Arquivo da Categoria ‘Publicidade Online’

05/11/2010

Dicas para o empreendedor de $ucesso na Internet

Uma questão recorrente em cursos, palestras e entrevistas sobre Empreendedorismo  na Internet tem sido: o que é importante para quem deseja implantar um empreendimento de sucesso na Internet? Naturalmente, existem infindáveis fatores críticos que poderiam ser citados, mas vamos ficar com meia dúzia desses fatores que de tão importantes podem delimitar a fronteira entre o sucesso e o fracasso do empreendedor na Internet.

1 – Conhecer muito bem o novo canal de comercialização

O comércio é antigo, mas o comércio eletrônico tem cerca de uma década de existência no Brasil. É um setor que apresenta constantemente evoluções, novidades e novas possibilidades.

É necessária muita pesquisa na Internet, muita leitura de livros e ebooks de qualidade, bem como a realização de bons cursos  de forma a aproveitar o máximo a grande oportunidade comercial representada pelo e-commerce.

2 – Escolher muito bem o nicho de mercado

Nicho de mercado é um segmento que apresenta um público-alvo com características específicas e cujas necessidades como consumidores não estão plenamente atendidas. Escolher um nicho de atuação significa responder as seguintes perguntas: O que eu vou vender? e, Para quem eu vou vender? Uma decisão acertada aqui representa um passo muito importante em direção ao sucesso pela seguinte razão: se você tem um bom produto, para o qual existe uma boa demanda, o crescimento será natural, uma vez que seus clientes irão divulgá-lo de forma positiva a outros consumidores potencialmente interessados, que por sua vez também irão trazer novos clientes. (mais…)

Publicado por Carol - Comercial às 14h29

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05/11/2010

Novo marketing exige engajamento com os consumidores, diz Andrea Harrison

As empresas que estão investindo nas mídias sociais precisam entender que essas plataformas não podem ser apenas para comunicação unidirecional, e sim meios de interação com seus consumidores. “É no social que as pessoas expressam suas emoções”, disse Andrea Harrison, VP de Social Influence Marketing (SIM) da agência Razorfish, em sua palestra no Digital Age 2.0.

Para Andrea, o SIM é uma evolução do “boca-a-boca”. “As marcas precisam do engajamento dos consumidores online, e isso não pode ser feito com as ações tradicionais”, argumentou.

Outro ponto fundamental é a mensuração dos resultados, mesmo que seja preciso criar métricas específicas. O SIM, explica Andrea, é a soma do alcance de uma determinada marca, serviço ou produto com o total de reações positivas – seja no Twitter, Orkut, Facebook ou qualquer outra. “O que importa é o comportamento dos consumidores e seu engajamento, não a plataforma”, disse. Além disso, não adianta medir apenas o “buzz”, o que se fala na rede. “Isso gera gráficos interessantes , mas é preciso o insight, o que as pessoas estão falando.”

Andrea apontou exemplos de marcas que superaram a fase inicial da relação entre internautas e empresas, quando estas tinham medo do conteúdo gerado pelos usuários (a fase do sites “eu odeio tal empresa”). Starbucks e Comcast (operadora de TV a cabo) foram alvo dos internautas, mas souberam dar a volta. A primeira criou um site interativo e até criou cafés a partir dos desejos dos internautas, enquanto a segunda hoje é um exemplo de como usar o Twitter para atender de forma rápida aos clientes.

No entanto, embarcar na onda social não é a solução para todos os problemas de comunicação. “Se a empresa não atende bem no mundo real, o ‘analógico’, não adianta ir para o meio digital”, afirmou. Além disso, o marketing em redes deve fazer parte de uma estratégia digital da companhia, não o inverso.

Por fim, a especialista defendeu o conceito do darwinismo digital. Assim como na teoria da evolução, na Era do marketing 2.0 vão sobreviver as marcas que souberem se adaptar ao meio, não as mais fortes ou inteligentes. Além disso, haverá uma mudança no modelo de publicidade atual, em que uma “grande ideia genial” dará lugar a um conjunto de ideias complementares, que devem ser testadas e adaptadasem busca do melhor resultado.

