Arquivo da Categoria ‘Publicidade Online’

09/05/2011

Top of Mind Internet 2011 destaca as marcas mais lembradas pelos internautas

O Instituto Datafolha anunciou na terça-feira (3/5), em São Paulo, as marcas vencedoras do prêmio Top of Mind Internet 2011, que destaca as empresas com mais destaque entre os internautas brasileiros. Foram apontados vencedores entre mais de 20 categorias.A premiação foi acompanhada do evento “O Poder do Digital”, que debateu a relevância da classe C na web e as mudanças que a Internet tem trazido em termos de educação, consumo e vida.

Para produzir o levantamento, o Datafolha realiza anualmente uma pesquisa por amostragem entre pessoas com 14 anos ou mais que acessam a Internet pelo menos três vezes por semana. São incluídas no estudo as cidades de São Paulo, Rio de Janeiro, Belo Horizonte, Porto Alegre, Salvador e Brasília.

Entre os entrevistados de 2011, 48% disseram já ter feito compras pela Internet – há cinco anos, esse porcentual foi de 40%. Desse grupo, 15% afirmaram ter feito mais que cinco compras nos últimos seis meses.

Outra revelação da pesquisa é que 34% dos entrevistados afirmam já acessar a Internet por meio de aparelhos portáteis, como smartphones.

Tecnologia
Nas categorias relacionadas a tecnologia, as marcas premiadas foram Dell (computador e notebook), Nokia (celulares), Americanas (comércio eletrônico), Sony (câmera digital), LG (TVs) e Net e Sky (TV por assinatura).

Segundo o Datafolha, a LG continua sendo a marca mais lembrada pelos internautas, porém aproxima-se da Samsung. Em 2010, a distância entre as marcas era de 11 pontos porcentuais e, em 2011, essa diferença caiu para 3 pontos.

Em computador e notebook, a marca Dell é seguida por Positivo, LG, HP e Samsung. Segundo a pesquisa, a Dell tem seu melhor índice entre os mais escolarizados e com renda mais alta. Curiosamente, 67% disseram não se lembrar de nenhuma marca de acessórios de informática.

Entre as operadoras de celular, a Oi – lembrada por 30% dos entrevistados – ampliou sua margem em relação à segunda colocada Vivo (22%).  Em terceiro ficou a Claro (19%) e, em quarto, a TIM (14%). Em termos de aparelho celular, por sua vez, a marca mais lembrada foi a Nokia (29%). Samsung aparece em segundo (15%) e Motorola, em terceiro (12%).

As operadoras Net e Sky dividiram o primeiro lugar na lembrança do público, com 32% e 31%, respectivamente – o que, segundo os critérios do Datafolha, representa empate técnico.

Já em e-commerce a marca mais lembrada foi a Americanas (17%). Segundo o Datafolha, é a quinta vez que a marca emerge como campeã. Em segundo lugar aparece o Mercado Livre (12%). Submarino (10%), Casas Bahia (3%), Netshoes (3%), Ponto Frio (2%), CompuFácil (2%) e Magazine Luiza (2%) completam a lista.

Desde 2007, o prêmio Top of Mind Internet recebe o apoio do UOL.

Lista
Confira a lista dos vencedores, por categoria:

1. Artigo esportivo: Nike

2. Computador e notebook: Dell

3. Operadora de telefonia celular: Oi

4. Aparelho celular: Nokia

5. Banco: Itaú

6. Plano de saúde: Unimed

7. Cartão de crédito: Visa

8. Companhia de seguros: Porto Seguro

9. Automóvel: Fiat

10. Empresa aérea: TAM

11. Cerveja: Skol

12. Lanchonete: Mc Donalds

13. Refrigerante: Coca-Cola

14. Fabricante de alimentos: Nestlé

15. E-commerce: Americanas

16. TV por assinatura: Net/ Sky (Empate por margem de erro)

17. Produtos de higiene pessoal: Colgate

18. Produtos de beleza: Natura

19. Refrigerador: Brastemp

20. Câmera digital: Sony

21. TV: LG

22. Instituição de ensino: Estácio de Sá

(Fonte: IDG Now!)

