19/04/2011

Relacionamento em Mídias Sociais: as empresas não precisam ter medo!

É muito comum vermos empresas que têm medo das mídias sociais. São empresas que temem perder o controle da sua comunicação, e não sabem como lidar com tanta gente falando – bem e mal – de seus produtos, serviços e processos.

Já sabemos que as empresas “estão” nas mídias sociais mesmo que não queiram: qualquer pessoa pode dizer o que pensa, independente se tem alguém ouvindo ou não. O que diferencia as empresas de vanguarda é a coragem para ouvir, e a percepção de que os resultados em mídias sociais são diferentes do que normalmente esperam. Obviamente, qualquer empresa visa o lucro. Porém, a informação, o engajamento, a construção de marca são tão importantes quanto, e podem levar, em médio e longo prazo, a resultados reais nas finanças.

Um case que gosto de apresentar é o de uma marca que inicialmente tinha medo da internet, mas hoje utiliza com maestria: a LEGO. A fabricante das queridas pecinhas coloridas odiava os fóruns cheios de adultos (freaks) que tinham paixão pelos seus brinquedos. Oras, “se o meu público-alvo são crianças, quem são esses loucos que dão tanto pitaco no meu negócio”?

Isso foi há mais de 10 anos, e os fóruns da rede pipocavam de gente discutindo sobre os lançamentos e as novas formas de montar os blocos coloridos. Tormod Askildsen, diretor da LEGO Community Development, já disse que não sabia como lidar com isso, que ficava preocupado com a grande variedade de informações que apareciam a todo momento. Era como se um muro invisível existisse: a empresa não aceitava ideias não-solicitadas, e ouvia um “não sei” quando perguntava às crianças sobre o que elas gostariam que a LEGO fizesse.

Então, em algum ponto, a LEGO percebeu que poderia se beneficiar. Criou suas próprias plataformas digitais, a fim não de trazer as discussões não para o seu controle, mas de estabelecer um diálogo franco e contínuo com seus fãs – de todas as idades. De uma cultura centrada na empresa, a LEGO passou a pensar em uma cultura centrada nos consumidores (opa! Vemos uma influência de Theodore Levitt –LINK- aqui?).

Assim, seu público-alvo já não era formado somente por garotos de 7 a 12 anos. Nem seus produtos eram apenas bloquinhos coloridos. Saindo de uma miopia de marketing – LINK – para uma visão ampla, a LEGO percebeu que seu negócio são meios para desenvolver a criatividade.

Mas como ela passou de uma comunicação um-para-muitos para se tornar um exemplo de empresa que se relaciona com seus consumidores?

A LEGO entendeu que estabelecer relacionamento pessoal com fãs e ouvir pessoas que se importam com seus produtos são complementos importantes para os programas de pesquisa e desenvolvimento.

Por exemplo, o fórum dos “Embaixadores LEGO” possui 40 fãs de 19 a 65 anos, de 22 países. A comunicação com esse grupo é diária, e busca debater ideias e entender a percepção dos embaixadores sobre suas comunidades locais.

Já o grupo de “Profissionais Certificados LEGO” foi criado por entusiastas da marca, que regularmente organizam feiras e eventos. E a “First LEGO League” é um evento anual para inspirar crianças a aprenderem mais sobre ciência e tecnologia, construindo robôs de LEGO.

E finalmente, há o espaço Lego Cl!ck (LINK), “um pequeno lugar na internet dedicado à criatividade, à inovação e ao momento em que as ideias fazem ‘click’”. O site reúne posts, fotos, vídeos e tweets sobre conteúdos ligados à marca.

Ah sim: além dessas plataformas oficiais, a LEGO acompanha fóruns e blogs sobre a marca, estimulando a interação e o diálogo.

Está aí um exemplo de empresa “1.0” que passou a tirar proveito de tudo o que as mídias sociais podem trazer: criatividade, insights, pesquisa e fãs cada vez mais apaixonados, muito dispostos a colaborar. Só é preciso que alguém esteja disposto a ouvir. E isso a LEGO aprendeu a fazer.

