Arquivo da Categoria ‘e-commerce’

08/11/2011

Com Natal, inflação no comércio eletrônico aumenta

Da segunda quinzena de setembro à primeira quinzena de outubro, os preços nos sites de e-commerce apresentaram inflação de 0,7%, segundo o índice e-flation, desenvolvido pelo Provar/FIA, em parceria com a Felisoni Consultores Associados.

Nos dois períodos anteriores, houve deflação de 1,1%. “Por conta da proximidade do Natal, já notamos aumento nos preços, tanto no comércio eletrônico como em lojas físicas. Com isso, a tendência é que, até o final do ano, continuará sendo constatada inflação sazonal em diversas categorias”, diz Cláudio Felisoni, presidente do conselho do Provar/FIA.

Seis categorias apresentaram inflação: brinquedos (0,2%), eletroeletrônicos (0,7%), perfumes e cosméticos (1,3%), livros (1,6%), linha branca (2,2%) e cine e foto (2,5%).

As categorias que registraram deflação no mês foram: telefonia e celulares (2,9%), CDs e DVDs (1,6%), medicamentos (0,4%), eletroportáteis (0,2%) e informática (0,1%).

(Fonte: Blog do PagSeguro)

Publicado por Carol - Comercial às 10h50

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03/10/2011

Comércio eletrônico brasileiro vai faturar R$ 18,7 bi em 2011

O comércio eletrônico deve faturar este ano R$ 18,7 bilhões, ante os R$ 14,8 bilhões registrados em 2010. A estimativa é da Empresa de Inteligência e Comércio Eletrônico (Ebit), que divulgou um levantamento sobre o segmento durante evento promovido pela Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de São Paulo (Fecomercio), em São Paulo.
Segundo o levantamento, os eletrodomésticos lideraram as vendas na internet, no primeiro semestre deste ano, seguido por produtos de informática, saúde, beleza e medicamentos, livros e assinaturas de jornais e revistas e eletrônicos.
De acordo com os dados, o Brasil é o quinto país com maior número de usuários de internet (80 milhões), com 27 milhões de consumidores eletrônicos. Este ano, 4 milhões de pessoas fizeram sua primeira compra online, sendo que 61% pertenciam a classe C.
A pesquisa mostrou ainda que durante o ano passado a satisfação com o serviço prestado pelas lojas virtuais ficou em perto dos 90%, caindo em dezembro, período em que a satisfação ficou em 84%.
O diretor de e-Commerce do Walmart Brasil, Flávio Dias, atribuiu essa queda da satisfação ao atraso para as entregas das compras de Natal, acarretados pela falta de planejamento das empresas que desprezaram o aumento da demanda no período que exige mais capacidade de manuseio, espaço para armazenamento e eficácia no transporte. “Sem capacidade de armazenagem o centro de distribuição fica abarrotado de mercadorias, o que torna o trabalho menos produtivo. Isso deve ter acontecido em alguns casos no ano passado”.
Ele atribuiu os atrasos também à obrigatoriedade da nota fiscal eletrônica e ao fato de que algumas empresas deixaram sua implementação para a última hora, além da cobrança de Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS) adicional em alguns estados. “O processo da nota fiscal eletrônica não é simples e a implantação deveria ter sido feita antes do aumento da demanda. O ICMS adicional também gera uma complicação operacional que atrasa o processo porque o valor tem que ser calculado item por item”.
Para Pedro Guasti, presidente do Conselho de Tecnologia da Informação e E-Commerce da Fecomercio, é importante o consumidor antecipar suas compras para o Natal para fugir de um possível “apagão logístico” que impeça as empresas de entregar as mercadorias no prazo prometido. “É importante no começo de dezembro o consumidor já efetuar a maioria de suas compras.”.
O presidente de uma das três maiores empresas de correio privado, Marcos Queiroz Monteiro, ressaltou que a plataforma de negócios montadas por algumas empresas já é bem maior e a capacidade de absorver mais envios também aumentou. “Estamos prontos para assumir a demanda do Natal. Claro que não posso falar por todo o setor, mas é importante que cada um faça sua parte, que o consumidor saiba onde está comprando, o embarcador saiba fazer promessas ajustadas e que o transportador cumpra sua parte”.

