis ao público em geral, também estimaram os gastos com publicidade móvel pela primeira vez. Ele estima que os anunciantes gastaram entre US$ 550 e 650 milhões em anúncios especificamente concebidos para dispositivos móveis, como celulares. O IAB não dividiu os gastos com publicidade por tipo especifico de tecnologia móvel.

O IAB não projeta os gastos futuros, mas John Shuler, diretor-gerente da empresa de pesquisas Veronis Shuler Stevenson, prevê que os gastos em publicidade móvel atingirão os US$ 8 bi em 2014, afirmando que a “publicidade em mídias móveis tem um futuro promissor’.

(Fonte: E-Commerce News)

Publicado por Carol - Comercial às 10h31

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25/04/2011

Varejo deve liderar investimentos em publicidade on-line no ano de 2011

O comércio varejista gastou mais em publicidade na web que qualquer outra indústria, de acordo com as novas estimativas divulgadas pelo eMarketer, empresa de mídia digital e pesquisas de marketing.

Os varejistas irão gastar um total de US$ 5,73 bilhões em publicidade online este ano, 11% a mais dos que os gastos de US$ 5,16 bilhões despendidos em 2010, prevê o estudo. Os gastos com publicidade na web por parte dos varejistas irá alcançar Us$ 9,36 bilhões em 2015, quando chegará a um total de 21% de todos os gastos com publicidade online nos Estados Unidos, um pouco acima dos 20,1% alcançados em 2011.

O gasto total nos EUA com publicidade online vai aumentar 10,5% este ano, e atingirá US$ 28,5 bilhões, devendo chegar a US$ 44,5 bilhões dólares em 2015, afirma a eMarketer.

No entanto, as indústrias não-varejistas irão aumentar seus gastos para este ano em publicidade na web em uma proporção mais rápida do que fizeram os varejistas, afirmou a eMarketer. Empresas produtoras de bens manufaturados irão aumentar seus gastos em 29% atingindo os US$ 2,66 bilhões ainda este ano. A indústira automobilística vai aumentar 14%, chegando US $ 3,24 bilhões dispendidos, enquanto a indústria farmacêutica vai aumentar seus gastos em publicidade on-line em 13%, para chegarem a US $ 1,17 bilhões. A empresa de pesquisa atribui as maiores taxas de crescimento no gasto em publicidade nestes segmentos devido ao crescente aumento em suas vendas on-line.

“Muitas indústrias que tradicionalmente focaram sua propaganda na TV e na mídia impressa agora veem a midia on-line como a que tem a relação custo-benefício ideal para ampliar e complementar as suas campanhas já existentes”, diz Victoria Petrock, analista de pesquisa sênior da eMarketer.

Como resultado deste crescimento de setores que antes não investiam tanto em tal forma de publicidade, a empresa espera que os gastos de anunciantes já mais maduros em tal veículos, como empresas de telecomunicações, serviços financeiros e agências de viagens, irão perder parcela relativa no total até 2015.

(Fonte: E-Commerce News)

Publicado por Carol - Comercial às 10h30

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25/04/2011

Presença digital: como implementar estratégias de marketing na web

Segundo estimativas do IAB Brasil (Interactive Advertising Bureau), os investimentos em publicidade na internet devem crescer algo em torno de 25% em 2011. Dessa forma, os investimentos bateriam a casa do R$ 1,5 bilhão, e a participação da internet em relação a outras mídias – que hoje responde por pouco menos de 4,5% – saltaria para, no mínimo, 6,5% do bolo total de publicidade. Isso sem levar em consideração os investimentos em links patrocinados.

No que diz respeito ao número de pessoas com acesso à internet no Brasil, o IAB está prevendo que a população de internautas chegue a pouco mais de 81 milhões frente aos 73,7 milhões do ano passado.

O crescimento da publicidade na internet aqui no Brasil é natural e irreversível, à medida que cada dia mais pessoas passam mais tempo conectadas, seja em casa, no trabalho ou pelo celular. Da mesma forma que a atenção e o tempo dos consumidores migraram para os meios digitais, é necessário que as marcas também tenham sua presença na internet.

