25/04/2011

Receitas com anúncios on-line superou os US$ 26,04 bi em 2010

As vendas de anúncios on-line superou os US$ 26,04 bilhões em 2010, aumentando em 14,9% com relação ao ano de 2009, de acordo com um estudo do Internet Interactive Advertising Bureau’s (IAB) divulgado recentemente. Esta forma de comércio teve um grande crescimento no volume de vendas, o que significou aumento no valor dos anúncios.

As receitas de 2010 trouxeram a internet pela primeira vez ao segundo lugar em valor total das receitas de publicidade. Fica atrás da TV, em que as cifras dos anúncios chegaram a US$ 28,60 bilhões, e ultrapassando os jornais, que fecharam em 22,80 bilhões de dólares.

Anúncios em sites de busca representaram cerca de US$ 12,00 bilhões, ou 46% da receita total. Exibição de publicidade gerou US$ 9,90 bilhões, ou 38%. Banners e outros anúncios de exibição não-animados chegaram a 24%, seguidos de publicidade de “mídia rica” (6% dos gastos totais com publicidade on-line), anúncios de vídeo digital (5%) e patrocínios (3%).

Os varejistas gastaram mais dinheiro com publicidade digital em 2010 do que qualquer outra indústria, contribuindo com 21% do total, ou cerca de US$ 5,54 bilhões em receitas online. Telecomunicações (16%), serviços financeiros (12%) e a indústria automobilística (11%) foram os setores que ficaram com as posições seguintes no total gasto.

As receitas do quarto trimestre de 2010 indicam que 2011 deverá ser um ano de crescimento, afirma Sherril Mane, vice-presidente da IAB em serviços industriais. O quarto trimestre de 2010 foi o mais forte da história da indústria.

O relatório da IAB, elaborado pela PricewaterhouseCoopers a partir de informações fornecidas pelas empresas de vendas de publicidade e dados disponíveis ao público em geral, também estimaram os gastos com publicidade móvel pela primeira vez. Ele estima que os anunciantes gastaram entre US$ 550 e 650 milhões em anúncios especificamente concebidos para dispositivos móveis, como celulares. O IAB não dividiu os gastos com publicidade por tipo especifico de tecnologia móvel.

O IAB não projeta os gastos futuros, mas John Shuler, diretor-gerente da empresa de pesquisas Veronis Shuler Stevenson, prevê que os gastos em publicidade móvel atingirão os US$ 8 bi em 2014, afirmando que a “publicidade em mídias móveis tem um futuro promissor’.

(Fonte: E-Commerce News)

Publicado por Carol - Comercial às 10h31

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25/04/2011

Varejo deve liderar investimentos em publicidade on-line no ano de 2011

O comércio varejista gastou mais em publicidade na web que qualquer outra indústria, de acordo com as novas estimativas divulgadas pelo eMarketer, empresa de mídia digital e pesquisas de marketing.

Os varejistas irão gastar um total de US$ 5,73 bilhões em publicidade online este ano, 11% a mais dos que os gastos de US$ 5,16 bilhões despendidos em 2010, prevê o estudo. Os gastos com publicidade na web por parte dos varejistas irá alcançar Us$ 9,36 bilhões em 2015, quando chegará a um total de 21% de todos os gastos com publicidade online nos Estados Unidos, um pouco acima dos 20,1% alcançados em 2011.

O gasto total nos EUA com publicidade online vai aumentar 10,5% este ano, e atingirá US$ 28,5 bilhões, devendo chegar a US$ 44,5 bilhões dólares em 2015, afirma a eMarketer.

No entanto, as indústrias não-varejistas irão aumentar seus gastos para este ano em publicidade na web em uma proporção mais rápida do que fizeram os varejistas, afirmou a eMarketer. Empresas produtoras de bens manufaturados irão aumentar seus gastos em 29% atingindo os US$ 2,66 bilhões ainda este ano. A indústira automobilística vai aumentar 14%, chegando US $ 3,24 bilhões dispendidos, enquanto a indústria farmacêutica vai aumentar seus gastos em publicidade on-line em 13%, para chegarem a US $ 1,17 bilhões. A empresa de pesquisa atribui as maiores taxas de crescimento no gasto em publicidade nestes segmentos devido ao crescente aumento em suas vendas on-line.