(Fonte: PagSeguro)

Publicado por Carol - Comercial às 11h58

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30/06/2011

Brasil tem quase 2 mil sites de compras coletivas, mas só 61% estão ativos

O Brasil está prestes a ultrapassar a marca de 2 mil sites voltados ao negócio de compras coletivas, informa nesta terça-feira (28/6) o portal Bolsa de Ofertas. Contudo, praticamente quatro em cada dez estão fora de operação.

Um levantamento feito pelo site e concluído na segunda-feira (27/6) aponta a existência de 1.890 sites de compras coletivas e de 73 sites agregadores de ofertas. No último levantamento, divulgado em fevereiro, havia 1.025 sites.

Na comparação com fevereiro, o número de sites de compra coletiva cresceu 84,3%. Em relação a 31 de janeiro, quando o Bolsa de Ofertas identificou 405 sites, o crescimento foi de mais de 360%.

Neste novo levantamento, o Bolsa de Ofertas classificou os sites de compras coletivas em ativos, inativos (sem ofertas há mais de 15 dias), novos (em fase de cadastramento de usuários), danificados (com problemas) e desativados (que já esteve ativo, mas não pode mais ser acessado).

Por esse critério, a maioria – 1.145, ou 61% do total – está ativa. Cerca de 17%, ou 326, foram considerados inativos e 11% (212) são novos. Os sites danificados somam 121 (6%) e os desativados, 86 (5%).

A proporção de sites ativos e inativos entre os agregadores de ofertas é mais positiva. Dos 73 agregadores identificados pelo portal, 67 estão ativos, 4 inativos, um danificado e um desativado.

Mais detalhes sobre a pesquisa podem ser obtidos no portal.

(Fonte: IDG Now!)

Publicado por Carol - Comercial às 10h42

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30/06/2011

Dia dos namorados movimentou R$ 680 milhões em compras via web

O comércio eletrônico cresceu no período do Dia dos Namorados – e movimentou boas cifras de dinheiro. De acordo com a e-bit, companhia que fornece informações sobre e-commerce, o setor lucrou cerca de 680 milhões de reais entre os dias 29/5 e 12/6.

A soma é 15% maior em relação ao mesmo período no ano passado, e foi obtida em mais de 2 milhões de encomendas realizadas via web. Destaque foi a presença inédita da categoria Moda e Acessórios no “Top 5” no ranking das categorias, com 8% do volume total, na 5ª colocação, abaixo de “Saúde, Beleza e Medicamentos”, “Informática”, “Eletrodomésticos” e “Telefonia/Celulares”, respectivamente.

“Mesmo com a desaceleração da economia nos últimos meses, o Dia dos Namorados contribuiu com números importantes para o e-commerce. Enfrentamos um período de desconfiança econômica e, mesmo assim, as vendas cresceram 15%. Vale lembrar que, no ano passado, a Copa do Mundo inflacionou as vendas na data, já que estávamos na iminência da competição”, comenta Alexandre Umberti, Diretor de Marketing e Produtos da e-bit.

“Com os eventos esportivos da década sediados no Brasil (Copa e Olimpíadas), esse segmento deve ganhar ainda mais força com as vendas de artigos do gênero, como camisetas de times e acessórios”, afirma o executivo.

(Fonte: IDG Now!)

Publicado por Carol - Comercial às 10h40

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20/06/2011

Sua empresa está pronta para os sites de compras coletivas?

O site de compras coletivas Groupon – líder do setor – tem atraído muita atenção desde sua criação, há três anos. Tanto veículos de mídias quanto estabelecimentos comerciais acompanham com curiosidade os passos da gigante precoce, que já atua em cerca de 500 mercados em mais de 40 países.À medida que o Groupon se aproxima de abrir seu capital o frenesi ao redor de portais do gênero só aumenta. É preciso, portanto, elucidar sobre que tipo de empresa só tem a ganhar com a oferta de cupons de desconto e quais têm muito a perder.

Assim, listamos a seguir sete efeitos negativos que portais de compras coletivas podem trazer para o seu negócio.

Você pode perder dinheiro
Histórias de horror – como o de uma cafeteria de Portland, nos Estados Unidos, que perdeu oito mil dólares com o Groupon – estão espalhadas pela Internet. Para algumas companhias, especialmente aquelas com altos gastos com manutenção e pouca margem de lucro – como academias de yoga – os resultados podem ser catastróficos.