Publicado por Carol - Comercial às 11h13

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02/05/2011

Como reconquistar clientes perdidos

Por Daniela Falcão*

Você trabalha da melhor forma possível, coloca seu coração no negócio, mas ele não cresce. Existem muitas razões para isso, mas, com certeza, a perda de clientes é um “alerta importante”. Não existe negócio no mundo com 100% de retenção de clientes. O sucesso, como se sabe muito bem, está em manter os antigos enquanto se conquistam os novos. Melhor ainda se conseguir recuperar aqueles que foram perdidos.

Não me refiro ao cliente que reclama. Esse está tentando melhorar o negócio para permanecer cliente. O desafio é aquele que vai embora sem um pio, sem dar chance de reverter sua insatisfação. Este parece pedido para sempre. Mas acredite: há formas de recuperar essa ovelha desgarrada. Vejamos como.

1. Rastreie clientes perdidos
Você sabe que eles existem, mas não sabe ainda quem são. Se já faz um cadastro de clientes, essa tarefa é fácil. Se não, pode usar, por exemplo, o cadastro de quem comprou com cheque ou a prazo. Faça um levantamento dos que não compram há mais de, por exemplo, três meses (esse tempo vai ser determinado pelo tipo de negócio que você tem).

2. Abra um canal de comunicação com o cliente que sumiu
Use a insatisfação do cliente a seu favor. Faça uma pesquisa para descobrir por que ele não tem aparecido. No mínimo, obterá informações valiosas para o negócio. A abordagem deve ser “gostaríamos da sua ajuda para melhorar a empresa”, e não “estamos ardilosamente buscando formas de trazê-lo de volta”. O cliente, na hora certa, será seduzido – jamais o pressione. Faça uma lista detalhada dos depoimentos colhidos, mesmo que sejam negativos. Importante: essa pesquisa, feita por telefone, deve ser muito concisa. O pesquisador deve estar preparado para ouvir alguns desaforos, sem cair na tentação de defender a empresa ou seus colegas. O mais indicado é mesmo usar um pesquisador terceirizado, que vai ser neutro e objetivo.

3. Planeje as ações
As críticas colhidas devem ser cuidadosamente analisadas. Não só pelo dono do negócio, mas em uma reunião com toda a equipe. O comprometimento da empresa como um todo é fundamental para esse trabalho ser bem-sucedido. É provável que você encontre muitas reclamações sobre atendimento, que é a principal causa de perda de clientes. Peça sugestões. Seus funcionários são excelente fonte de idéias, e, além disso, são co-responsáveis pela perda desses clientes.

4. Faça acontecer
Não deixe as idéias morrerem no papel. Aproveite essa oportunidade rara, uma vez que a maioria dos clientes tem resistência a dar opiniões sobre os serviços, pois acham que tudo será jogado no lixo.

5. A reconquista
Se esse trabalho fosse encerrado aqui, já teria sido proveitoso. Com custo muito baixo, você já tem uma análise valiosa do negócio, feita por quem realmente interessa, o cliente. Ele vai gostar de saber que sua contribuição foi valiosa para a empresa de alguma forma. Conte a ele, de uma forma muito especial, que sua participação foi fundamental, tão importante que foi usada para melhorar o negócio. Convide-o a conhecer a nova empresa. Esse trabalho cria um fluxo contínuo de retorno de clientes para o negócio.

Esse caminho foi percorrido recentemente por Mônica Lima, proprietária de uma pequena, porém moderna academia de musculação no Rio de Janeiro que vinha perdendo clientes há algum tempo. “Era nítido que muitos clientes vinham, mas um número ainda maior ia para não voltar”, diz Mônica. Para resolver esse problema, ela mapeou seu cadastro.  Analisou o perfil de todos os clientes que frequentaram a academia nos últimos seis meses. No total, foram 216 pessoas, divididas em três grupos.
1. 153 Mulheres com mais de 30 anos, com frequência média de 2 meses
2. 28 Jovens entre 17 e 20 anos, com frequência média de 3 meses no verão
3. 35 na rubrica “outros”