(Fonte:  MídiaBoom)

Publicado por Carol - Comercial às 16h25

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12/04/2011

Preparem-se para o Dia das Mães

Em 2010, o dia das mães foi a data comemorativa com o segundo maior faturamento no comércio eletrônico, com R$ 625 milhões, atrás apenas do Natal. A data também foi o segundo maior ticket médio, R$ 380, perdendo somente para o Dia dos Namorados (ticket médio de R$ 400).

No ano passado, pela primeira vez a categoria de Produtos de Beleza e Saúde ficou em terceiro lugar no volume de pedidos, com 12% do total.

E nós já falamos que a classe C já é metade dos consumidores online. Então, antes de preparar suas promoções veja os números relacionados a estes 14 milhões de e-consumidores em 2010:

* 54% do consumo nacional de perfumes;
* 55% das compras de creme facial;
* 50% dos protetores solares;
* 54% dos esmaltes;
* 54% de toda a maquiagem consumida no país

E agora, o que você faz com os números? Converta em vendas. As dicas:

* Estudo feito pelo Google e NetPop Research LLC, identificou que o processo de compra de produtos de beleza é bastante curto: em média apenas 9 dias pesquisando até a compra, sendo que 13% dos entrevistados compraram imediatamente por impulso e 39% levaram menos de 1 dia pesquisando.

* Internet é a principal fonte de informação. Ofereça aos consumidores as informações que eles procuram.

* 57% dos entrevistados citaram que conseguem preços melhores, 55% consideram ser mais fácil comparar preços na rede.

* 48% das pessoas pesquisam online e compram off-line e 17% pesquisam e compram online. Tem loja física? Garanta a conversão independente do canal. Oferecer cupons de desconto para compras nas lojas pode ser uma boa estratégia de aumentar o fluxo e o ticket médio. Não tem loja física? Ofereça vantagens e convença seu consumidor a comprar em sua loja.

Faça as contas, prepare a sua campanha e boas vendas.

(Fonte: Blog do PagSeguro)

Publicado por Carol - Comercial às 11h24

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25/03/2011

Como utilizar um cupom promocional

Muitos anunciantes têm dúvida de como inserir os códigos de cupons promocionais na campanha de UOL Links. Então, segue o passo-a-passo para não ter erro:

  • Clique em “Novo Investimento” na barra lateral esquerda

  • Clique em “Cupom promocional” e digite o código da promoção na caixinha que aparece ao lado

Prontinho. Fácil, não é?

Publicado por Denis - Tecnologia às 15h50

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10/03/2011

Como gerar relatórios para a campanha?

Você pode acompanhar os resultados da sua campanha através de relatórios. Ao gerar um relatório você obterá informações como: quantidade de impressões, quantidade de cliques, taxa de clique, valor médio que está sendo cobrado pelo clique, posição média dos anúncios e horário que a sua campanha saiu do ar.Você pode escolher relatórios com estatísticas diárias ou estatísticas resumidas referentes ao período que a campanha ficou no ar.

O sistema poderá filtrar os relatórios por campanha, anúncios e URLs.

Para gerar um relatório basta acessar a sua conta de Uol Links e clicar em Relatórios.

Você poderá gerar relatório para todas as campanhas ou escolher uma campanha específica. Escolha o tipo de filtro que deseja (Anúncio, URLs, Resumido ou Detalhado), o período do relatório e se deseja relatório de estatística diária ou estatística resumida e clique em “Gerar relatório”.

Publicado por Denis - Tecnologia às 09h59

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03/03/2011

O poder das mulheres no comércio eletrônico

As mulheres  estão em menor número na internet, mas nem por isso elas compram menos. São mais participativas nas redes sociais, compram a mesma quantidade que os homens e a tendência é que seja ainda maior. Não obstante, elas vêm com força e já mostram sua sensibilidade ao quesito “Compras OnLine“.Quando o assunto é rede de relacionamentos é quase inevitável não pensar no público feminino. De acordo com uma pesquisa divulgada em 2009, as mulheres comandam as redes sociais e mídias sociais. A pesquisa foi realizada por David McCandless, do blog Information is Beautiful, na qual verificou que das 17 redes pesquisadas, 13 são comandadas por mulheres, e nas outras 4 há equilíbrio entre os sexos.