Taxas
Atualmente o Groupon cobra 50% da quantia que o estabelecimento arrecadar com a promoção. Embora muitos digam que, ainda assim, vale a pena, é preciso ter em conta a taxa cobrada pelo serviço. Se algo não der certo, os sites de compras coletivas não dividirão o prejuízo com você.

Desvalorizando a própria marca
É você quem decide o preço das mercadorias que vende. Há uma razão para isso, seja o produto um sorvete ou um sapato – sem contar que, por vezes, o valor cobrado faz parte da imagem que o público tem do estabelecimento. Quando se decide fazer uma promoção agressiva a partir da oferta de cupons, isso implica que a sua companhia poderia ser mais flexível – ou bem mais flexível – com os preços que determina. Ou seja: passa a ideia de que o produto não vale o quanto se cobra por ele.

Atendimento
Seus funcionários, por saber que os clientes com cupons estão trazendo menos dinheiro à empresa do que consumidores que pagam o preço cheio, podem tratar os fregueses de maneiras diferentes. Em minha pesquisa, encontrei inúmeras pessoas que tentaram usar o desconto e, por esse motivo, foram mal atendidos. Elas não pensam duas vezes antes de divulgar suas impressões, o que pode ser péssimo para a imagem de seu negócio.

Insatisfação de clientes antigos
É difícil conseguir a fidelidade dos consumidores, mas, uma vez obtida, é preciso garantir que não se irá perdê-la. Um modo de deixá-los descontentes é, sim, oferecer um produto que eles compram há anos para um monte de pessoas pela metade do preço. Como seus fiéis clientes se sentirão?

Perda do controle
Os e-mails enviados com as promoções do dia contêm uma descrição rápida sobre o serviço ofertado. Embora o texto costume ser esperto e divertido, o estabelecimento não tem controle sobre o que será escrito. É lógico que ao outro lado – o portal de compras coletivas – também interessa tornar o negócio o mais interessante possível, mas, às vezes, a estratégia de venda, a publicidade veiculada, pode bater de frente com a imagem que você quer que sua marca tenha.

Não são seus clientes
Em geral, os usuários de compras coletivas adquirem um determinado produto atraídos pelo ótimo desconto oferecido. São esses os clientes que você quer? Serão esses que vão sustentar seu estabelecimento pelos próximos anos e elogiá-lo aos amigos, ajudando na divulgação da marca? Claro, há muitos consumidores que retornarão à loja, mas quanto à maioria, aquela que não vê grande utilidade no negócio e não mora perto – só quis aproveitar a oportunidade – qual a chance desse grupo retornar, disposto a pagar, desta vez, o preço cheio?

Muita calma nessa hora
O que fazer então? Tentar uma promoção a partir dos portais de compras coletivas ou deixá-los de lado? Antes de mais nada, estude os número de seu negócio. Alguns estabelecimento simplesmente não suportam a demanda gerada pelos maiores do gênero. Não seja convencido por uma moda e saiba que há outras formas de divulgar sua marca.

Se estiver convencido de que vale a pena tentar, entenda que tipo de consumidores você irá atrair e tente convencê-los a voltar. Por fim, peça a seus funcionários para que tratem bem todos os consumidores – mas que deixem claro como os fregueses de sempre são especiais.

(Fonte: IDG Now)

Publicado por Carol - Comercial às 11h41

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20/06/2011

10 Coisas que fazem as mulheres comprarem mais pela Internet

Há alguns anos atrás as mulheres passaram os homens em participação nas compras pela Internet brasileira. Junto com isso, veio o crescimento acentuado das categorias moda e acessórios, beleza e saúde. O tíquete médio dos homens é mais alto, uma vez que compram mais produtos eletrônicos e informática. Mas as mulheres compram mais quantidades e uma vez fidelizadas pela marca, tornam-se evangelistas da mesma.
Quando surgiu a idéia de escrever esse artigo, veio junto o receio de parecer “machista” ou ganhar outros adjetivos desagradáveis. Então convidei minha amiga Solange, a Ecommerce Girl, especialista em comércio eletrônico, para fazermos a quatro mãos. O resultado está aí. Não tivemos a pretensão de querer entender as mulheres, é só uma lista com dicas baseadas em nossa experiência adquirida ao longo de mais dez anos nos bastidores do e-commerce e de três anos ensinando e ouvindo lojas virtuais nos cursos de ecommerce da Ecommerce School. Vamos lá:

1. Não venda produtos, venda sonhos: mulheres são apaixonadas e sonhadoras por natureza. A roupa do personagem da novela ou do filme, aquilo que “está na moda” ou que “está todo mundo usando” devem estar na vitrine da loja virtual que quer agradar esse público. Como descobrir isso? Ninguém mais antenado do que os jornalistas. Vá até uma banca de jornal e dedique algum tempo lendo as manchetes de revistas femininas e de variedades. São elas que ditam tendências e mostram o que está em alta.

2. A Paixão: algumas categorias se destacam no gosto feminino. Despertam verdadeira paixão. Mulheres amam sapatos e bolsas. Também compram online artigos de beleza e saúde. Se olharem e amarem…nada vai impedi-las de comprar. O produto em si é importante, mas boas imagens e descrições ajudam a despertar paixão. Mostre detalhes dos produtos, uma fivela dourada ou um pequeno laço vermelho fazem toda diferença. Explore o zoom. Publique depoimentos de outras consumidoras apaixonadas. Descreva aromas e texturas com sentimentos.

3. O inacessível: inclua em seu mix de produtos coisas que normalmente não são encontradas nas lojas tradicionais, artigos importados, grifes e novidades que não são muito fáceis de comprar. A Victoria Secrets, que é de difícil acesso no Brasil, por exemplo. A mulher vai na loja física e lá eles fazem um cartãozinho com as medidas dela, calcinha e soutien… depois é só comprar pela numeração do cartão pela loja virtual. Algumas maquiagens de grife, também são de difícil acesso no Brasil. É um desafio que deve ser feito a quatro mãos: você e seu fornecedor. Por isso é importante manter bom relacionamento e amizade com esses fornecedores, são eles que vão lhe ajudar num bom mix de produtos e…na sua margem de lucros!

4. Novidades: o inconsciente coletivo feminino é diferente do masculino, “elas” sabem o que é “new”, que quase ninguém tem, “então eu quero ter”. A Internet é o lugar perfeito para isso. Um ótimo lugar pra tirar idéias: a banca de jornal, de novo. Navegue em sites e portais femininos, acompanhe atentamente o que elas dizem nas redes sociais e fóruns. Assim como na vida real, seja um ouvinte atencioso ao que as mulheres estão dizendo.

5. Use e abuse de promoções: poucas mulheres resistem ao: “Era 100,00 agora (só para vc…) por R$ 25,00″. Dizem as más línguas que “um homem é capaz de pagar o dobro do preço por uma coisa que ele precisa e uma mulher é capaz de comprar uma coisa que ela não precisa se está pela metade do preço”. Brincadeiras, a parte, habilite ferramentas de marketing viral e redes sociais para elas compartilharem as “barganhas” com as amigas.

6. Crie combos: explore ofertas do tipo “compre um e leve dois”. É uma das melhores jogadas para quem vende produtos femininos… mulheres adoram ser prestigiadas. Se elas sentirem que por comprar algo, levam outra coisa de graça… Vão comprar!

7. O Indispensável: toda mulher precisa de um “esfoliador multitasksuperx”(!??). Sabem que não é indispensável, mas a frase ? VOCÊ PRECISA TER UM…toca fundo no “eu” consumista feminino. Misture esse ponto com os itens 5 e 6 dessa lista e você terá uma receita infalível.

8. Venda praticidade: busque produtos que facilitem a vida. Mais uma vez é importante o uso de boas imagens e descrições mostrando o “como usar”, “como fazer”. De novo: depoimentos de outras consumidoras satisfeitas influenciam na decisão. Elas irão comprar.

9. Facilidade de pagamento: é possível pagar facinho? Em várias vezes no cartão? Sem ter que por a mão na carteira? Ela compra! Sem culpa! Lembre-se que as classes C e D estão presentes com força no e-commerce brasileiro. Esse público não olha pro preço à vista, elas olham para o valor da parcela. Algumas lojas já parcelam em boletos e cheques. É um risco, mas em qual retorno alto não há riscos?