“Muitas indústrias que tradicionalmente focaram sua propaganda na TV e na mídia impressa agora veem a midia on-line como a que tem a relação custo-benefício ideal para ampliar e complementar as suas campanhas já existentes”, diz Victoria Petrock, analista de pesquisa sênior da eMarketer.

Como resultado deste crescimento de setores que antes não investiam tanto em tal forma de publicidade, a empresa espera que os gastos de anunciantes já mais maduros em tal veículos, como empresas de telecomunicações, serviços financeiros e agências de viagens, irão perder parcela relativa no total até 2015.

(Fonte: E-Commerce News)

Publicado por Carol - Comercial às 10h30

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25/04/2011

Presença digital: como implementar estratégias de marketing na web

Segundo estimativas do IAB Brasil (Interactive Advertising Bureau), os investimentos em publicidade na internet devem crescer algo em torno de 25% em 2011. Dessa forma, os investimentos bateriam a casa do R$ 1,5 bilhão, e a participação da internet em relação a outras mídias – que hoje responde por pouco menos de 4,5% – saltaria para, no mínimo, 6,5% do bolo total de publicidade. Isso sem levar em consideração os investimentos em links patrocinados.

No que diz respeito ao número de pessoas com acesso à internet no Brasil, o IAB está prevendo que a população de internautas chegue a pouco mais de 81 milhões frente aos 73,7 milhões do ano passado.

O crescimento da publicidade na internet aqui no Brasil é natural e irreversível, à medida que cada dia mais pessoas passam mais tempo conectadas, seja em casa, no trabalho ou pelo celular. Da mesma forma que a atenção e o tempo dos consumidores migraram para os meios digitais, é necessário que as marcas também tenham sua presença na internet.

Mas será que as empresas estão fazendo essa transição para o digital de acordo com as expectativas dos consumidores? As marcas estão criando estratégias consistentes para acompanhar o ritmo dessa nova geração de pessoas que buscam, cada vez mais, se conectar, participar e compartilhar informações?

Somente alocar recursos para o digital, sem mudar o pensamento em relação ao comportamento do consumidor, pode fazer com que as marcas se percam na hora de fazer os investimentos. De nada adianta elas entrarem no mundo digital sem pedir licença, invadir as redes sociais e enviar mensagens indesejadas.

Sem entender as mudanças ocorridas no comportamento desse consumidor, as estratégias digitais estão fadadas ao fracasso. A solução para construir estratégias consistentes passa pelo entendimento de como esse consumidor interage e como ele manterá o relacionamento com a marca em todas as fases do processo de compra.

Atender esse consumidor nos canais corretos quando ele está buscando informações sobre o produto exigirá das marcas a geração de conteúdo relevante. Elas também poderão estimular que o consumidor crie conteúdo, seja permitindo que ele opine e participe do processo de criação de novos produtos ou dando sugestões para melhorar os que já existem.

É preciso estar à disposição do consumidor na fase em que ele estiver em busca do produto, sem deixar que ele tenha dúvidas, pois, caso contrário, ele entrará em contato com marcas concorrentes e que possuam uma presença digital mais consistente que a sua.

Após a compra, esse consumidor continuará interagindo com a marca através de opiniões próprias postadas nas redes sociais, lendo e compartilhando comentários de outros usuários ou ainda solicitando suporte online. A marca deve estar presente nessa fase, pois investir em ações publicitárias somente para vender, não dando continuidade ao relacionamento, acarretará em consumidores irritados e comentários negativos.

Vale ressaltar ainda que, independentemente das ferramentas que a marca esteja utilizando, falar de somente dela, sem abrir espaço para interação e feedback, pode não ser a melhor estratégia. No entanto, ao construir uma presença digital consistente, as marcas passam a entender melhor como o consumidor interage e quais são suas expectativas, podendo entregar uma experiência de consumo e interatividade cada vez melhor.

Além do volume investido em publicidade na internet, o que determinará o sucesso das marcas na utilização dos meios digitais está em como elas construirão essa presença, de maneira a entregar conteúdo, entretenimento e interatividade relevantes, que vão além dos anúncios estáticos e sem interação.

(Fonte: iMasters)

Publicado por Carol - Comercial às 10h28

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19/04/2011

Relacionamento em Mídias Sociais: as empresas não precisam ter medo!