(Fonte: IDG Now)

Publicado por Carol - Comercial às 14h25

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21/10/2010

Mundo terá mais de 2 bilhões de internautas

Até o final deste ano, o mundo deverá ultrapassar o total de dois bilhões de internautas. A previsão foi feita por uma agência da Organização das Nações Unidas (ONU) e divulgada nesta terça-feira 19.
Segundo os dados revelados, o número de usuários de internet dobrou no planeta nos últimos cinco anos e, somente em 2010, 226 milhões de novos usuários passarão a se conectar à rede mundial de computadores. De acordo com a União Internacional de Telecomunicações (UTI), destes novos internautas, 162 milhões pertencerão a países em desenvolvimento.

Ainda de acordo com o relatório, ao final de 2010, 71% da população dos países desenvolvidos estará conectada à internet. Apesar da forte difusão da rede em nações em desenvolvimento, o percentual populacional desses países que possuem acesso à rede ainda ficará em 21% até o final de 2010.

(Fonte: m&m online)

Publicado por Carol - Comercial às 10h17

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13/10/2010

Internet: a mina de ouro do varejo

Calcula-se que o Brasil fechará o ano de 2010 com 30 milhões de compradores online. Os expressivos dados, divulgados pela Câmara Brasileira de Comércio Eletrônico, mostram o fortalecimento do e-commerce, que ganha cada vez mais o espaço das chamadas “lojas físicas”.

No início dessa história de mercado, o consumidor olhava para as compras online com certa temeridade e desconfiança. Será que o produto que estou comprando pela internet vai chegar mesmo? Será que este site é confiável o bastante para eu digitar meus dados pessoais e, inclusive, o número do meu cartão de crédito?

A verdade é que todas essas dúvidas e medos foram dissipados nos últimos anos. O varejo virtual foi ganhando espaço e a preferência entre os internautas à medida que, com menos receio, eles resolveram arriscar e comprar um ou outro produto.

Hoje, a média brasileira é de R$ 379 por compra efetuada, com faturamento de R$ 6,7 bilhões. Um salto gigantesco, mas que está apenas abrindo as portas para o consumo realmente efetivo. Atualmente, as compras virtuais representam 2% do mercado, contra 98% das lojas físicas. O índice, que parece ser pequeno, mas não é, deve chegar em pouco tempo ao patamar de 5%, como hoje é nos Estados Unidos.

O e-commerce ganhou tanto espaço que as principais redes de lojas de varejo modificaram totalmente seus sites para atrair o cliente e ganhar, assim, mais essa fatia de mercado. É justamente nesse ponto em que o marketing digital se tornou estritamente necessário.

Hoje, a loja que realmente quer alavancar a sua venda online precisa estruturar seu site para aumentar o fluxo de visitantes, melhorar o layout e a navegabilidade. Trazer a simpatia e o conforto ao seu consumidor. Isso sem contar com as campanhas nas chamadas “mídias sociais”, onde se enquadram Orkut, Facebook, Twitter, entre outras, que também são fundamentais para o sucesso de qualquer iniciativa publicitária. (mais…)

Publicado por Carol - Comercial às 15h17

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27/09/2010

Tendências apontam como investir melhor em marketing digital

Investir em mídia digital não significa necessariamente gastar mais: o importante é eleger ações que ofereçam valor ao consumidor ao mesmo tempo que criam vínculos entre ele e a marca ou produto. Essa é a visão do CEO da agência digital iThink, Marcelo Tripoli, que apresentou palestra durante o Digital Age 2.0.