Ainda nessa pesquisa pode-se perceber que nas 4 redes sociais onde há equilíbrio, estão o LinkedIn e o YouTube, desmitificando a idéia que os homens são os que mais vêem vídeos através do gigante portal de vídeos do Google. Os outros dois portais em que houve empate foram DevianART e Del.icio.us.

De olho nesse potencial gênero, a Lojas Renner passa a ter sua linha de produtos disponível para venda on-line. É verídico que elas ainda preferem as compras off-line, olhar as prateleiras e experimentar cada produto frente ao espelho . Porém, cabe à empresa cativar esse público e lhe dar o inesperado, buscando excelentes estratégias de marketing digital. A empresa utiliza o twitter para divulgar seus produtos e promoções e já conta com mais de 12 mil seguidores.

Em pesquisa realizada no 1º semestre de 2010 pelo e-Bit, foi constatado que 55% dos consumidores que fizeram uma compra pela internet e foram influenciados por uma rede social são mulheres. No e-commerce em geral a divisão é feita exatamente igual: 50% mulheres e 50% homens.

A partir destas informações é possível compor a idéia de que as mulheres são mais influenciadas pelas redes sociais frente aos homens. Sabe-se que as mulheres são mais sensíveis a opiniões sobre um produto, por isso buscam maiores informações sobre apreciações, conceitos e análises de quem já utilizou tal produto.

Essa participação feminina no comércio eletrônico vem aumentando significativamente. Em 2001, elas representavam 39%, em 2005, 42% e já em 2010, representam 50% dos e-consumidores.

É difícil mensurar o resultado de marketing nas redes, pois nem sempre o resultado é um clique que levará à compra de um produto. O fortalecimento da marca é o mais relevante nessa área. Milhares de usuários estão criticando e elogiando seus produtos, e é por isso que é necessário estar frequentando fóruns e o que mais for necessário, para saber o que estão dizendo, e a partir de então, agir estrategicamente.

Contudo, compreende-se a necessidade das empresas possuírem um perfil nas redes sociais e relacionarem-se com seu público. Nesta etapa, deve-se tomar um enorme cuidado para não ser intrusivo e destruir a imagem de sua empresa. Jamais deixe sua propaganda ser explícita. Sempre que puder, faça comentários, levante discussões saudáveis e mantenha-se atualizado com o mercado e o mundo que o seu público está inserido.

(Fonte: Blog do E-Commerce)

Publicado por Carol - Comercial às 15h07

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11/02/2011

Capital Social – O consumidor no comando

Os hábitos de consumo estão mudando, sobretudo com a popularização do comércio eletrônico, que traz consigo uma série de peculiaridades quanto à conquista, fidelização e manutenção de relacionamento junto ao consumidor. Tendo em vista tais mudanças, é preciso criar estratégias de marketing adaptadas a esse novo modelo de consumo.

O comportamento do consumidor online mudou porque a Internet mudou. A forma e finalidade com que as pessoas a acessam é diferente de 6 ou 7 anos atrás. E pode-se atribuir grande parte dessa mudança a dois fatores: os sites de busca e as redes sociais, que geraram duas práticas simplesmente essenciais a qualquer negócio, o Marketing de Busca, e o Marketing de Relacionamento, respectivamente.

O primeiro, a grosso modo, refere-se à visibilidade da empresa nas buscas que envolvem as principais palavras-chave ligadas ao seu negócio, seja nos resultados orgânicos (naturais), seja por meio de links patrocinados.

Já o Marketing de Relacionamento refere-se à criação de laços entre a empresa e seu cliente, sendo as mídias sociais a principal ferramenta de manutenção destas interações.

Agora entenda onde quero chegar com essas explicações:

A situação se inverteu. Há poucos anos as empresas tinham certa dose de poder sobre o cliente, uma vez que a comunicação entre eles era um tanto quanto unilateral. Demandava certo esforço para que um cliente fosse de fato ouvido pela empresa ou mesmo por um número significativo de outros clientes. As mídias sociais alteraram esse quadro, pois possibilitaram contato direto entre o consumidor e a empresa e, principalmente, entre o consumidor e outros milhares de consumidores.

