Arquivo da Categoria ‘e-commerce’

25/04/2011

Receitas com anúncios on-line superou os US$ 26,04 bi em 2010

As vendas de anúncios on-line superou os US$ 26,04 bilhões em 2010, aumentando em 14,9% com relação ao ano de 2009, de acordo com um estudo do Internet Interactive Advertising Bureau’s (IAB) divulgado recentemente. Esta forma de comércio teve um grande crescimento no volume de vendas, o que significou aumento no valor dos anúncios.

As receitas de 2010 trouxeram a internet pela primeira vez ao segundo lugar em valor total das receitas de publicidade. Fica atrás da TV, em que as cifras dos anúncios chegaram a US$ 28,60 bilhões, e ultrapassando os jornais, que fecharam em 22,80 bilhões de dólares.

Anúncios em sites de busca representaram cerca de US$ 12,00 bilhões, ou 46% da receita total. Exibição de publicidade gerou US$ 9,90 bilhões, ou 38%. Banners e outros anúncios de exibição não-animados chegaram a 24%, seguidos de publicidade de “mídia rica” (6% dos gastos totais com publicidade on-line), anúncios de vídeo digital (5%) e patrocínios (3%).

Os varejistas gastaram mais dinheiro com publicidade digital em 2010 do que qualquer outra indústria, contribuindo com 21% do total, ou cerca de US$ 5,54 bilhões em receitas online. Telecomunicações (16%), serviços financeiros (12%) e a indústria automobilística (11%) foram os setores que ficaram com as posições seguintes no total gasto.

As receitas do quarto trimestre de 2010 indicam que 2011 deverá ser um ano de crescimento, afirma Sherril Mane, vice-presidente da IAB em serviços industriais. O quarto trimestre de 2010 foi o mais forte da história da indústria.

O relatório da IAB, elaborado pela PricewaterhouseCoopers a partir de informações fornecidas pelas empresas de vendas de publicidade e dados disponíveis ao público em geral, também estimaram os gastos com publicidade móvel pela primeira vez. Ele estima que os anunciantes gastaram entre US$ 550 e 650 milhões em anúncios especificamente concebidos para dispositivos móveis, como celulares. O IAB não dividiu os gastos com publicidade por tipo especifico de tecnologia móvel.

O IAB não projeta os gastos futuros, mas John Shuler, diretor-gerente da empresa de pesquisas Veronis Shuler Stevenson, prevê que os gastos em publicidade móvel atingirão os US$ 8 bi em 2014, afirmando que a “publicidade em mídias móveis tem um futuro promissor’.

(Fonte: E-Commerce News)

Publicado por Carol - Comercial às 10h31

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25/04/2011

Varejo deve liderar investimentos em publicidade on-line no ano de 2011

O comércio varejista gastou mais em publicidade na web que qualquer outra indústria, de acordo com as novas estimativas divulgadas pelo eMarketer, empresa de mídia digital e pesquisas de marketing.

Os varejistas irão gastar um total de US$ 5,73 bilhões em publicidade online este ano, 11% a mais dos que os gastos de US$ 5,16 bilhões despendidos em 2010, prevê o estudo. Os gastos com publicidade na web por parte dos varejistas irá alcançar Us$ 9,36 bilhões em 2015, quando chegará a um total de 21% de todos os gastos com publicidade online nos Estados Unidos, um pouco acima dos 20,1% alcançados em 2011.

O gasto total nos EUA com publicidade online vai aumentar 10,5% este ano, e atingirá US$ 28,5 bilhões, devendo chegar a US$ 44,5 bilhões dólares em 2015, afirma a eMarketer.