10. Rapidez: os sites que querem vender (muuuitos) produtos femininos precisam seguir essa dica: poucos cliques para fechar a compra…porque se a compra se estender…ela abandona o carrinho! A rapidez de fechar a compra é o que faz a mulher finalizar o processo. Você já fez um teste de usabilidade em sua loja virtual? Convide sua avó, tia, priminha, enfim, diferentes perfis de internet users, dê um vale compras pra elas e peça para comprarem algo em sua loja enquanto você observa. Esteja atento à principais barreiras encontradas. Faça testes A/B.

Há empresas que vendem pesquisas de comportamento de compras detalhadas e específicas por sexo, idade e classe social. Claro que há muitos outros fatores psico-sociais envolvidos no ciclo de compra, mas o que pretendemos aqui foi dar alguns toques para que as lojas virtuais que atendem esse tipo de público, melhorem seus serviços e…seu faturamento, claro. Deixando as clientes satisfeitas, fica bom pros dois!

(Fonte: E-Commerce News)

Publicado por Carol - Comercial às 11h37

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24/05/2011

Comércio Eletrônico fatura R$ 760 milhões no Dia das Mães

O comércio eletrônico teve um Dia das Mães aquecido em 2011. Segundo a e-bit, a segunda data mais importante para o comércio eletrônico brasileiro faturou R$ 760 milhões entre 24 de abril e 8 de maio. O crescimento foi de 22% em relação ao mesmo período em 2010, sendo superior também ao registrado no varejo físico. De acordo com a Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL), nas lojas físicas o crescimento foi de 6,53%.As categorias de Saúde, beleza, cosméticos e medicamentos foram as preferidas pelos filhos na hora de presentear suas mães, com 14% do total de pedidos. Em seguida vieram Eletrodomésticos com 13%, e Informática com 11%. Completando os Top 5, figuraram Telefonia e Celulares, com 7% e Moda e Acessórios com 6%. O Ticket médio para a data ficou em R$ 350.

Ranking dos produtos mais vendidos no Dia das Mães em 2010

(Em volume de pedidos / transacional, entre 24/04/11 e 08/05/11)

Saúde, beleza, cosméticos e medicamentos 14%
Eletrodomésticos 13%
Informática 11%
Telefonia/Celulares 7%
Moda e Acessórios 6%

Foto: Jennifer, CC

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  1. E-commerce fatura R$ 625 milhões com Dia das Mães
  2. Todos prontos para o Dia das Mães
  3. Preparem-se para o Dia das Mães
  4. Banners Dia das Mães
  5. Dia das Mães com PagSeguro

(Fonte: blog do PagSeguro)

Publicado por Carol - Comercial às 12h02

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23/05/2011

Bate Papo sobre E-commerce em Maceió

Segundo uma pesquisa realizada pelo site Internet World Stats (site internacional que levanta pesquisas e estatísticas ligadas à internet) 1,96 bilhão de pessoas tinham acesso à rede mundial de computadores em junho de 2010, o que significa 28,7% da população mundial. No Brasil, estima-se que 75 milhões de pessoas já tenham conexão com a internet. Mediante o crescimento de usuários, muitos empresários de diferentes segmentos estão cada vez mais interessados em vender os seus produtos via comércio eletrônico.Um relatório realizado pela E-bit, juntamente com a Câmara Brasileira de Comércio Eletrônico, revelou que o e-commerce brasileiro obteve desempenho acima do esperado em 2010, visto que o faturamento foi de R$ 14,8 bilhões, tendo um crescimento de 40% frente aos R$ 10,6 bilhões faturados em 2009.

A difusão da internet não abriu as portas somente para o comércio eletrônico, mas também novos empreendedores que tiveram a ideia de abrir Lanhouses e viram nesse mercado um negócio promissor. Segundo pesquisa realizada em 2007 pelo Comitê Gestor da Internet, foi revelado que 49% de todo acesso à internet no Brasil é feito dentro de lanhouses. Na região Nordestina esse índice chega a 67% e na região Norte 68%.