Ou seja, graças às mídias sociais um consumidor satisfeito pode divulgar uma boa imagem da marca para milhares e, por vezes, milhões de outros consumidores. O mesmo vale para um consumidor insatisfeito, que pode divulgar a falha da empresa a inúmeros consumidores, denegrindo-a.

Tal potencial de comunicação e divulgação, aliado a fatores como a forte concorrência gerada pela Internet, sobretudo graças ao já citado site de buscas, conferiu ao consumidor grande poder de influência sobre as empresas, possibilitando que ele tomasse as rédeas da relação.

Dessa forma surgiu às empresas a necessidade de ir além de fornecer um produto em troca de dinheiro. Passou-se então a oferecer relacionamento, falar com o cliente e ouvi-lo, em troca de sua preferência e uma boa imagem.

Uma troca no mínimo justa, pois quando a empresa aplica de forma correta e sustentável suas ações de Marketing de Relacionamento, ela ganha a empatia de seus clientes, criando então uma legião de evangelizadores da marca, que espalham pela Internet via mídias sociais, os atributos da empresa.

Quando uma empresa atinge este status, de ser divulgada pelo próprio cliente, pode-se dizer que ela conquistou uma das maiores forças de mercado que existem: o Capital Social.

(Fonte: Blog do E-Commerce)

Publicado por Carol - Comercial às 15h12

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01/02/2011

Chargeback – O fantasma do E-Commerce

Por um erro de falta de informação, aprendi das piores maneiras possíveis o que é Chargeback. Quando você se afilia às operadoras de cartão de crédito  (Ciello, Redecard, Amex) para iniciar suas vendas online, em nenhum momento eles lhe informam o que é o temido chargeback – na verdade essa informação consta no site das operadoras, mas você tem que procurar bastante. Como um bom brasileiro, assinamos um contrato sem ao menos ler.O que é Chargeback?

O chargeback é o cancelamento da transação pelo portador do cartão pelo não reconhecimento da compra, o motivo mais recorrente. Isso acontece assim:

1. Você faz uma venda por cartão de crédito.

2. A administradora aprova a transação e o crédito cai na sua conta.

3. Como um bom vendedor, você envia imediatamente a mercadoria.

4. De 20 à 40 dias (sim, já recebi um aviso após 40 dias) você recebe uma carta da administradora do cartão dizendo que o portador não reconhece a compra e que o dinheiro vai ser debitado de sua conta. Simples assim!

Aí você pergunta: por que diabos o portador do cartão não reconheceu a compra? Primeiro, o número deste cartão pode ter sido clonado e está sendo utilizado por outras pessoas. Segundo, o portador do cartão está agindo de má fé – e isso acontece muito. Esses indivíduos fazem uma compra online, mandam entregar em um endereço diferente do cartão e quando chega a fatura, eles ligam na operadora e cancelam a venda.

Não é o fim do mundo, existem maneiras para se ter mais segurança. Apenas para deixar claro que esse risco ocorre somente com lojas que fazem contrato direto com as operadoras. Caso você utilize gateways de pagamento como PagSeguro, Pagamento Digital, MoIP, fique tranquilo, eles garantem a transação.

Já quando se faz contrato direto com as operadoras, você tem duas opções de segurança: por conta própria ou contratar serviço de empresas especializadas neste tipo de operação.

Por conta própria

1. Ao efetuar uma venda, ligue para o telefone informado no cadastro da compra e peça que confirme as informações. Muitos golpistas não estão preparados para fornecer imediatamente os dados que foi inserido no site.
2. É importante seu sistema gravar o IP, data e hora da transação. Existem ferramentas de GEOIP como a MaxMind que fornece a localização aproximada de certo IP. Compare o endereço de entrega com o endereço do IP. É importante gravar o IP pois você pode tentar reaver a mercadoria através de denúncia nas polícias especializadas em crime virtual. (já vi isso acontecer)
3. Em caso de vendas que envolva um valor alto, peça gentilmente para o comprador enviar uma cópia (apenas titular e endereço) da fatura via FAX.
4. Monitore e guarde a troca de e-mails entre sua loja e o consumidor.