“As mensagens têm impacto, e esse impacto é distribuido pelos vários canais”, conta Tripoli. “O fato é que adaptar uma mensagem para os vários formatos, como alguns ainda fazem, já não é tão efetivo.” O CEO faz referência direta às tradicionais campanhas de mídia, que funcionam com base na compra de tempo e espaço dos canais tradicionais. “Campanhas vêm e vão. Mas o consumidor conectado está sempre disponível, e espera que a marca também esteja.”

Para quem elabora gestão de marcas, o meio digital surge como resposta a essa questão, ao mesmo tempo que também apresenta desafios. Um deles é que, em ambientes online como redes sociais e sites de busca, não há como ter o controle da marca. “A proposta é que o digital pode reduzir esse gap”, argumenta.

Segundo Tripoli, com o digital as empresas tem várias formas de agregar valor a suas marcas e produtos. Pode ser por meio de um serviço online, como uma calculadora de um site de empresa financeira; um conteúdo, com informações relevantes para determinado tipo de consumidor; e até por conteúdo de entretenimento, como jogos e vídeos.

No caso de serviços e de entretenimento, a ação leva o nome de Branded Utility; a oferta de conteúdo é conhecida por Branded Content.

O executivo lembra que, seja qual for a opção escolhida, ela deverá manter uma relação de identidade com o DNA da marca. “Por isso é preciso, antes de mais nada, descobrir qual é o DNA de sua marca ou de seu produto”, diz.

Tripoli ressalta, contudo, que investir em mídia digital não quer dizer necessariamente aumentar o orçamento de marketing. O importante é fazer com que esse relacionamento digital tenha continuidade. “Marketing aqui significa agregar valor no relacionamento da marca ou produto com o consumidor, de forma contínua. É mais complexo, mas é o único jeito de fazer esse tipo de ação”, conclui.

(Fonte: IDG Now!)

Publicado por Carol - Comercial às 12h18

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23/08/2010

Pecados cometidos em campanhas online

Ao longo de nossa caminhada viemos acompanhando ações de marketing que nos remetem a idéias de ações “jogadas” e pouco persuasivas para o consumidor. A internet deixou de ser um cenário para amadores que acham que sabem fazer as coisas, mas contextualizando na realidade do mercado, hoje se qualquer empresa precisar de uma mídia digital para uma determinada campanha, encontramos, facilmente, vários profissionais para executar a ação, mas, no caso de essa empresa necessitar de um trabalho envolvendo planejamento, pesquisa, entendimento do negócio com uma visão ampla e não somente do ponto de vista da execução, que é extremamente limitada por falta de conhecimento técnico, encontram-se poucos profissionais capacitados.A constante mudança no mercado, a alta e acirrada competitividade entre os concorrentes, a exigência dos consumidores por produtos/serviços de maior qualidade, requer profissionais capacitados que saibam planejar para criar oportunidades de negócio, fazendo, assim, o marketing digital acontecer. Nesse sentido, é necessário conhecer o ambiente em que se está inserido, ou seja, o mercado (marketing) para determinar qual é o melhor caminho para o sucesso da ação.

E, nesse caminho para o sucesso, é preciso ter em mente algumas coisas – pecados – que ainda são bastante comuns. Elaborei um guia com 10 pecados que muitas agências off-line ainda cometem quando aventuram-se no meio digital: (mais…)

Publicado por Carol - Comercial às 14h03

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09/08/2010

A evolução do banner na internet

Há 17 anos, surgia o banner clicável como conhecemos hoje. Em 1993 foi lançado o Mosaic, primeiro navegador que exibia gráficos misturados com textos nas páginas web, que abriu as portas para a expansão da internet e também inaugurou uma indústria que só no ano passado movimentou mais de 950 milhões de reais no Brasil, de acordo com o estudo do Projeto Inter-Meios.

O primeiro banner da internet foi vendido para uma empresa jurídica de Silicon Valley, no estado americano da Califórnia. Hoje a empresa não existe mais, mas o formato utilizado naquele banner, curiosamente, se tornou o mais tradicional da web e ainda é um dos mais usados nos dias de hoje, conhecido como full banner.