No entanto, as indústrias não-varejistas irão aumentar seus gastos para este ano em publicidade na web em uma proporção mais rápida do que fizeram os varejistas, afirmou a eMarketer. Empresas produtoras de bens manufaturados irão aumentar seus gastos em 29% atingindo os US$ 2,66 bilhões ainda este ano. A indústira automobilística vai aumentar 14%, chegando US $ 3,24 bilhões dispendidos, enquanto a indústria farmacêutica vai aumentar seus gastos em publicidade on-line em 13%, para chegarem a US $ 1,17 bilhões. A empresa de pesquisa atribui as maiores taxas de crescimento no gasto em publicidade nestes segmentos devido ao crescente aumento em suas vendas on-line.

“Muitas indústrias que tradicionalmente focaram sua propaganda na TV e na mídia impressa agora veem a midia on-line como a que tem a relação custo-benefício ideal para ampliar e complementar as suas campanhas já existentes”, diz Victoria Petrock, analista de pesquisa sênior da eMarketer.

Como resultado deste crescimento de setores que antes não investiam tanto em tal forma de publicidade, a empresa espera que os gastos de anunciantes já mais maduros em tal veículos, como empresas de telecomunicações, serviços financeiros e agências de viagens, irão perder parcela relativa no total até 2015.

(Fonte: E-Commerce News)

Publicado por Carol - Comercial às 10h30

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03/03/2011

O poder das mulheres no comércio eletrônico

As mulheres  estão em menor número na internet, mas nem por isso elas compram menos. São mais participativas nas redes sociais, compram a mesma quantidade que os homens e a tendência é que seja ainda maior. Não obstante, elas vêm com força e já mostram sua sensibilidade ao quesito “Compras OnLine“.Quando o assunto é rede de relacionamentos é quase inevitável não pensar no público feminino. De acordo com uma pesquisa divulgada em 2009, as mulheres comandam as redes sociais e mídias sociais. A pesquisa foi realizada por David McCandless, do blog Information is Beautiful, na qual verificou que das 17 redes pesquisadas, 13 são comandadas por mulheres, e nas outras 4 há equilíbrio entre os sexos.

Ainda nessa pesquisa pode-se perceber que nas 4 redes sociais onde há equilíbrio, estão o LinkedIn e o YouTube, desmitificando a idéia que os homens são os que mais vêem vídeos através do gigante portal de vídeos do Google. Os outros dois portais em que houve empate foram DevianART e Del.icio.us.

De olho nesse potencial gênero, a Lojas Renner passa a ter sua linha de produtos disponível para venda on-line. É verídico que elas ainda preferem as compras off-line, olhar as prateleiras e experimentar cada produto frente ao espelho . Porém, cabe à empresa cativar esse público e lhe dar o inesperado, buscando excelentes estratégias de marketing digital. A empresa utiliza o twitter para divulgar seus produtos e promoções e já conta com mais de 12 mil seguidores.

Em pesquisa realizada no 1º semestre de 2010 pelo e-Bit, foi constatado que 55% dos consumidores que fizeram uma compra pela internet e foram influenciados por uma rede social são mulheres. No e-commerce em geral a divisão é feita exatamente igual: 50% mulheres e 50% homens.

A partir destas informações é possível compor a idéia de que as mulheres são mais influenciadas pelas redes sociais frente aos homens. Sabe-se que as mulheres são mais sensíveis a opiniões sobre um produto, por isso buscam maiores informações sobre apreciações, conceitos e análises de quem já utilizou tal produto.

Essa participação feminina no comércio eletrônico vem aumentando significativamente. Em 2001, elas representavam 39%, em 2005, 42% e já em 2010, representam 50% dos e-consumidores.

É difícil mensurar o resultado de marketing nas redes, pois nem sempre o resultado é um clique que levará à compra de um produto. O fortalecimento da marca é o mais relevante nessa área. Milhares de usuários estão criticando e elogiando seus produtos, e é por isso que é necessário estar frequentando fóruns e o que mais for necessário, para saber o que estão dizendo, e a partir de então, agir estrategicamente.