Mônica fez a pesquisa por telefone. Descobriu que as mulheres de mais de 30 anos foram embora porque os instrutores davam atenção apenas às alunas mais jovens. Com isso, elas se sentiam negligenciadas. Percebeu também que os melhores horários eram frequentados por rapazes que “malhavam pesado” e, por isso, ocupavam aparelhos horas a fio. No final da sessão, deixavam os pesos espalhados pelo chão. Além disso, muitos implicavam com o ar-condicionado, que não refrescava o suficiente nos horários de pico. A pesquisa ainda mostrou que os jovens foram embora porque estudavam à noite e as aulas na faculdade haviam recomeçado. Esses alunos tinham sido atraídos pelo curso de verão de forró e faziam musculação no pacote. Os “outros” saíram principalmente por falta de dinheiro, já que a academia não era das mais baratas.

Houve uma reunião com toda a equipe (incluindo o faxineiro, o segurança, e a concessionária da lanchonete, pessoas também fundamentais no processo de retenção do cliente). Os instrutores reagiram à reclamação da falta de atenção, mas admitiram estar mais acostumados com alunos que preferem malhar sem interferência. Dessa reunião, saíram as seguintes ações:
1. Uma palestra para os instrutores com um geriatra. Tema: perfil psicológico e físico da mulher de 40.
2. Criação de um sistema de identificação dos alunos com pulseiras coloridas. Cada instrutor ganhou uma camiseta com sua cor e seu nome, e ficou responsável pelos alunos com a pulseira correspondente.
3. Não foi necessário instalar mais um ar-condicionado: Apenas uma vedação mais eficiente e película nas janelas.
4. A área dos levantadores de peso ficou restrita. A arrumação do salão ficou a cargo de um instrutor-fiscal do salão
5. O curso de forró foi reativado
6. Foi criada uma carteirinha de estudante, com descontos em horários especiais

Todos os ex-clientes foram convidados a conhecer a “nova academia”. Aqueles que responderam à pesquisa (cerca de 80% dos contatados) ganharam um mês grátis. Resultado: o índice de recuperação dos clientes perdidos foi de 64% entre as mulheres, 36% entre os jovens e 18% entre os “outros”. Um resultado e tanto!

* Daniela Falcão é administradora com MBA em Marketing, especializada em Marketing de Relacionamento, consultora, palestrante e sócia da DFalcão Comunicação e Marketing.

(Fonte: MundoMarketing)

Publicado por Carol - Comercial às 10h32

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25/04/2011

Presença digital: como implementar estratégias de marketing na web

Segundo estimativas do IAB Brasil (Interactive Advertising Bureau), os investimentos em publicidade na internet devem crescer algo em torno de 25% em 2011. Dessa forma, os investimentos bateriam a casa do R$ 1,5 bilhão, e a participação da internet em relação a outras mídias – que hoje responde por pouco menos de 4,5% – saltaria para, no mínimo, 6,5% do bolo total de publicidade. Isso sem levar em consideração os investimentos em links patrocinados.

No que diz respeito ao número de pessoas com acesso à internet no Brasil, o IAB está prevendo que a população de internautas chegue a pouco mais de 81 milhões frente aos 73,7 milhões do ano passado.

O crescimento da publicidade na internet aqui no Brasil é natural e irreversível, à medida que cada dia mais pessoas passam mais tempo conectadas, seja em casa, no trabalho ou pelo celular. Da mesma forma que a atenção e o tempo dos consumidores migraram para os meios digitais, é necessário que as marcas também tenham sua presença na internet.

Mas será que as empresas estão fazendo essa transição para o digital de acordo com as expectativas dos consumidores? As marcas estão criando estratégias consistentes para acompanhar o ritmo dessa nova geração de pessoas que buscam, cada vez mais, se conectar, participar e compartilhar informações?