Logo surgiram diferentes formatos e modelos de comercialização, e sites com maior audiência buscavam receita na venda desses espaços, na medida em que os anunciantes aderiam à web como uma nova mídia de divulgação de seus produtos.

Em 2000, um portal com grande tráfego como o AOL.COM já comercializava em torno de 16 formatos de banners para serem veiculados em até 14 páginas distintas do site.

Mas, considerando a baixa velocidade de conexão da época e evitando maiores esperas no carregamento das páginas, o portal, como todos os demais, exigia que os banners fossem desenvolvidos de forma simples e com poucos kbytes de peso.

Nos anos seguintes, o crescimento da banda larga avança e surgem tecnologias como o Flash, permitindo animações e formatos diferenciados que começam aos poucos a ser comercializados, como os banners expansíveis – onde internautas passam o mouse e eles aumentam de tamanho -, os banners que “flutuam” pela página e outras soluções na briga pelos cliques do usuário.

E com a contínua popularização do acesso rápido, a internet vem se mostrando também como um meio viável e adequado para comunicação em vídeo e jornais, provedores e sites de conteúdo gerados por usuários adotam esse recurso. Em 2009, 68% dos usuários ativos no Brasil navegaram em sites de vídeo, segundo pesquisa do Ibope Nielsen.

Essa demanda impulsiona um novo formato de banner, agora conhecido como videobanner, que incorpora vídeo e que é acionado pelo usuário, por meio do clique ou com o passar do mouse. Com mensagens de curta duração, o videobanner se mostra uma nova forma bastante eficaz de comunicação entre o anunciante e seu público, por conta da maior interatividade que traz na relação com o internauta.

Do primeiro modelo aos novos formatos com vídeo em alta definição, o banner é um dos elementos mais tradicionais da internet. Deve se adequar às novas tecnologias, novos espaços e principalmente aos novos costumes da audiência para continuar sendo uma mídia eficaz, para o anunciante, e atraente à disputada atenção do usuário.

Estamos na era da interatividade, onde mais e mais usuários buscam recursos diferenciados para se fidelizarem às marcas. O videobanner está ganhando considerável espaço para chamar a atenção dos internautas e, diante desse cenário, investir em formatos de mídia que estão no auge da inovação é uma estratégia fundamental tanto para branding como para aumento da probabilidade da venda.

(Fonte: iMasters)

Publicado por Carol - Comercial às 11h31

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02/08/2010

Engajamento: a influência do poder das marcas em campanhas on-line

2010 é um ano histórico para a publicidade mundial. Dados recentes mostram que a internet banda larga móvel já supera a banda larga fixa. Isso quer dizer que as pessoas estão conectadas quase que o tempo todo. Essa conexão se dá entre pessoas, marcas, produtos, entre outros em qualquer hora, em qualquer lugar.Com isso, as marcas se vêem obrigadas a estar mais próximas do consumidor. Do consumidor? Não. Das pessoas. As marcas estão enxergando que devem tratar consumidores como pessoas ou nada feito. Essas pessoas se tornaram micro-segmentos, divididas por interesses, formando comunidades em torno de algo comum. É aí que as marcas estão tentando usar seu poder para influenciar as pessoas e fazer com que elas se engajem por eles. Engajamento agora é palavra de ordem.

De acordo com o dicionário, o verbo engajar significa pôr-se ao serviço de uma ideia, de uma causa ou de uma coisa. No nosso caso, de marcas.

Quando falo de marca, não falo somente de sinal, letras ou emblema aposto para determinar a propriedade de alguma coisa, mas também de pessoas, que representam ideais e podem ser relacionadas a marcas. Como podemos dizer que pessoas como Xuxa, Pelé, Silvio Santos não são marcas? Existem até mesmo marcas póstumas, como Ayrton Senna, Michael Jackson, The Beatles etc.