Contudo, compreende-se a necessidade das empresas possuírem um perfil nas redes sociais e relacionarem-se com seu público. Nesta etapa, deve-se tomar um enorme cuidado para não ser intrusivo e destruir a imagem de sua empresa. Jamais deixe sua propaganda ser explícita. Sempre que puder, faça comentários, levante discussões saudáveis e mantenha-se atualizado com o mercado e o mundo que o seu público está inserido.

(Fonte: Blog do E-Commerce)

Publicado por Carol - Comercial às 15h07

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11/02/2011

Capital Social – O consumidor no comando

Os hábitos de consumo estão mudando, sobretudo com a popularização do comércio eletrônico, que traz consigo uma série de peculiaridades quanto à conquista, fidelização e manutenção de relacionamento junto ao consumidor. Tendo em vista tais mudanças, é preciso criar estratégias de marketing adaptadas a esse novo modelo de consumo.

O comportamento do consumidor online mudou porque a Internet mudou. A forma e finalidade com que as pessoas a acessam é diferente de 6 ou 7 anos atrás. E pode-se atribuir grande parte dessa mudança a dois fatores: os sites de busca e as redes sociais, que geraram duas práticas simplesmente essenciais a qualquer negócio, o Marketing de Busca, e o Marketing de Relacionamento, respectivamente.

O primeiro, a grosso modo, refere-se à visibilidade da empresa nas buscas que envolvem as principais palavras-chave ligadas ao seu negócio, seja nos resultados orgânicos (naturais), seja por meio de links patrocinados.

Já o Marketing de Relacionamento refere-se à criação de laços entre a empresa e seu cliente, sendo as mídias sociais a principal ferramenta de manutenção destas interações.

Agora entenda onde quero chegar com essas explicações:

A situação se inverteu. Há poucos anos as empresas tinham certa dose de poder sobre o cliente, uma vez que a comunicação entre eles era um tanto quanto unilateral. Demandava certo esforço para que um cliente fosse de fato ouvido pela empresa ou mesmo por um número significativo de outros clientes. As mídias sociais alteraram esse quadro, pois possibilitaram contato direto entre o consumidor e a empresa e, principalmente, entre o consumidor e outros milhares de consumidores.

Ou seja, graças às mídias sociais um consumidor satisfeito pode divulgar uma boa imagem da marca para milhares e, por vezes, milhões de outros consumidores. O mesmo vale para um consumidor insatisfeito, que pode divulgar a falha da empresa a inúmeros consumidores, denegrindo-a.

Tal potencial de comunicação e divulgação, aliado a fatores como a forte concorrência gerada pela Internet, sobretudo graças ao já citado site de buscas, conferiu ao consumidor grande poder de influência sobre as empresas, possibilitando que ele tomasse as rédeas da relação.

Dessa forma surgiu às empresas a necessidade de ir além de fornecer um produto em troca de dinheiro. Passou-se então a oferecer relacionamento, falar com o cliente e ouvi-lo, em troca de sua preferência e uma boa imagem.

Uma troca no mínimo justa, pois quando a empresa aplica de forma correta e sustentável suas ações de Marketing de Relacionamento, ela ganha a empatia de seus clientes, criando então uma legião de evangelizadores da marca, que espalham pela Internet via mídias sociais, os atributos da empresa.

Quando uma empresa atinge este status, de ser divulgada pelo próprio cliente, pode-se dizer que ela conquistou uma das maiores forças de mercado que existem: o Capital Social.

(Fonte: Blog do E-Commerce)

Publicado por Carol - Comercial às 15h12

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01/02/2011

Chargeback – O fantasma do E-Commerce

Por um erro de falta de informação, aprendi das piores maneiras possíveis o que é Chargeback. Quando você se afilia às operadoras de cartão de crédito  (Ciello, Redecard, Amex) para iniciar suas vendas online, em nenhum momento eles lhe informam o que é o temido chargeback – na verdade essa informação consta no site das operadoras, mas você tem que procurar bastante. Como um bom brasileiro, assinamos um contrato sem ao menos ler.O que é Chargeback?