Somente alocar recursos para o digital, sem mudar o pensamento em relação ao comportamento do consumidor, pode fazer com que as marcas se percam na hora de fazer os investimentos. De nada adianta elas entrarem no mundo digital sem pedir licença, invadir as redes sociais e enviar mensagens indesejadas.

Sem entender as mudanças ocorridas no comportamento desse consumidor, as estratégias digitais estão fadadas ao fracasso. A solução para construir estratégias consistentes passa pelo entendimento de como esse consumidor interage e como ele manterá o relacionamento com a marca em todas as fases do processo de compra.

Atender esse consumidor nos canais corretos quando ele está buscando informações sobre o produto exigirá das marcas a geração de conteúdo relevante. Elas também poderão estimular que o consumidor crie conteúdo, seja permitindo que ele opine e participe do processo de criação de novos produtos ou dando sugestões para melhorar os que já existem.

É preciso estar à disposição do consumidor na fase em que ele estiver em busca do produto, sem deixar que ele tenha dúvidas, pois, caso contrário, ele entrará em contato com marcas concorrentes e que possuam uma presença digital mais consistente que a sua.

Após a compra, esse consumidor continuará interagindo com a marca através de opiniões próprias postadas nas redes sociais, lendo e compartilhando comentários de outros usuários ou ainda solicitando suporte online. A marca deve estar presente nessa fase, pois investir em ações publicitárias somente para vender, não dando continuidade ao relacionamento, acarretará em consumidores irritados e comentários negativos.

Vale ressaltar ainda que, independentemente das ferramentas que a marca esteja utilizando, falar de somente dela, sem abrir espaço para interação e feedback, pode não ser a melhor estratégia. No entanto, ao construir uma presença digital consistente, as marcas passam a entender melhor como o consumidor interage e quais são suas expectativas, podendo entregar uma experiência de consumo e interatividade cada vez melhor.

Além do volume investido em publicidade na internet, o que determinará o sucesso das marcas na utilização dos meios digitais está em como elas construirão essa presença, de maneira a entregar conteúdo, entretenimento e interatividade relevantes, que vão além dos anúncios estáticos e sem interação.

(Fonte: iMasters)

Publicado por Carol - Comercial às 10h28

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19/04/2011

Relacionamento em Mídias Sociais: as empresas não precisam ter medo!

É muito comum vermos empresas que têm medo das mídias sociais. São empresas que temem perder o controle da sua comunicação, e não sabem como lidar com tanta gente falando – bem e mal – de seus produtos, serviços e processos.

Já sabemos que as empresas “estão” nas mídias sociais mesmo que não queiram: qualquer pessoa pode dizer o que pensa, independente se tem alguém ouvindo ou não. O que diferencia as empresas de vanguarda é a coragem para ouvir, e a percepção de que os resultados em mídias sociais são diferentes do que normalmente esperam. Obviamente, qualquer empresa visa o lucro. Porém, a informação, o engajamento, a construção de marca são tão importantes quanto, e podem levar, em médio e longo prazo, a resultados reais nas finanças.

Um case que gosto de apresentar é o de uma marca que inicialmente tinha medo da internet, mas hoje utiliza com maestria: a LEGO. A fabricante das queridas pecinhas coloridas odiava os fóruns cheios de adultos (freaks) que tinham paixão pelos seus brinquedos. Oras, “se o meu público-alvo são crianças, quem são esses loucos que dão tanto pitaco no meu negócio”?

Isso foi há mais de 10 anos, e os fóruns da rede pipocavam de gente discutindo sobre os lançamentos e as novas formas de montar os blocos coloridos. Tormod Askildsen, diretor da LEGO Community Development, já disse que não sabia como lidar com isso, que ficava preocupado com a grande variedade de informações que apareciam a todo momento. Era como se um muro invisível existisse: a empresa não aceitava ideias não-solicitadas, e ouvia um “não sei” quando perguntava às crianças sobre o que elas gostariam que a LEGO fizesse.

Então, em algum ponto, a LEGO percebeu que poderia se beneficiar. Criou suas próprias plataformas digitais, a fim não de trazer as discussões não para o seu controle, mas de estabelecer um diálogo franco e contínuo com seus fãs – de todas as idades. De uma cultura centrada na empresa, a LEGO passou a pensar em uma cultura centrada nos consumidores (opa! Vemos uma influência de Theodore Levitt –LINK- aqui?).