Marcas e produtos/serviços deixaram de se preocupar apenas em vender e agora almejam o relacionamento com os consumidores, quase que de forma pessoal. E, em contrapartida, os consumidores se sentem mais próximos das marcas. As mídias sociais vêm dando poder ao consumidor, que se sente parte da marca e acabam influenciando outros consumidores. É a marca criando relacionamento ao invés de “invadir”. (mais…)

Publicado por Carol - Comercial às 11h54

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21/07/2010

7 Dicas Para Usar Mídias Sociais

Veja as estratégias para garantir que você adote soluções do tipo de forma consciente e forte. O mercado corporativo começa a usar redes sociais de forma estratégica, conforme reportagem de Computerworld, mas muitos executivos ainda têm dúvidas sobre como gerenciar bem essas ferramentas de comunicação. A utilização mais forte de Twitter, Facebook  e outras ferramentas de mídia social é apontada pela consultoria Gartner como uma das principais tendências para o mercado de tecnologia da informação em 2010.

Na avaliação da empresa que desenvolve soluções colaborativas online Direct Labs, este será o ano da profissionalização do uso dessas tecnologias. O consultor de mídias sociais da Direct Labs, Diego Monteiro, diz que muitas empresas agem por impulso na hora de aderir ao uso de ferramentas de web 2.0 e acabam cometendo erros que podem comprometer sua marca. Confira sete dicas preparadas pelo especialista a respeito do uso eficiente de redes sociais pelas corporações.

1- Comece monitorando sua marca:

O primeiro passo, e também o mais fácil, é a criação de um monitoramento simples para entender o que estão falando sobre você, sua marca e/ou produtos nas mídias sociais. Essa estratégia pode trazer informações imprescindíveis para você entender qual é o status da sua marca na web. A partir daí, você pode pensar em ações adequadas para atuar nas mídias sociais.

2- Defina sua equipe:

Como o trabalho manual não é dispensável, é necessário ter muito bem definido quem na equipe atuará com mídias sociais. Em geral, esse trabalho é destinado a profissionais de marketing e comunicação que entendam muito bem do seu negócio, que tenham disposição para falar pela empresa, sejam usuários das principais redes sociais e estejam sempre conectados. (mais…)

Publicado por Carol - Comercial às 09h44

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13/07/2010

Mais concorrentes surfam na onda dos sites de compras coletivas

A onda dos sites de compras coletivas, que oferecem produtos e serviços com grandes descontos, desde que um número mínimo de compradores for atingido, não para de crescer – para alegria dos surfistas-consumidores. Engrossam agora o pelotão os serviços CityBest, de Belo Horizonte (MG), e Oferta Única, de São Paulo. Suas apostas: opções de ofertas e serviços mais adequados – segundo eles – aos hábitos de compra do brasileiro.Os dois sites fazem concorrência a outras iniciativas que, desde março, têm feito barulho na Internet local, como o Peixe Urbano, o ClickOn e o Coletivar. Mais recentemente, vieram o Oferta X, com base no Rio de Janeiro, e o ClubeUrbano, braço local da empresa americana Groupon que, logo na estreia, provocou polêmica ao estampar ofertas fictícias em cidades nas quais ainda não tinha presença, para atrair consumidores.

Salvo algumas variações, todos esses sites propõem uma forma de negócio parecida, popularizada pelo site americano Groupon: a oferta de um produto ou serviço por um certo período de tempo – em geral, um ou dois dias – com descontos que chegam a 90%. Mas a compra só será efetivada se um número mínimo de consumidores confirmarem interesse.

O pagamento, em geral, é feito diretamente ao site de ofertas. Se a compra for validada e o pagamento efetivado, o consumidor receberá por e-mail um voucher para consumo no estabelecimento (no caso de serviços) ou o produto em si. Mas a nova safra de concorrentes têm se diferenciado também aí. (mais…)

Publicado por Carol - Comercial às 10h21

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