O chargeback é o cancelamento da transação pelo portador do cartão pelo não reconhecimento da compra, o motivo mais recorrente. Isso acontece assim:

1. Você faz uma venda por cartão de crédito.

2. A administradora aprova a transação e o crédito cai na sua conta.

3. Como um bom vendedor, você envia imediatamente a mercadoria.

4. De 20 à 40 dias (sim, já recebi um aviso após 40 dias) você recebe uma carta da administradora do cartão dizendo que o portador não reconhece a compra e que o dinheiro vai ser debitado de sua conta. Simples assim!

Aí você pergunta: por que diabos o portador do cartão não reconheceu a compra? Primeiro, o número deste cartão pode ter sido clonado e está sendo utilizado por outras pessoas. Segundo, o portador do cartão está agindo de má fé – e isso acontece muito. Esses indivíduos fazem uma compra online, mandam entregar em um endereço diferente do cartão e quando chega a fatura, eles ligam na operadora e cancelam a venda.

Não é o fim do mundo, existem maneiras para se ter mais segurança. Apenas para deixar claro que esse risco ocorre somente com lojas que fazem contrato direto com as operadoras. Caso você utilize gateways de pagamento como PagSeguro, Pagamento Digital, MoIP, fique tranquilo, eles garantem a transação.

Já quando se faz contrato direto com as operadoras, você tem duas opções de segurança: por conta própria ou contratar serviço de empresas especializadas neste tipo de operação.

Por conta própria

1. Ao efetuar uma venda, ligue para o telefone informado no cadastro da compra e peça que confirme as informações. Muitos golpistas não estão preparados para fornecer imediatamente os dados que foi inserido no site.
2. É importante seu sistema gravar o IP, data e hora da transação. Existem ferramentas de GEOIP como a MaxMind que fornece a localização aproximada de certo IP. Compare o endereço de entrega com o endereço do IP. É importante gravar o IP pois você pode tentar reaver a mercadoria através de denúncia nas polícias especializadas em crime virtual. (já vi isso acontecer)
3. Em caso de vendas que envolva um valor alto, peça gentilmente para o comprador enviar uma cópia (apenas titular e endereço) da fatura via FAX.
4. Monitore e guarde a troca de e-mails entre sua loja e o consumidor.

Contratando empresas especializadas

Aconselho a contratação de empresas especializadas, pois as ferramentas que possuímos para fazer uma análise de risco nem se compara com a dessas empresas. Mesmo porque o tempo que perdemos para analisar uma transação manualmente, vale mais a pena contratar a terceirizada. Sem contar que a integração é fácil e rápida. A questão é que não existe o melhor meio de pagamento e sim o ideal para o perfil da sua empresa.

(Fonte: Blog do E-Commerce)

Publicado por Carol - Comercial às 11h32

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31/01/2011

De lojista a consumidor

Todo lojista que se preza é intrinsecamente um nato consumidor comercial e/ou pessoal, ou seja, ele conhece todos os meandros das necessidades de uma negociação que o deixam satisfeito e principalmente com vontade de continuar sendo cliente do estabelecimento. Então não é errado dizer que: o melhor consultor para o lojista é o próprio lojista, para lhe dizer se os processos de vendas, atendimentos e pós-vendas são excelentes e lhe agradam. Listamos alguns fatores que fazem com que qualquer consumidor sinta-se bem atendido e logo se torne um cliente fiel.Informações Claras e Objetivas

Todo consumidor sente mais seguro e respeitado quando consegue, facilmente, encontrar o que procura. É importante que todas as informações pertinentes ao negócio estejam dispostas para criar um ambiente confiável. Por exemplo, forma de contato sempre visível, conteúdo relevante destacado.