Contratando empresas especializadas

Aconselho a contratação de empresas especializadas, pois as ferramentas que possuímos para fazer uma análise de risco nem se compara com a dessas empresas. Mesmo porque o tempo que perdemos para analisar uma transação manualmente, vale mais a pena contratar a terceirizada. Sem contar que a integração é fácil e rápida. A questão é que não existe o melhor meio de pagamento e sim o ideal para o perfil da sua empresa.

(Fonte: Blog do E-Commerce)

Publicado por Carol - Comercial às 11h32

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31/01/2011

De lojista a consumidor

Todo lojista que se preza é intrinsecamente um nato consumidor comercial e/ou pessoal, ou seja, ele conhece todos os meandros das necessidades de uma negociação que o deixam satisfeito e principalmente com vontade de continuar sendo cliente do estabelecimento. Então não é errado dizer que: o melhor consultor para o lojista é o próprio lojista, para lhe dizer se os processos de vendas, atendimentos e pós-vendas são excelentes e lhe agradam. Listamos alguns fatores que fazem com que qualquer consumidor sinta-se bem atendido e logo se torne um cliente fiel.Informações Claras e Objetivas

Todo consumidor sente mais seguro e respeitado quando consegue, facilmente, encontrar o que procura. É importante que todas as informações pertinentes ao negócio estejam dispostas para criar um ambiente confiável. Por exemplo, forma de contato sempre visível, conteúdo relevante destacado.

Vários Canais Atendimento Rápidos e Diretos

Quanto mais canais de atendimentos como telefones, bate-papo online, e-mails, mais tranqüilidade para o consumidor na hora de sanar suas dúvidas antes de executar a compra. Se esses atendimentos forem rápidos e com o resultado satisfatório para o cliente, melhor ainda já que todo mundo gosta de ser bem atendido.

Preços Competitivos

O preço não é um fator único e diferencial na concretização da venda, porém se estiver muito acima dos padrões de mercado, ainda mais hoje em dia com as facilitadoras ferramentas de comparação de preço, poderá fazer com que o cliente, mesmo sendo assíduo da loja, desista da compra. Apesar do fator preço não ser único, ele tem grande peso na hora da decisão de compra. Leia o resto desse post »

Publicado por Carol - Comercial às 16h18

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27/01/2011

E-Commerce terá expansão internacional em 2011

2011 será o ano do e-commerce finalmente transpor fronteiras, segundo análise da Forrester. Em 2010, alguns varejistas já começaram este movimento, como a Gap que lançou seu site no Reino Unido e China, ou a Zara que lançou operações de e-commerce em seis países da Europa.Por mais que Canadá e Reino Unido ainda estejam no topo da lista de destinos mais procurados por varejistas online americanos, os mercados emergentes prometem agitar 2011.

Uma pesquisa da McKinsey indica que mais de 75% das empresas pesquisadas esperam ver lucros advindos de suas operações em mercados emergentes nos próximos cinco anos – metade delas espera que esse lucro represente acima de 25% do total.

Segundo a analista da Forrester, Zia Daniell Wigder, algumas tendências de e-commerce são esperadas para 2011:

  • As opções de frete internacional vão aumentar – Várias soluções tecnológicas que estão chegando ao mercado vão facilitar o envio de produtos pelo mundo. Esta ainda permanece de longe uma das maneiras mais populares para os varejistas online americanos atingirem consumidores internacionais, revelou pesquisas da Forrester.
  • Antes de expandir é preciso melhorar a infraestrutura interna – o ideal mesmo é aumentar a eficiência e infraestrutura interna antes de almejar o que atrás da fronteira. Ainda: antes de entrar com tudo, vale antes usar a tática do tópico anterior, de oferecer entrega via frete para entender o novo mercado.
  • Os departamentos que cuidam da expansão do e-commerce serão centralizados  – Muitos se fala sobre administrar localmente empresas multinacionais. Fato é que hoje sabe-se que os modelos mais eficientes são uma mescla de regional com global, mas com uma administração centralizada. Muitas empresas americanas tinham a tarefa de se adaptar ao mercado local para entender desejos e necessidades e responderam a isso com escritórios locais, o que resultou em desencontros administrativos. As novas estratégias de expansão internacional têm tentado uma nova forma de modelo centralizado que usa a tecnologia para entender as nuances de cada mercado global.