Você já pesquisou em várias fontes de informação sobre as vantagens e desvantagens de se ter um comércio eletrônico? Mesmo sabendo das pesquisas que revelam o crescimento deste mercado você ainda não se sente seguro?  Tem dúvidas sobre o mercado das LanHouses? Então, que tal bater um papo sobre e-commerce e ainda ter a oportunidade de esclarecer suas dúvidas e trocar ideias sobre LanHouses? Nada como uma conversa informal e descontraída para esclarecer os questionamentos.

Pensando em esclarecer dúvidas e ainda trocar experiências profissionais de uma forma simples, fácil e interativa Lígia Dutra idealizou o Bate Papo Ecommerce, que tem por missão reunir profissionais para baterem papo sobre o dia a dia do comércio eletrônico. Este evento já completou 3 anos de existência no mês de março. Após um plano de expansão agregou várias capitas brasileiras como Vitória (ES), Rio de Janeiro, Aracaju (SE), Porto Alegre (RS), Campinas (SP) e muitas outras. No entanto este mês o BP E- Commerce vai contar com a participação do BP Lanhouses que tem o objetivo de esclarecer as principais dúvidas sobre este mercado.

Neste mês de Maio acontecerá a 1° Edição do Bate Papo Ecommerce e Bate Papo LanHouses em Maceió/AL, no dia 26, das 14h às 21h00.

Programação:

* 14h00 Boas vindas com Lígia Dutra
* 14h10 “Blogs Profissionais” – Tiago Nogueira
* 14h50 Pausa
* 15h00 Entrevista com Theo Braga
* 15h20 Coffee
* 15h40 Grupos de Bate Papo
* 17h00 Hora de dar tchau

Entrada: O BP é gratuito e solidário, por isso, pedimos 1 Kg de alimento não perecível para doarmos a uma instituição da cidade que esteja precisando.

Serviço:

Horário: 26/5/2010 de 14:00 às 21:00
Local: Auditório da Associação Comercial de Maceió
Rua: Sá e Albuquerque, 467, Jaraguá
Telefone: (11) 2387-7255
Programação BP LanHouses

* 17h30 Abertura do evento
* 17H40 Lan de inclusão digital
* 18h20 Lan Inovadora
* 18h50 Lan Revenda
* 19h30 Coffee
* 20h00 Grupos de Bate Papo
* 21h00 Encerramento

(Fonte: Blog do E-Commerce)

Publicado por Carol - Comercial às 12h00

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18/05/2011

Brasil tem seu primeiro e-commerce pelo Facebook

Foi lançada nesta quarta-feira, 18, a LikeStore, primeiro serviço online no país que permite a qualquer usuário ou empresa vender produtos diretamente pelo Facebook. A ferramenta estreia com o Show de Ingressos como a primeira loja dentro da rede social de Mark Zuckerberg.A LikeStore mira em dois mercados crescentes no Brasil: o do e-commerce, que já registrou movimentação de R$ 14,8 bilhões no país em 2010, de acordo com o eBit, e nos quase 20 milhões de brasileiros que utilizam o Facebook. No primeiro ano, o serviço espera realizar 150 mil transações com um ticket médio de R$ 120, movimentando um montante de R$ 18 milhões.

Neste primeiro momento, o desenvolvimento de lojas com o serviço LikeStore será restrito a grandes parceiros comerciais, como o Show de Ingressos, especializado na venda antecipada de entradas para grandes shows, parques, cinemas, teatros e eventos em geral. Hoje, os internautas cadastrados no Facebook poderão adquirir entradas para o show do Jack Johnson em Recife sem sair da rede, além de compartilhar com os amigos a compra feita. “Já estamos em negociação com outras empresas interessadas em ter o seu F-Commerce, que é como chamamos este tipo de loja, nas próximas semanas. Agora é o momento para criar parcerias com marcas estratégicas para acostumar o brasileiro à ideia de comprar dentro de uma rede social”, explica Gabriel Borges, diretor e idealizador da LikeStore.

Em breve, o serviço estará aberto para qualquer usuário da rede social criar a sua loja. Neste momento, os usuários do Facebook poderão transformar suas fan pages em uma vitrine de produtos, colocando imagens e descrições. Ao fazer a adição de um produto, automaticamente o serviço já envia uma mensagem ao seu mural, notificando a lista de amigos. Depois, qualquer um (amigo ou não) poderá acessar a parte do perfil que foi transformada em e-commerce, escolher o que interessa e, sem sair da rede, fornecer informações de compra.