Vários Canais Atendimento Rápidos e Diretos

Quanto mais canais de atendimentos como telefones, bate-papo online, e-mails, mais tranqüilidade para o consumidor na hora de sanar suas dúvidas antes de executar a compra. Se esses atendimentos forem rápidos e com o resultado satisfatório para o cliente, melhor ainda já que todo mundo gosta de ser bem atendido.

Preços Competitivos

O preço não é um fator único e diferencial na concretização da venda, porém se estiver muito acima dos padrões de mercado, ainda mais hoje em dia com as facilitadoras ferramentas de comparação de preço, poderá fazer com que o cliente, mesmo sendo assíduo da loja, desista da compra. Apesar do fator preço não ser único, ele tem grande peso na hora da decisão de compra. (mais…)

Publicado por Carol - Comercial às 16h18

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27/01/2011

E-Commerce terá expansão internacional em 2011

2011 será o ano do e-commerce finalmente transpor fronteiras, segundo análise da Forrester. Em 2010, alguns varejistas já começaram este movimento, como a Gap que lançou seu site no Reino Unido e China, ou a Zara que lançou operações de e-commerce em seis países da Europa.Por mais que Canadá e Reino Unido ainda estejam no topo da lista de destinos mais procurados por varejistas online americanos, os mercados emergentes prometem agitar 2011.

Uma pesquisa da McKinsey indica que mais de 75% das empresas pesquisadas esperam ver lucros advindos de suas operações em mercados emergentes nos próximos cinco anos – metade delas espera que esse lucro represente acima de 25% do total.

Segundo a analista da Forrester, Zia Daniell Wigder, algumas tendências de e-commerce são esperadas para 2011:

  • As opções de frete internacional vão aumentar – Várias soluções tecnológicas que estão chegando ao mercado vão facilitar o envio de produtos pelo mundo. Esta ainda permanece de longe uma das maneiras mais populares para os varejistas online americanos atingirem consumidores internacionais, revelou pesquisas da Forrester.
  • Antes de expandir é preciso melhorar a infraestrutura interna – o ideal mesmo é aumentar a eficiência e infraestrutura interna antes de almejar o que atrás da fronteira. Ainda: antes de entrar com tudo, vale antes usar a tática do tópico anterior, de oferecer entrega via frete para entender o novo mercado.
  • Os departamentos que cuidam da expansão do e-commerce serão centralizados  – Muitos se fala sobre administrar localmente empresas multinacionais. Fato é que hoje sabe-se que os modelos mais eficientes são uma mescla de regional com global, mas com uma administração centralizada. Muitas empresas americanas tinham a tarefa de se adaptar ao mercado local para entender desejos e necessidades e responderam a isso com escritórios locais, o que resultou em desencontros administrativos. As novas estratégias de expansão internacional têm tentado uma nova forma de modelo centralizado que usa a tecnologia para entender as nuances de cada mercado global.

China estará no topo da maioria das iniciativas de expansão na web – Nos últimos dois anos, a maioria dos executivos marcava Japão como o melhor destino de iniciativas de e-commerce na Ásia. Agora a China tomou seu lugar. Com a maior população online do mundo – um mercado de quase US$ 50 bilhões, que cresce acima de 25% ao ano – a China tornou-se o único país capaz de rivalizar com os EUA no longo prazo.

Brasil aparece como mercado promissor

Brasil está no radar da expansão – O país é frequentemente citado como um dos mais promissores, e curiosamente os maiores investimentos de e-commerce vêm exatamente de varejistas locais. Alguns varejistas online americanos, entretanto, têm anunciado a abertura de sites no país para atender demanda interna. Walmart lançou a tendência em 2008, em 2010 Sephora comprou 70% do brasileiro Sack’s. Os próximos 12 meses devem aumentar o interesse nesse mercado que cresce acelerado.