Mas será que as empresas estão fazendo essa transição para o digital de acordo com as expectativas dos consumidores? As marcas estão criando estratégias consistentes para acompanhar o ritmo dessa nova geração de pessoas que buscam, cada vez mais, se conectar, participar e compartilhar informações?

Somente alocar recursos para o digital, sem mudar o pensamento em relação ao comportamento do consumidor, pode fazer com que as marcas se percam na hora de fazer os investimentos. De nada adianta elas entrarem no mundo digital sem pedir licença, invadir as redes sociais e enviar mensagens indesejadas.

Sem entender as mudanças ocorridas no comportamento desse consumidor, as estratégias digitais estão fadadas ao fracasso. A solução para construir estratégias consistentes passa pelo entendimento de como esse consumidor interage e como ele manterá o relacionamento com a marca em todas as fases do processo de compra.

Atender esse consumidor nos canais corretos quando ele está buscando informações sobre o produto exigirá das marcas a geração de conteúdo relevante. Elas também poderão estimular que o consumidor crie conteúdo, seja permitindo que ele opine e participe do processo de criação de novos produtos ou dando sugestões para melhorar os que já existem.

É preciso estar à disposição do consumidor na fase em que ele estiver em busca do produto, sem deixar que ele tenha dúvidas, pois, caso contrário, ele entrará em contato com marcas concorrentes e que possuam uma presença digital mais consistente que a sua.

Após a compra, esse consumidor continuará interagindo com a marca através de opiniões próprias postadas nas redes sociais, lendo e compartilhando comentários de outros usuários ou ainda solicitando suporte online. A marca deve estar presente nessa fase, pois investir em ações publicitárias somente para vender, não dando continuidade ao relacionamento, acarretará em consumidores irritados e comentários negativos.

Vale ressaltar ainda que, independentemente das ferramentas que a marca esteja utilizando, falar de somente dela, sem abrir espaço para interação e feedback, pode não ser a melhor estratégia. No entanto, ao construir uma presença digital consistente, as marcas passam a entender melhor como o consumidor interage e quais são suas expectativas, podendo entregar uma experiência de consumo e interatividade cada vez melhor.

Além do volume investido em publicidade na internet, o que determinará o sucesso das marcas na utilização dos meios digitais está em como elas construirão essa presença, de maneira a entregar conteúdo, entretenimento e interatividade relevantes, que vão além dos anúncios estáticos e sem interação.

(Fonte: iMasters)

Publicado por Carol - Comercial às 10h28

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19/04/2011

Relacionamento em Mídias Sociais: as empresas não precisam ter medo!

É muito comum vermos empresas que têm medo das mídias sociais. São empresas que temem perder o controle da sua comunicação, e não sabem como lidar com tanta gente falando – bem e mal – de seus produtos, serviços e processos.

Já sabemos que as empresas “estão” nas mídias sociais mesmo que não queiram: qualquer pessoa pode dizer o que pensa, independente se tem alguém ouvindo ou não. O que diferencia as empresas de vanguarda é a coragem para ouvir, e a percepção de que os resultados em mídias sociais são diferentes do que normalmente esperam. Obviamente, qualquer empresa visa o lucro. Porém, a informação, o engajamento, a construção de marca são tão importantes quanto, e podem levar, em médio e longo prazo, a resultados reais nas finanças.

Um case que gosto de apresentar é o de uma marca que inicialmente tinha medo da internet, mas hoje utiliza com maestria: a LEGO. A fabricante das queridas pecinhas coloridas odiava os fóruns cheios de adultos (freaks) que tinham paixão pelos seus brinquedos. Oras, “se o meu público-alvo são crianças, quem são esses loucos que dão tanto pitaco no meu negócio”?

Isso foi há mais de 10 anos, e os fóruns da rede pipocavam de gente discutindo sobre os lançamentos e as novas formas de montar os blocos coloridos. Tormod Askildsen, diretor da LEGO Community Development, já disse que não sabia como lidar com isso, que ficava preocupado com a grande variedade de informações que apareciam a todo momento. Era como se um muro invisível existisse: a empresa não aceitava ideias não-solicitadas, e ouvia um “não sei” quando perguntava às crianças sobre o que elas gostariam que a LEGO fizesse.