Assim, seu público-alvo já não era formado somente por garotos de 7 a 12 anos. Nem seus produtos eram apenas bloquinhos coloridos. Saindo de uma miopia de marketing – LINK – para uma visão ampla, a LEGO percebeu que seu negócio são meios para desenvolver a criatividade.

Mas como ela passou de uma comunicação um-para-muitos para se tornar um exemplo de empresa que se relaciona com seus consumidores?

A LEGO entendeu que estabelecer relacionamento pessoal com fãs e ouvir pessoas que se importam com seus produtos são complementos importantes para os programas de pesquisa e desenvolvimento.

Por exemplo, o fórum dos “Embaixadores LEGO” possui 40 fãs de 19 a 65 anos, de 22 países. A comunicação com esse grupo é diária, e busca debater ideias e entender a percepção dos embaixadores sobre suas comunidades locais.

Já o grupo de “Profissionais Certificados LEGO” foi criado por entusiastas da marca, que regularmente organizam feiras e eventos. E a “First LEGO League” é um evento anual para inspirar crianças a aprenderem mais sobre ciência e tecnologia, construindo robôs de LEGO.

E finalmente, há o espaço Lego Cl!ck (LINK), “um pequeno lugar na internet dedicado à criatividade, à inovação e ao momento em que as ideias fazem ‘click’”. O site reúne posts, fotos, vídeos e tweets sobre conteúdos ligados à marca.

Ah sim: além dessas plataformas oficiais, a LEGO acompanha fóruns e blogs sobre a marca, estimulando a interação e o diálogo.

Está aí um exemplo de empresa “1.0” que passou a tirar proveito de tudo o que as mídias sociais podem trazer: criatividade, insights, pesquisa e fãs cada vez mais apaixonados, muito dispostos a colaborar. Só é preciso que alguém esteja disposto a ouvir. E isso a LEGO aprendeu a fazer.

(Fonte:  MídiaBoom)

Publicado por Carol - Comercial às 16h25

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20/12/2010

O desafio da humanização dos números

Quando falamos de internet enquanto mídia, um dos principais argumentos que vêm à cabeça é, sem dúvida, o fato de ser uma mídia altamente mensurável. Esse argumento, apesar de verdadeiro, deve ser analisado com especial bom senso para não nos tornarmos míopes e reféns dos números.

A empolgação em conseguir mensurar praticamente tudo tem fomentado um grande ceticismo por parte dos anunciantes que passaram a tratar a publicidade online como uma controladoria financeira, que exige auditoria e que cada centavo deve ser contabilizado e rentabilizado de forma comprovadamente efetiva. Esquecem, porém, que a internet, antes de tudo, não é feita por IPs únicos, e sim por pessoas que não seguem padrões rígidos de comportamento online e que, com o crescimento de buscadores, comparadores de preços e, principalmente, pelo surgimento das redes sociais, o processo de compra dessas pessoas é cada vez mais complexo e intangível.

A análise do último clique que a maior parte das ferramentas de WebAnalytics considera esconde, portanto, uma infinidade de possibilidades que atrapalha e induz a tomada de decisão ao erro. Devemos levar em consideração que, antes do famigerado último clique, esse usuário percorreu outros sites, consumiu outras mídias, consultou outras pessoas, comparou outros preços e tudo isso contribuiu de alguma forma para que o objetivo final fosse alcançado: a conversão.