(Fonte: Blog do E-Commerce)

Publicado por Carol - Comercial às 14h54

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20/12/2010

5 livros indispensáveis para a sua cabeceira quando o assunto é e-commerce

Você costuma ler muitos livros? Que bom, então confira as dicas de leitura do CobreDireto para você turbinar o seu e-commerce e aproveitar ao máximo desse mercado em que o futuro acontece hoje. Prepare uma caneta e papel (ou o Notepad, como preferir), pois as dicas saem do forno agora:

1 – Como abrir uma Loja Virtual de Sucesso – Maurício Salvador – Editora Gramma – R$ 39,00

Maurício Salvador é, sem dúvida, uma das pessoas mais influentes do comércio eletrônico no país e em seu livro recém-lançado “Como abrir uma Loja Virtual de Sucesso”, relata de forma didática e conceitual o processo que via desde a aquisição do seu primeiro domínio a técnicas avançadas de otimização para buscadores, o famoso SEO. Confira maiores informações sobre o livro e compre-o online através do site: http://www.comoabrirumaloja.com.br/

2 – E-Commerce: Business, Tecnhology, Society – 4th Edition (em inglês) – Kenneth Laudon – Editora Prentice Hall– Em média R$ 300,00

O livro escrito pelo norte-americano e especialista em comércio eletrônico Kenneth Laudon é um prato cheio para quem quer se aprofundar na arte de vender produtos, serviços e soluções pela internet. Em quase 900 páginas de puro conhecimento, o leitor é levado a diversas situações cotidianas do mercado de e-commerce global, mostrando todos os tipos de desafios que o aguardam neste ramo.

3 – E-Commerce nas Empresas Brasileiras – Eduardo Vasconcellos – Editora Atlas – Em média R$ 50,00

Contando histórias verídicas através de cases bastante interessantes, Eduardo Vasconcellos mostra as vantagens e desafios dos empreendedores que já possuem uma loja no meio físico e desejam se aventurar no meio eletrônico. É uma boa pedida para os iniciantes, sobretudo os que tomam cases como base para seus próximos passos. Saber por quais caminhos não trilhar é um dos primeiros passos do sucesso.

4 – O mais completo guia sobre E-commerce – Rob Smith – Editora Futura – Em média R$ 70,00

Este livro é uma adaptação da passagem americana de 400 páginas escrita por Rob Smith em parceria com Mark Speaker e Mark Thompson. Mesmo sendo um livro do ano 2000, demonstra visões totalmente atualizadas à realidade do e-commerce brasileiro, bem como demonstra cases de sucesso internacionais que podem inspirar novos empreendedores.

5 – E-Commerce – Luciane Catalini, André Kischinevsky, Eduardo Ramos e Heitor Simão – FGV Editora – Em média R$ 25,00

Trata-se de um livro com uma abordagem mais expansiva, de agradável leitura para leigos no mundo do e-commerce. Para os mais experientes pode ser um excelente guia de bolso para que possa motivá-los a dar mais atenção a aspectos comumente esquecidos ou deixados de lado.

Boa leitura!

(fonte: Blgo do CobreDireto)

Publicado por Carol - Comercial às 10h15

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20/12/2010

Acabou o Natal no e-Commerce‏

Muitas lojas continuarão vendendo com a promessa de entrega até o dia 24/12, mas tome cuidado para não correr riscos e ter aborrecimentos. Os grandes players que não trabalham com os Correios conseguem entregar em um prazo menor, pois possuem estratégias com suas empresas de logística.

Esta semana observem que o foco da Campanha de Natal – destes  players – será a comunicação da entrega garantida para determinadas regiões do país até o dia 24/12.

Buscando incentivar as vendas e atender os consumidores que ainda não fizeram as suas compras de Natal, os  EUA está na 3a edição anual do “Dia do Frete Grátis” (Free Shipping Day). Um evento criado pelo site Free Shipping  com o objetivo de oferecer a entrega gratuita e garantida até a véspera do Natal. Nesta edição, pelo menos 125 lojas online estão participando.