China estará no topo da maioria das iniciativas de expansão na web – Nos últimos dois anos, a maioria dos executivos marcava Japão como o melhor destino de iniciativas de e-commerce na Ásia. Agora a China tomou seu lugar. Com a maior população online do mundo – um mercado de quase US$ 50 bilhões, que cresce acima de 25% ao ano – a China tornou-se o único país capaz de rivalizar com os EUA no longo prazo.

Brasil aparece como mercado promissor

Brasil está no radar da expansão – O país é frequentemente citado como um dos mais promissores, e curiosamente os maiores investimentos de e-commerce vêm exatamente de varejistas locais. Alguns varejistas online americanos, entretanto, têm anunciado a abertura de sites no país para atender demanda interna. Walmart lançou a tendência em 2008, em 2010 Sephora comprou 70% do brasileiro Sack’s. Os próximos 12 meses devem aumentar o interesse nesse mercado que cresce acelerado.

(Fonte: Blog do E-Commerce)

Publicado por Carol - Comercial às 14h54

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19/01/2011

Como Vender Pelo PagSeguro UOL

O PagSeguro UOL facilitou em muito a vida de quem vende pela Internet e cada vez mais vem se destacando como ferramenta fundamental para realização de vendas pela Internet. Seja em uma loja virtual ou site a ferramenta é bem simples, segura e de fácil implantação. Além do mais, seu uso oferece benefícios tanto para quem vende como para quem compra.

Venda Segura e Compra Garantida

O lojista que vende pelo PagSeguro não precisa se preocupar com o maior fantasma das vendas online que são as fraudes. Uma compra aprovada pelo PagSeguro é garantida, assumindo o PagSeguro os riscos sobre a transação. Tal garantia significa uma drástica redução dos riscos de uma venda online.

Para o comprador a garantia também é total, uma vez que em no caso do produto não ser entregue no prazo de 14 dias a compra pode ser cancelada e o dinheiro devolvido.

Desburocratização

Uma das razões do sucesso do PagSeguro como ferramenta de vendas online é justamente a facilidade com que o lojista efetua seu cadastramento e habilita a ferramenta em sua loja virtual, blog ou site. Você elimina a burocracia que ocorre quando você faz a contratação direto com cada uma das administradoras de cartões.  É uma burocracia esta que pode atrasar em até três meses a sua entrada no comércio virtual. Através do PagSeguro você implanta cartões de crédito em sua loja de maneira muito mais ágil

Como Funciona o PagSeguro e como criar sua conta

O funcionamento é bem simples. Você cria uma conta no PagSeguroclique aqui para criar a sua conta – o que não demora mais do que cinco minutos, e recebe os códigos que são implantados no seu sistema de loja virtual, blog ou site. Feito isso sua loja já está pronta para oferecer aos seus clientes as seguintes formas de pagamento:

  • Cartões de crédito Visa, Master, Diners, American Express, Hipercard e Aura;
  • Transferência on-line através dos bancos Bradesco, Itaú, BB, Real e Unibanco;
  • Boleto bancário e transferência entre contas PagSeguro.

Possibilidades de Configuração

Uma outra grande vantagem do PagSeguro é a facilidade de configuração das formas de pagamento e frete que deixa a ferramenta ainda mais robusta. Depois de criada a sua conta você pode configurá-la de diversas formas, dando prazos para pagamento sem juros no cartão, deconto nas compras pagas à vista e várias opções de configuração de frete.

Em nossa consultoria em e-commerce usamos frequentemente essa ferramenta e quando decidimos por disponibilizar nossos cursos sobre comércio eletrônico e marketing digital para o público a opção pelo PagSeguro foi uma escolha natural.

(fonte: Curso de E-Commerce)

Publicado por Carol - Comercial às 17h37

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