Apesar de tudo isso soar óbvio quando nos colocamos no contexto, o que percebemos no mercado são anunciantes tomando decisões baseadas na visão míope do último clique, muitas vezes desconsiderando a latência, o tempo decorrente entre o usuário ver pela primeira vez o produto e efetivamente comprar, o que faz cada vez menos sentido em um ambiente colaborativo e dinâmico como a internet. (mais…)

Publicado por Carol - Comercial às 10h07

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16/12/2010

2010: o ano do relacionamento digital

Falta menos de um mês para acabar o ano de 2010. Passou rápido, mas foi suficiente para entendermos a relevância e a proporção que o ambiente digital vem ganhando no mercado brasileiro. 2010 foi um ano marcado pelo foco em mais planejamento e em estratégia para se atingir mais retornos. Foi um ano de descobertas, foi o ano do boom das compras coletivas que chegaram e vieram pra ficar. Foi o ano do marco do comércio eletrônico, no qual as pessoas consumiram mais pela internet e começaram a mudar seus hábitos de compra, privando a agilidade e a comodidade em meio a tantas outras tarefas cotidianas.

A internet vem mudando a forma como as pessoas se relacionam, como se portam e, literalmente, é hoje a grande responsável por uma mudança de comportamento. O Google também mudou a vida de todos, é por ele que as pessoas se guiam para diversas novas atitudes, sejam elas profissionais ou pessoais.

As redes sociais permitiram um efeito nunca antes visto quando falamos em networking. Elas já são acessadas por 67% dos internautas do país, das classes A, B, C e D. Segundo levantamento do Ibope Mídia, cerca de 25% dos usuários brasileiros de redes sociais as usam como fonte de informação para compras, principalmente relacionadas a eletrônicos. Segundo o Ibope, 20% dos adeptos de sites de relacionamentos trocaram o celular para aparelhos mais sofisticados, com conexão à internet para acessar os sites.

Somente neste Natal, o e-commerce deve movimentar R$ 2,2, bilhões em vendas, segundo dados da Câmara Brasileira de Comércio Eletrônico (câmara-e.net), e a previsão é de que o setor encerre 2010 com o montante de R$ 15 bilhões de faturamento. O crescimento acelerado exige ainda mais planejamento na comunicação digital. Os grandes players de mercado já se conscientizaram sobre isso e começam a desenvolver ações com mais foco, assertividade e qualidade, em prol de um ROI – Return on Investment, mais efetivo.

E grande parte desse surpreendente volume de vendas também vem do e-mail marketing. Chegamos a 1 bilhão de envios/mês somente pela plataforma de envio e gestão de e-mail marketing Virtual Target – www.virtualtarget.com.br – e esse cenário demonstra a importância desse canal como uma das fontes prioritárias de comunicação entre marcas, lojas virtuais e público. (mais…)

Publicado por Carol - Comercial às 12h00

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13/12/2010

O perfil do e-consumidor brasileiro, pelo Ibope

O IBOPE Mídia, encomendou uma pesquisa exclusiva com internautas ao TG.net, em que traçou um amplo perfil do consumidor de e-commerce brasileiro. O estudo analisou dados demográficos e comportamentais dos consumidores, suas preferências, opiniões e atitudes e o que pretendem comprar. Segundo a pesquisa, o consumidor eletrônico ainda está situado, predominantemente, na classe AB, tem grau mais alto de escolaridade, compra produtos de uso pessoal e gasta, em média, R$ 118 por mês.

A classe AB é responsável por 61% do total do e-commerce, a classe C, responde por 35% dos consumidores virtuais e a classe DE representa 4%. A parcela compreendida entre os 25 e 44 anos de idade é a maioria entre os consumidores das lojas virtuais, sendo 48% da população que realiza compras pela internet. O estudo mostra, também, que 15% dos consumidores têm entre 15 e 19 anos e 17% entre 20 e 24 anos. Outros 13% têm de 45 a 54 anos e apenas 6% têm entre 55 e 64 anos. A idade média do consumidor das lojas virtuais é de 33 anos.

Os homens estão mais habituados a comprar pela internet: 54% ante 46% das mulheres. A parcela de solteiros também é mais representativa (49% na comparação com os casados – 41%). O estudo revelou, ainda, que 36% estão matriculados em instituições de ensino e até 32% falam uma segunda língua. As cidades do Rio de Janeiro e de São Paulo respondem por 37% do total dos compradores.