Então, em algum ponto, a LEGO percebeu que poderia se beneficiar. Criou suas próprias plataformas digitais, a fim não de trazer as discussões não para o seu controle, mas de estabelecer um diálogo franco e contínuo com seus fãs – de todas as idades. De uma cultura centrada na empresa, a LEGO passou a pensar em uma cultura centrada nos consumidores (opa! Vemos uma influência de Theodore Levitt –LINK- aqui?).

Assim, seu público-alvo já não era formado somente por garotos de 7 a 12 anos. Nem seus produtos eram apenas bloquinhos coloridos. Saindo de uma miopia de marketing – LINK – para uma visão ampla, a LEGO percebeu que seu negócio são meios para desenvolver a criatividade.

Mas como ela passou de uma comunicação um-para-muitos para se tornar um exemplo de empresa que se relaciona com seus consumidores?

A LEGO entendeu que estabelecer relacionamento pessoal com fãs e ouvir pessoas que se importam com seus produtos são complementos importantes para os programas de pesquisa e desenvolvimento.

Por exemplo, o fórum dos “Embaixadores LEGO” possui 40 fãs de 19 a 65 anos, de 22 países. A comunicação com esse grupo é diária, e busca debater ideias e entender a percepção dos embaixadores sobre suas comunidades locais.

Já o grupo de “Profissionais Certificados LEGO” foi criado por entusiastas da marca, que regularmente organizam feiras e eventos. E a “First LEGO League” é um evento anual para inspirar crianças a aprenderem mais sobre ciência e tecnologia, construindo robôs de LEGO.

E finalmente, há o espaço Lego Cl!ck (LINK), “um pequeno lugar na internet dedicado à criatividade, à inovação e ao momento em que as ideias fazem ‘click’”. O site reúne posts, fotos, vídeos e tweets sobre conteúdos ligados à marca.

Ah sim: além dessas plataformas oficiais, a LEGO acompanha fóruns e blogs sobre a marca, estimulando a interação e o diálogo.

Está aí um exemplo de empresa “1.0” que passou a tirar proveito de tudo o que as mídias sociais podem trazer: criatividade, insights, pesquisa e fãs cada vez mais apaixonados, muito dispostos a colaborar. Só é preciso que alguém esteja disposto a ouvir. E isso a LEGO aprendeu a fazer.

(Fonte:  MídiaBoom)

Publicado por Carol - Comercial às 16h25

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12/04/2011

Preparem-se para o Dia das Mães

Em 2010, o dia das mães foi a data comemorativa com o segundo maior faturamento no comércio eletrônico, com R$ 625 milhões, atrás apenas do Natal. A data também foi o segundo maior ticket médio, R$ 380, perdendo somente para o Dia dos Namorados (ticket médio de R$ 400).

No ano passado, pela primeira vez a categoria de Produtos de Beleza e Saúde ficou em terceiro lugar no volume de pedidos, com 12% do total.

E nós já falamos que a classe C já é metade dos consumidores online. Então, antes de preparar suas promoções veja os números relacionados a estes 14 milhões de e-consumidores em 2010:

* 54% do consumo nacional de perfumes;
* 55% das compras de creme facial;
* 50% dos protetores solares;
* 54% dos esmaltes;
* 54% de toda a maquiagem consumida no país

E agora, o que você faz com os números? Converta em vendas. As dicas:

* Estudo feito pelo Google e NetPop Research LLC, identificou que o processo de compra de produtos de beleza é bastante curto: em média apenas 9 dias pesquisando até a compra, sendo que 13% dos entrevistados compraram imediatamente por impulso e 39% levaram menos de 1 dia pesquisando.

* Internet é a principal fonte de informação. Ofereça aos consumidores as informações que eles procuram.

* 57% dos entrevistados citaram que conseguem preços melhores, 55% consideram ser mais fácil comparar preços na rede.

* 48% das pessoas pesquisam online e compram off-line e 17% pesquisam e compram online. Tem loja física? Garanta a conversão independente do canal. Oferecer cupons de desconto para compras nas lojas pode ser uma boa estratégia de aumentar o fluxo e o ticket médio. Não tem loja física? Ofereça vantagens e convença seu consumidor a comprar em sua loja.

Faça as contas, prepare a sua campanha e boas vendas.

(Fonte: Blog do PagSeguro)

Publicado por Carol - Comercial às 11h24

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