É muito comum vermos empresas que têm medo das mídias sociais. São empresas que temem perder o controle da sua comunicação, e não sabem como lidar com tanta gente falando – bem e mal – de seus produtos, serviços e processos.

Já sabemos que as empresas “estão” nas mídias sociais mesmo que não queiram: qualquer pessoa pode dizer o que pensa, independente se tem alguém ouvindo ou não. O que diferencia as empresas de vanguarda é a coragem para ouvir, e a percepção de que os resultados em mídias sociais são diferentes do que normalmente esperam. Obviamente, qualquer empresa visa o lucro. Porém, a informação, o engajamento, a construção de marca são tão importantes quanto, e podem levar, em médio e longo prazo, a resultados reais nas finanças.

Um case que gosto de apresentar é o de uma marca que inicialmente tinha medo da internet, mas hoje utiliza com maestria: a LEGO. A fabricante das queridas pecinhas coloridas odiava os fóruns cheios de adultos (freaks) que tinham paixão pelos seus brinquedos. Oras, “se o meu público-alvo são crianças, quem são esses loucos que dão tanto pitaco no meu negócio”?

Isso foi há mais de 10 anos, e os fóruns da rede pipocavam de gente discutindo sobre os lançamentos e as novas formas de montar os blocos coloridos. Tormod Askildsen, diretor da LEGO Community Development, já disse que não sabia como lidar com isso, que ficava preocupado com a grande variedade de informações que apareciam a todo momento. Era como se um muro invisível existisse: a empresa não aceitava ideias não-solicitadas, e ouvia um “não sei” quando perguntava às crianças sobre o que elas gostariam que a LEGO fizesse.

Então, em algum ponto, a LEGO percebeu que poderia se beneficiar. Criou suas próprias plataformas digitais, a fim não de trazer as discussões não para o seu controle, mas de estabelecer um diálogo franco e contínuo com seus fãs – de todas as idades. De uma cultura centrada na empresa, a LEGO passou a pensar em uma cultura centrada nos consumidores (opa! Vemos uma influência de Theodore Levitt –LINK- aqui?).

Assim, seu público-alvo já não era formado somente por garotos de 7 a 12 anos. Nem seus produtos eram apenas bloquinhos coloridos. Saindo de uma miopia de marketing – LINK – para uma visão ampla, a LEGO percebeu que seu negócio são meios para desenvolver a criatividade.

Mas como ela passou de uma comunicação um-para-muitos para se tornar um exemplo de empresa que se relaciona com seus consumidores?

A LEGO entendeu que estabelecer relacionamento pessoal com fãs e ouvir pessoas que se importam com seus produtos são complementos importantes para os programas de pesquisa e desenvolvimento.

Por exemplo, o fórum dos “Embaixadores LEGO” possui 40 fãs de 19 a 65 anos, de 22 países. A comunicação com esse grupo é diária, e busca debater ideias e entender a percepção dos embaixadores sobre suas comunidades locais.

Já o grupo de “Profissionais Certificados LEGO” foi criado por entusiastas da marca, que regularmente organizam feiras e eventos. E a “First LEGO League” é um evento anual para inspirar crianças a aprenderem mais sobre ciência e tecnologia, construindo robôs de LEGO.

E finalmente, há o espaço Lego Cl!ck (LINK), “um pequeno lugar na internet dedicado à criatividade, à inovação e ao momento em que as ideias fazem ‘click’”. O site reúne posts, fotos, vídeos e tweets sobre conteúdos ligados à marca.

Ah sim: além dessas plataformas oficiais, a LEGO acompanha fóruns e blogs sobre a marca, estimulando a interação e o diálogo.

Está aí um exemplo de empresa “1.0” que passou a tirar proveito de tudo o que as mídias sociais podem trazer: criatividade, insights, pesquisa e fãs cada vez mais apaixonados, muito dispostos a colaborar. Só é preciso que alguém esteja disposto a ouvir. E isso a LEGO aprendeu a fazer.

(Fonte:  MídiaBoom)

Publicado por Carol - Comercial às 16h25

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12/04/2011

Preparem-se para o Dia das Mães

Em 2010, o dia das mães foi a data comemorativa com o segundo maior faturamento no comércio eletrônico, com R$ 625 milhões, atrás apenas do Natal. A data também foi o segundo maior ticket médio, R$ 380, perdendo somente para o Dia dos Namorados (ticket médio de R$ 400).