O que eles compram

Cerca de 80% dos internautas usam a internet para comparar preços, 25% buscam um carro novo e 18% realizam compras profissionais. Cerca de 43% dos usuários costumam recorrer à rede antes de realizar compras e, se o produto tiver valor superior a R$ 1.500, é na web que buscarão mais informações. Mais de 66% dos consumidores online realizaram de uma a cinco compras nos últimos seis meses e 30% gastaram, pelo menos, R$ 224.

Entre os produtos preferidos estão: livros (30%), telefones e acessórios para celulares (20%), eletrodomésticos (18%) e produtos de tecnologia pessoal (17%), como câmeras digitais, leitores de MP3. Nos próximos seis meses, 25% pretendem comprar câmera digital, 17% telefone celular 3G, 17% telefone celular com câmera e 15% iPhone.

Metodologia

O TG.net é uma pesquisa online realizada com 2.500 internautas do Brasil. Fusionada com a base regular do Target Group Index, permite um banco único, com um universo de mais de 61 milhões de pessoas entre 15 e 64 anos. O levantamento foi realizado entre maio e junho de 2010, nos mercados de: São Paulo (SP), Rio de Janeiro (RJ), Belo Horizonte (BH), Porto Alegre (RS), Curitiba (PR) e Distrito Federal (DF), além de Goiânia, Nordeste, São Paulo Interior e Interior do Sul e Sudeste.

(Fonte: Blog do PagSeguro)

Publicado por Carol - Comercial às 11h56

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23/11/2010

Como encontrar o novo consumidor?

Essa é a pergunta que não quer calar e que executivos de todos os setores estão se fazendo. Sabemos que cada vez mais os consumidores estão presentes em diversos canais de compra e conectados em várias alternativas de mídia. Então, como alcançá-los de forma eficaz?  De acordo com dados apresentados pela Acxiom Brasil, apenas 32% dos gestores de marketing sabem lidar com esse cliente multicanal, que, por sinal, é quase cinco vezes mais rentável que os consumidores em geral.Temos ainda que aprender a lidar com a geração Y, considerada a mais otimista de todos os tempos, mas que é uma geração que não perde tempo com empresas ou pessoas não reais, ou seja, que não são verdadeiras em suas relações. É um grupo que exige ainda mais transparência e autenticidade.

É preciso estar presente onde eles estão e saber como agir. Para isso sua empresa deverá criar conexões mais emocionais, lançar campanhas que tenham identificação e que, com isso, tenham maior chance de “viralizar”. Aliado a isso, lembre-se que 80% da mídia online alcança seu público-alvo, ou seja, há menor dispersão.

Não é tarefa das mais simples, concordo. Precisamos deixar muito claro, como diz o professor Silvio Meira, que ninguém sabe ao certo o que deve ser feito e se alguma empresa lhe disser que tem uma fórmula mágica, que sabe exatamente o que fazer e que resultados essas ações trarão, desconfie. Estamos todos vivendo em “beta”. Não está tudo pronto, nada é definitivo. Existe sim a possibilidade e a necessidade de criar junto, de testar e de aprender o que trará maior retorno para cada perfil de negócio.

Apenas para ilustrar o que estou dizendo, não há tabelas de preços pré-formatadas nesse campo, como existe para criação de peças publicitárias ou campanhas de marketing direto. Cada agência propõe valores distintos pelos serviços prestados, o que torna esse desafio ainda maior.

Porém, mesmo tudo sendo muito novo, há experiências já feitas, histórias já contadas, que fazem com que não tenhamos que sair do zero. Ou seja, aprenda com os erros dos outros, busque indicações e parcerias para acelerar seu processo de aprendizado. Dentre ações já testadas e que demonstram boa aceitação está a criação de conteúdo “fresco”, inovador e direcionado aos interesses do seu target, conteúdo que traga valor imediato. Outro ponto também importante é prover feedback freqüente e mostrar que sua empresa está acompanhando as mudanças do mercado.