O Natal  é a data mais importante do “varejo” no mundo. Existem comércios que conseguem incrementar o faturamento em até 100% no fim de ano. Segundo a estimativa  da e-bit,  o período (15 /11 a  24 /12/10) deve faturar 2,2 bilhões no comércio eletrônico brasileiro.

Portanto, fique atento à sua performance.

* Qual foi a sua participação no mercado que faturou 10,6 bilhões em 2009?
* Qual é a estimativa para fechar 2010?
* Quanto falta para alcançar esta meta?

Se este foi o 1o Natal da sua loja virtual,  comece o dia 03 de janeiro fazendo algumas análises do período. Como:

* Faturamento

* Infraestrutura (atendimento, entrega, estoque, frete, verba, etc.)

* ROI – Retorno sobre Investimento  (Return on Investiment)

* Participação de Mercado (Share of Market)

Um planejamento mal elaborado significa perder  o trabalho realizado durante o ano inteiro. Com a análise, planeje suas vendas  e consiga melhores resultados nas ações de Natal 2011. Atente-se aos resultados e a infraestrutura de seu e-commerce  e garanta sua fatia na data sazonal mais representativa do mercado.

(Fonte: O Pé de Feijão)

Publicado por Carol - Comercial às 09h45

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16/12/2010

Sites de compras coletivas: conheça os direitos dos consumidores

Com descontos agressivos, que podem chegar a 90%, os sites de compras coletivas atraem cada vez mais consumidores que querem aproveitar suas ofertas. Contudo, de acordo com o Idec (Instituto Brasileiro de Defesa do Consumidor), antes de dar o último clique e passar o número do cartão de crédito, é preciso tomar alguns cuidados, entre eles, conhecer os próprios direitos.Segundo alerta a advogada do Instituto, Maíra Feltrin Alves, o consumidor deve ser informado de forma clara de todas as condições da contratação e utilização do produto ou serviço, como as formas de pagamento, as condições de utilização e a validade da oferta.

Além disso, quem é adepto deste tipo de compra deve sempre observar se o site informa qual a quantidade de pessoas que precisam adquirir a oferta, para que ela seja válida, e se mostra o número de pessoas que já aderiram à promoção.

“Se o serviço precisa de agendamento prévio, por exemplo, isso deve estar claro no site. O agendamento é legal, mas deve ser informado ao consumidor”, diz a advogada.

Segurança nas compras nos sites de descontos

Outro ponto importante, quando o assunto é compra coletiva, é a segurança. Neste caso, é necessário verificar se o site possui o desenho de um cadeado (geralmente no canto inferior direito) e se o endereço começa com https – que evita que as informações fornecidas por clientes sejam visualizadas por terceiros.

No caso da negociação de compras de tratamentos estéticos ou odontológico, o consumidor também deve sempre verificar se o local possui autorização da Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) para funcionar, conversar com quem já desfrutou do serviço e pesquisar em sites de busca, no Reclame Aqui ou no site do Procon se há reclamações contra o estabelecimento.

Problemas com sites de compras coletivas

Ainda falando de compra coletiva, Maíra explica que, se houver algum problema, o provedor que for intermediador da compra, bem como o fornecedor, respondem solidariamente pelo ocorrido, podendo o consumidor procurar por qualquer um deles para resolver o assunto.

A medida, diz ela, está prevista no CDC – Código de Defesa do Consumidor e torna abusivas cláusulas que digam, por exemplo, que o site não se responsabiliza por produtos ou serviços oferecidos por parceiros.

Por outro lado, explica ela, os agregadores de sites, que reúnem em uma só página a oferta do dia de todos os sites de compras coletivas, não são responsáveis, já que se enquadram na categoria meios de comunicação.

(Fonte: Blog do E-Commerce)

Publicado por Carol - Comercial às 11h22

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