No ano passado, pela primeira vez a categoria de Produtos de Beleza e Saúde ficou em terceiro lugar no volume de pedidos, com 12% do total.

E nós já falamos que a classe C já é metade dos consumidores online. Então, antes de preparar suas promoções veja os números relacionados a estes 14 milhões de e-consumidores em 2010:

* 54% do consumo nacional de perfumes;
* 55% das compras de creme facial;
* 50% dos protetores solares;
* 54% dos esmaltes;
* 54% de toda a maquiagem consumida no país

E agora, o que você faz com os números? Converta em vendas. As dicas:

* Estudo feito pelo Google e NetPop Research LLC, identificou que o processo de compra de produtos de beleza é bastante curto: em média apenas 9 dias pesquisando até a compra, sendo que 13% dos entrevistados compraram imediatamente por impulso e 39% levaram menos de 1 dia pesquisando.

* Internet é a principal fonte de informação. Ofereça aos consumidores as informações que eles procuram.

* 57% dos entrevistados citaram que conseguem preços melhores, 55% consideram ser mais fácil comparar preços na rede.

* 48% das pessoas pesquisam online e compram off-line e 17% pesquisam e compram online. Tem loja física? Garanta a conversão independente do canal. Oferecer cupons de desconto para compras nas lojas pode ser uma boa estratégia de aumentar o fluxo e o ticket médio. Não tem loja física? Ofereça vantagens e convença seu consumidor a comprar em sua loja.

Faça as contas, prepare a sua campanha e boas vendas.

(Fonte: Blog do PagSeguro)

Publicado por Carol - Comercial às 11h24

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25/03/2011

Como utilizar um cupom promocional

Muitos anunciantes têm dúvida de como inserir os códigos de cupons promocionais na campanha de UOL Links. Então, segue o passo-a-passo para não ter erro:

  • Clique em “Novo Investimento” na barra lateral esquerda

  • Clique em “Cupom promocional” e digite o código da promoção na caixinha que aparece ao lado

Prontinho. Fácil, não é?

Publicado por Denis - Tecnologia às 15h50

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10/03/2011

Como gerar relatórios para a campanha?

Você pode acompanhar os resultados da sua campanha através de relatórios. Ao gerar um relatório você obterá informações como: quantidade de impressões, quantidade de cliques, taxa de clique, valor médio que está sendo cobrado pelo clique, posição média dos anúncios e horário que a sua campanha saiu do ar.Você pode escolher relatórios com estatísticas diárias ou estatísticas resumidas referentes ao período que a campanha ficou no ar.

O sistema poderá filtrar os relatórios por campanha, anúncios e URLs.

Para gerar um relatório basta acessar a sua conta de Uol Links e clicar em Relatórios.

Você poderá gerar relatório para todas as campanhas ou escolher uma campanha específica. Escolha o tipo de filtro que deseja (Anúncio, URLs, Resumido ou Detalhado), o período do relatório e se deseja relatório de estatística diária ou estatística resumida e clique em “Gerar relatório”.

Publicado por Denis - Tecnologia às 09h59

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03/03/2011

O poder das mulheres no comércio eletrônico

As mulheres  estão em menor número na internet, mas nem por isso elas compram menos. São mais participativas nas redes sociais, compram a mesma quantidade que os homens e a tendência é que seja ainda maior. Não obstante, elas vêm com força e já mostram sua sensibilidade ao quesito “Compras OnLine“.Quando o assunto é rede de relacionamentos é quase inevitável não pensar no público feminino. De acordo com uma pesquisa divulgada em 2009, as mulheres comandam as redes sociais e mídias sociais. A pesquisa foi realizada por David McCandless, do blog Information is Beautiful, na qual verificou que das 17 redes pesquisadas, 13 são comandadas por mulheres, e nas outras 4 há equilíbrio entre os sexos.

Ainda nessa pesquisa pode-se perceber que nas 4 redes sociais onde há equilíbrio, estão o LinkedIn e o YouTube, desmitificando a idéia que os homens são os que mais vêem vídeos através do gigante portal de vídeos do Google. Os outros dois portais em que houve empate foram DevianART e Del.icio.us.