Por exemplo, se você é da área de crédito e cobrança, escreva, ou contrate alguém que possa criar conteúdos relevantes sobre credito; se você está no setor de seguros, crie material sobre seguros, dê dicas úteis, crie um guia prático e depois, dissemine isso nas redes sociais  nas quais sua empresa está presente, ou nas quais ela venha a estar. Para isso, selecione somente redes que façam sentido para o seu setor. Pesquise e identifique comunidades que tratem do assunto que você domina, ou que tenham interesse nesses temas.

Dessa forma sua empresa não atingirá milhões de pessoas, mas com certeza  alcançará os clientes que são o foco do seu negócio.

(Fonte: Blog do E-Commerce)

Publicado por Carol - Comercial às 11h25

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23/11/2010

Gasto com publicidade online no terceiro trimestre cresce 17% nos EUA

<div style=”text-align: justify;”>Os gastos com publicidade online nos Estados Unidos continuaram a crescer no terceiro trimestre, num sinal de que o mercado vem se recuperando da crise de 2009.

Nos três meses encerrados em setembro, foram gastos 6,4 bilhões de dólares em anúncios online, 17% a mais que no mesmo período do ano passado. É a maior cifra já registrada em um trimestre, afirmaram o Interactive Advertising Bureau e a Pricewaterhouse Coopers nesta quarta-feira (17/11).

Os gastos com publicidade online têm crescido este ano nos EUA. No primeiro trimestre, este número já havia crescido 11,3%, atingindo 12,1 bilhões de dólares. Se tudo correr como previsto, 2010 será o melhor ano do setor.

Em 2009, incerteza e problemas ligados à Economia levaram os departamentos de marketing a reduzir os gastos com publicidade online. No ano, o resultado do setor caiu 3%, chegando a 22,7 bilhões.

O mercado tem sido beneficiado pelo fato de que as equipes de marketing têm alocado uma fatia maior de suas verbas à mídia online, afirmaram o IAB e a PwC.

“Os anunciantes estão migrando mais partes de sua mensagem de marca para o mundo online, o que explica este bem-vindo resultado em uma economia difícil”, disse David Silverman, sócio da PwC. “Esta tendência reflete a mudança acelerada do comportamento do consumidor rumo à Internet e mais distante da mídia tradicional.”</div>

(Fonte: IDG Now)

Publicado por Carol - Comercial às 10h01

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12/11/2010

Qual a distância entre a boa ideia e a ideia executável?

Acredito que todos nós já passamos por reuniões das quais participam diversas equipes para jogar idéias a respeito de um cliente ou de um brief específico, algo que no jargão da publicidade chamamos de “brainstorm”. Entendemos também que nessa reunião pode-se tudo para o cliente, até mesmo pensar em um foguete indo para Marte com a marca dele exposta na lataria e sendo transmitido ao vivo pelo YouTube.Mas, como sabemos, essa á uma ideia que poderia comprometer de 5 a 6 anos de verba de marketing de muitos clientes, por isso ela (ainda) não foi executada, mas quem sabe um dia…

Entre essa ideia mirabolante e uma que pode ser uma simples promoção no Twitter existe uma grande diferença entre vários aspectos, inclusive o financeiro. E como todos os clientes – e com razão – pensam no ROI (Retorno sobre investimento), o melhor é focar na ação que vai trazer o melhor ROI a ele, e normalmente a equação é “simples”: menor gastos X maiores retornos.

A idéia mirabolante não deve ser descartada, pois há sempre um ponto relevante a ser considerado, mesmo que esse ponto seja a ousadia, a inovação e a coragem para propô-la para o cliente.

Ser ousado, criativo e diferente é o que o mercado pede hoje. Para fazer mais do mesmo é melhor nem fazer! Uma pena que nem todos os clientes têm “peito” para isso, muitos ainda pedem inovação e acabam fazendo o comercial de 30 segundos na Rede Globo.

Nesse momento é que nós, profissionais de planejamento estratégico digital, temos que fazer a diferença no processo; devemos ter o cuidado de analisar com calma as ideias criativas – mesmo aquelas que nós mesmos demos – e avaliar o que é mais relevante, tanto para a marca como para os clientes. (mais…)

Publicado por Carol - Comercial às 10h26

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