Na LikeStore, os usuários podem compartilhar com amigos, caso desejem, qual compra foi feita. “Isso vai gerando um buzz, que é a grande característica das redes sociais”, comenta Borges. Ao vendedor, resta receber a confirmação de pagamento e despachar o produto.

(Fonte: AdNews)

Publicado por Carol - Comercial às 11h41

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17/05/2011

Comercio & Marketing Digital Móvel para as Classes C, D e E

Em sua última visita ao Brasil o Presidente dos Estados Unidos Barack Obama arriscou afirmar que o Brasil não é mais o país do futuro, pois o futuro já chegou ao Brasil. A palavra “futuro” pode ser interpretada como desenvolvimento sócio-econômico com sustentabilidade. Seria mais uma afirmação política de um chefe de Estado ou uma declaração com embasamento racional?

O melhor indicador de enriquecimento de um país é o crescimento da sua classe média. Dados divulgados pela FGV apontam que a Classe C brasileira passou a representar mais da metade da população brasileira e já ultrapassou as classes A e B em poder de compra. Se Obama teve acesso a este dado, seu discurso procede. Indo mais a fundo, as classes C, D e E juntas correspondem a 89,5 por cento da população: 50,5% classe C e 39% D e E. O estudo considerou a renda da classe média (C) entre R$ 1.126,00 e R$ 4.854,00, da classe D entre R$705,00 e 1.126,00 e da classe E entre R$ 0,00 e R$ 705,00. (Dados da FGV lançados em 2010 com base em dados de 2009).

É o crescimento e o fortalecimento da classe média que indicam um futuro promissor para o Brasil. Se este cenário se mantiver, tudo indica que teremos um mercado novo e com público crescente para explorar.

As boas notícias surpreendem tanto quanto as más, que remetem a um país do passado. Um exemplo é a estatística do IPEA que aponta que 40% da população brasileira não tem acesso à conta bancária. Imagino que pequenos mercados e comerciantes que atendem a esse público utilizam métodos pouco confiáveis, como vender fiado, e recebem em dinheiro dos clientes, que por sua vez recebem seus vencimentos também em dinheiro!

O paradoxo é que este cliente que recebe e compra usando dinheiro atende telefone celular. São mais de 207 milhões de acessos no Brasil em fev/2011 (dados da Teleco). De acordo com pesquisa recente da ABI research, os smartphones representaram 25% das compras de celulares no país em 2010. O número deve aumentar bastante em 2011 e nos próximos anos com a popularização dos dispositivos e aumento do poder de compra da população. O povo brasileiro já mostrou ser consumidor assíduo de tecnologia.

Outro comportamento observado nas classes emergentes é a disposição de participar de programas de propaganda móvel com explícita aceitação do usuário (opt-in).

Como usar a tecnologia a favor de um público que não tem conta em banco, mas ao mesmo tempo tem celular, e aproveitar ao máximo o potencial deste mercado? Soluções de pagamento móvel, como o mobile wallet, podem ser parte da resposta. É um exemplo de serviço que mostrou bons resultados em países emergentes e até pobres, utilizando o dispositivo móvel como recurso para realização de micro pagamentos. A unidade de moeda é convertida em créditos que podem ser transferidos entre pessoas e empresas através do celular.

As classes de C, D e E estão em ascensão econômica no Brasil, cada vez mais conectadas através do celular e tem disposição de estar presente nas iniciativas de Mobile Marketing, ao mesmo tempo em que boa parte deste público não tem acesso à conta bancaria. Neste cenário, iniciativas unindo soluções de Mobile Wallet e Mobile Marketing tem grande chance de sucesso no Brasil. Tecnologia para isto não falta – a própria Alcatel-Lucent tem a sua contribuição a oferecer na área. É necessário estimular a discussão entre Governo, operadoras de telefonia celular e anunciantes para revolucionar a forma como as pessoas recebem anúncios e realizam suas compras com apoio da tecnologia e sem discriminação de classe social.

(Fonte: Blog do E-Commerce)

Publicado por Carol - Comercial às 11h22

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