De olho nesse potencial gênero, a Lojas Renner passa a ter sua linha de produtos disponível para venda on-line. É verídico que elas ainda preferem as compras off-line, olhar as prateleiras e experimentar cada produto frente ao espelho . Porém, cabe à empresa cativar esse público e lhe dar o inesperado, buscando excelentes estratégias de marketing digital. A empresa utiliza o twitter para divulgar seus produtos e promoções e já conta com mais de 12 mil seguidores.

Em pesquisa realizada no 1º semestre de 2010 pelo e-Bit, foi constatado que 55% dos consumidores que fizeram uma compra pela internet e foram influenciados por uma rede social são mulheres. No e-commerce em geral a divisão é feita exatamente igual: 50% mulheres e 50% homens.

A partir destas informações é possível compor a idéia de que as mulheres são mais influenciadas pelas redes sociais frente aos homens. Sabe-se que as mulheres são mais sensíveis a opiniões sobre um produto, por isso buscam maiores informações sobre apreciações, conceitos e análises de quem já utilizou tal produto.

Essa participação feminina no comércio eletrônico vem aumentando significativamente. Em 2001, elas representavam 39%, em 2005, 42% e já em 2010, representam 50% dos e-consumidores.

É difícil mensurar o resultado de marketing nas redes, pois nem sempre o resultado é um clique que levará à compra de um produto. O fortalecimento da marca é o mais relevante nessa área. Milhares de usuários estão criticando e elogiando seus produtos, e é por isso que é necessário estar frequentando fóruns e o que mais for necessário, para saber o que estão dizendo, e a partir de então, agir estrategicamente.

Contudo, compreende-se a necessidade das empresas possuírem um perfil nas redes sociais e relacionarem-se com seu público. Nesta etapa, deve-se tomar um enorme cuidado para não ser intrusivo e destruir a imagem de sua empresa. Jamais deixe sua propaganda ser explícita. Sempre que puder, faça comentários, levante discussões saudáveis e mantenha-se atualizado com o mercado e o mundo que o seu público está inserido.

(Fonte: Blog do E-Commerce)

Publicado por Carol - Comercial às 15h07

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11/02/2011

Capital Social – O consumidor no comando

Os hábitos de consumo estão mudando, sobretudo com a popularização do comércio eletrônico, que traz consigo uma série de peculiaridades quanto à conquista, fidelização e manutenção de relacionamento junto ao consumidor. Tendo em vista tais mudanças, é preciso criar estratégias de marketing adaptadas a esse novo modelo de consumo.

O comportamento do consumidor online mudou porque a Internet mudou. A forma e finalidade com que as pessoas a acessam é diferente de 6 ou 7 anos atrás. E pode-se atribuir grande parte dessa mudança a dois fatores: os sites de busca e as redes sociais, que geraram duas práticas simplesmente essenciais a qualquer negócio, o Marketing de Busca, e o Marketing de Relacionamento, respectivamente.

O primeiro, a grosso modo, refere-se à visibilidade da empresa nas buscas que envolvem as principais palavras-chave ligadas ao seu negócio, seja nos resultados orgânicos (naturais), seja por meio de links patrocinados.

Já o Marketing de Relacionamento refere-se à criação de laços entre a empresa e seu cliente, sendo as mídias sociais a principal ferramenta de manutenção destas interações.

Agora entenda onde quero chegar com essas explicações:

A situação se inverteu. Há poucos anos as empresas tinham certa dose de poder sobre o cliente, uma vez que a comunicação entre eles era um tanto quanto unilateral. Demandava certo esforço para que um cliente fosse de fato ouvido pela empresa ou mesmo por um número significativo de outros clientes. As mídias sociais alteraram esse quadro, pois possibilitaram contato direto entre o consumidor e a empresa e, principalmente, entre o consumidor e outros milhares de consumidores.

Ou seja, graças às mídias sociais um consumidor satisfeito pode divulgar uma boa imagem da marca para milhares e, por vezes, milhões de outros consumidores. O mesmo vale para um consumidor insatisfeito, que pode divulgar a falha da empresa a inúmeros consumidores, denegrindo-a.

