
Segundo o diretor do e-bit, Alexandre Umberti, a classe C já representa cerca de 30% desse total. A previsão para o final do ano é que mais 3 milhões de pessoas entrem para o mercado virtual, o que significará um aumento de 30% na base total de consumidores virtuais no Brasil.
Segundo Umberti, a frequência de aquisições na classe C no consumo virtual é baixa, não ultrapassa duas compras ao ano. Entretanto, os pedidos são feitos depois de uma extensa apuração de preços e têm valor elevado. “A classe C entra comprando eletrodomésticos na internet”, aponta.
No semestre, pesou a redução de IPI (Imposto sobre Produto Industrializado) para a linha branca, que ajudou a impulsionar o faturamento do comércio eletrônico para R$ 6,7 bilhões, com crescimento de 40% em relação ao mesmo período de 2009.
A concorrência entre as lojas no ambiente virtual pode ter levado esse consumidor para a internet. A consultoria aponta que a variação de preços entre as marcas chega até 30% para um mesmo produto.
CONFIANÇA
A credibilidade do ambiente virtual como plataforma de negócios contribui para o crescimento das vendas. O índice de confiança do brasileiro com relação às compras on-line são superiores aos registrado nos Estados Unidos, referência para comércio eletrônico. O indicador medido pelo e-bitz com base em dez variáveis, como entrega e confiabilidade de pagamento, ficou em 86% em junho.
(Fonte: O Pé de Feijão)



É fato que mais de 60% das lojas virtuais que são abertas no Brasil fecham com menos de 1 ano de existência. Por que isso? Será que no Brasil esse é um segmento que não pegou? Nada disso! Fecham por falta de conhecimento sobre o que realmente é o comércio virtual e por falta de preparação da administração e do pessoal encarregado do gerenciamento da loja. Em um mercado cada vez mais competitivo, a capacitação tanto dos administradores quanto do pessoal de apoio, é cada vez mais um fator básico para o bom desempenho de um negócio e no comércio eletrônico não é diferente.