Tal potencial de comunicação e divulgação, aliado a fatores como a forte concorrência gerada pela Internet, sobretudo graças ao já citado site de buscas, conferiu ao consumidor grande poder de influência sobre as empresas, possibilitando que ele tomasse as rédeas da relação.

Dessa forma surgiu às empresas a necessidade de ir além de fornecer um produto em troca de dinheiro. Passou-se então a oferecer relacionamento, falar com o cliente e ouvi-lo, em troca de sua preferência e uma boa imagem.

Uma troca no mínimo justa, pois quando a empresa aplica de forma correta e sustentável suas ações de Marketing de Relacionamento, ela ganha a empatia de seus clientes, criando então uma legião de evangelizadores da marca, que espalham pela Internet via mídias sociais, os atributos da empresa.

Quando uma empresa atinge este status, de ser divulgada pelo próprio cliente, pode-se dizer que ela conquistou uma das maiores forças de mercado que existem: o Capital Social.

(Fonte: Blog do E-Commerce)

Publicado por Carol - Comercial às 15h12

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01/02/2011

Chargeback – O fantasma do E-Commerce

Por um erro de falta de informação, aprendi das piores maneiras possíveis o que é Chargeback. Quando você se afilia às operadoras de cartão de crédito  (Ciello, Redecard, Amex) para iniciar suas vendas online, em nenhum momento eles lhe informam o que é o temido chargeback – na verdade essa informação consta no site das operadoras, mas você tem que procurar bastante. Como um bom brasileiro, assinamos um contrato sem ao menos ler.O que é Chargeback?

O chargeback é o cancelamento da transação pelo portador do cartão pelo não reconhecimento da compra, o motivo mais recorrente. Isso acontece assim:

1. Você faz uma venda por cartão de crédito.

2. A administradora aprova a transação e o crédito cai na sua conta.

3. Como um bom vendedor, você envia imediatamente a mercadoria.

4. De 20 à 40 dias (sim, já recebi um aviso após 40 dias) você recebe uma carta da administradora do cartão dizendo que o portador não reconhece a compra e que o dinheiro vai ser debitado de sua conta. Simples assim!

Aí você pergunta: por que diabos o portador do cartão não reconheceu a compra? Primeiro, o número deste cartão pode ter sido clonado e está sendo utilizado por outras pessoas. Segundo, o portador do cartão está agindo de má fé – e isso acontece muito. Esses indivíduos fazem uma compra online, mandam entregar em um endereço diferente do cartão e quando chega a fatura, eles ligam na operadora e cancelam a venda.

Não é o fim do mundo, existem maneiras para se ter mais segurança. Apenas para deixar claro que esse risco ocorre somente com lojas que fazem contrato direto com as operadoras. Caso você utilize gateways de pagamento como PagSeguro, Pagamento Digital, MoIP, fique tranquilo, eles garantem a transação.

Já quando se faz contrato direto com as operadoras, você tem duas opções de segurança: por conta própria ou contratar serviço de empresas especializadas neste tipo de operação.

Por conta própria

1. Ao efetuar uma venda, ligue para o telefone informado no cadastro da compra e peça que confirme as informações. Muitos golpistas não estão preparados para fornecer imediatamente os dados que foi inserido no site.
2. É importante seu sistema gravar o IP, data e hora da transação. Existem ferramentas de GEOIP como a MaxMind que fornece a localização aproximada de certo IP. Compare o endereço de entrega com o endereço do IP. É importante gravar o IP pois você pode tentar reaver a mercadoria através de denúncia nas polícias especializadas em crime virtual. (já vi isso acontecer)
3. Em caso de vendas que envolva um valor alto, peça gentilmente para o comprador enviar uma cópia (apenas titular e endereço) da fatura via FAX.
4. Monitore e guarde a troca de e-mails entre sua loja e o consumidor.

Contratando empresas especializadas

Aconselho a contratação de empresas especializadas, pois as ferramentas que possuímos para fazer uma análise de risco nem se compara com a dessas empresas. Mesmo porque o tempo que perdemos para analisar uma transação manualmente, vale mais a pena contratar a terceirizada. Sem contar que a integração é fácil e rápida. A questão é que não existe o melhor meio de pagamento e sim o ideal para o perfil da sua empresa.

(Fonte: Blog do E-Commerce)

Publicado por Carol - Comercial às 11h32

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