Posts com a Tag ‘e-commerce’

20/06/2011

10 Coisas que fazem as mulheres comprarem mais pela Internet

Há alguns anos atrás as mulheres passaram os homens em participação nas compras pela Internet brasileira. Junto com isso, veio o crescimento acentuado das categorias moda e acessórios, beleza e saúde. O tíquete médio dos homens é mais alto, uma vez que compram mais produtos eletrônicos e informática. Mas as mulheres compram mais quantidades e uma vez fidelizadas pela marca, tornam-se evangelistas da mesma.
Quando surgiu a idéia de escrever esse artigo, veio junto o receio de parecer “machista” ou ganhar outros adjetivos desagradáveis. Então convidei minha amiga Solange, a Ecommerce Girl, especialista em comércio eletrônico, para fazermos a quatro mãos. O resultado está aí. Não tivemos a pretensão de querer entender as mulheres, é só uma lista com dicas baseadas em nossa experiência adquirida ao longo de mais dez anos nos bastidores do e-commerce e de três anos ensinando e ouvindo lojas virtuais nos cursos de ecommerce da Ecommerce School. Vamos lá:

1. Não venda produtos, venda sonhos: mulheres são apaixonadas e sonhadoras por natureza. A roupa do personagem da novela ou do filme, aquilo que “está na moda” ou que “está todo mundo usando” devem estar na vitrine da loja virtual que quer agradar esse público. Como descobrir isso? Ninguém mais antenado do que os jornalistas. Vá até uma banca de jornal e dedique algum tempo lendo as manchetes de revistas femininas e de variedades. São elas que ditam tendências e mostram o que está em alta.

2. A Paixão: algumas categorias se destacam no gosto feminino. Despertam verdadeira paixão. Mulheres amam sapatos e bolsas. Também compram online artigos de beleza e saúde. Se olharem e amarem…nada vai impedi-las de comprar. O produto em si é importante, mas boas imagens e descrições ajudam a despertar paixão. Mostre detalhes dos produtos, uma fivela dourada ou um pequeno laço vermelho fazem toda diferença. Explore o zoom. Publique depoimentos de outras consumidoras apaixonadas. Descreva aromas e texturas com sentimentos.

3. O inacessível: inclua em seu mix de produtos coisas que normalmente não são encontradas nas lojas tradicionais, artigos importados, grifes e novidades que não são muito fáceis de comprar. A Victoria Secrets, que é de difícil acesso no Brasil, por exemplo. A mulher vai na loja física e lá eles fazem um cartãozinho com as medidas dela, calcinha e soutien… depois é só comprar pela numeração do cartão pela loja virtual. Algumas maquiagens de grife, também são de difícil acesso no Brasil. É um desafio que deve ser feito a quatro mãos: você e seu fornecedor. Por isso é importante manter bom relacionamento e amizade com esses fornecedores, são eles que vão lhe ajudar num bom mix de produtos e…na sua margem de lucros!

4. Novidades: o inconsciente coletivo feminino é diferente do masculino, “elas” sabem o que é “new”, que quase ninguém tem, “então eu quero ter”. A Internet é o lugar perfeito para isso. Um ótimo lugar pra tirar idéias: a banca de jornal, de novo. Navegue em sites e portais femininos, acompanhe atentamente o que elas dizem nas redes sociais e fóruns. Assim como na vida real, seja um ouvinte atencioso ao que as mulheres estão dizendo.

5. Use e abuse de promoções: poucas mulheres resistem ao: “Era 100,00 agora (só para vc…) por R$ 25,00″. Dizem as más línguas que “um homem é capaz de pagar o dobro do preço por uma coisa que ele precisa e uma mulher é capaz de comprar uma coisa que ela não precisa se está pela metade do preço”. Brincadeiras, a parte, habilite ferramentas de marketing viral e redes sociais para elas compartilharem as “barganhas” com as amigas.

6. Crie combos: explore ofertas do tipo “compre um e leve dois”. É uma das melhores jogadas para quem vende produtos femininos… mulheres adoram ser prestigiadas. Se elas sentirem que por comprar algo, levam outra coisa de graça… Vão comprar!

7. O Indispensável: toda mulher precisa de um “esfoliador multitasksuperx”(!??). Sabem que não é indispensável, mas a frase ? VOCÊ PRECISA TER UM…toca fundo no “eu” consumista feminino. Misture esse ponto com os itens 5 e 6 dessa lista e você terá uma receita infalível.

8. Venda praticidade: busque produtos que facilitem a vida. Mais uma vez é importante o uso de boas imagens e descrições mostrando o “como usar”, “como fazer”. De novo: depoimentos de outras consumidoras satisfeitas influenciam na decisão. Elas irão comprar.

9. Facilidade de pagamento: é possível pagar facinho? Em várias vezes no cartão? Sem ter que por a mão na carteira? Ela compra! Sem culpa! Lembre-se que as classes C e D estão presentes com força no e-commerce brasileiro. Esse público não olha pro preço à vista, elas olham para o valor da parcela. Algumas lojas já parcelam em boletos e cheques. É um risco, mas em qual retorno alto não há riscos?

10. Rapidez: os sites que querem vender (muuuitos) produtos femininos precisam seguir essa dica: poucos cliques para fechar a compra…porque se a compra se estender…ela abandona o carrinho! A rapidez de fechar a compra é o que faz a mulher finalizar o processo. Você já fez um teste de usabilidade em sua loja virtual? Convide sua avó, tia, priminha, enfim, diferentes perfis de internet users, dê um vale compras pra elas e peça para comprarem algo em sua loja enquanto você observa. Esteja atento à principais barreiras encontradas. Faça testes A/B.

Há empresas que vendem pesquisas de comportamento de compras detalhadas e específicas por sexo, idade e classe social. Claro que há muitos outros fatores psico-sociais envolvidos no ciclo de compra, mas o que pretendemos aqui foi dar alguns toques para que as lojas virtuais que atendem esse tipo de público, melhorem seus serviços e…seu faturamento, claro. Deixando as clientes satisfeitas, fica bom pros dois!

(Fonte: E-Commerce News)

Publicado por Carol - Comercial às 11h37

comentarios
(1) comentários
Link do post
envie
Envie este post
compartilhe
 

24/05/2011

Comércio Eletrônico fatura R$ 760 milhões no Dia das Mães

O comércio eletrônico teve um Dia das Mães aquecido em 2011. Segundo a e-bit, a segunda data mais importante para o comércio eletrônico brasileiro faturou R$ 760 milhões entre 24 de abril e 8 de maio. O crescimento foi de 22% em relação ao mesmo período em 2010, sendo superior também ao registrado no varejo físico. De acordo com a Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL), nas lojas físicas o crescimento foi de 6,53%.As categorias de Saúde, beleza, cosméticos e medicamentos foram as preferidas pelos filhos na hora de presentear suas mães, com 14% do total de pedidos. Em seguida vieram Eletrodomésticos com 13%, e Informática com 11%. Completando os Top 5, figuraram Telefonia e Celulares, com 7% e Moda e Acessórios com 6%. O Ticket médio para a data ficou em R$ 350.

Ranking dos produtos mais vendidos no Dia das Mães em 2010

(Em volume de pedidos / transacional, entre 24/04/11 e 08/05/11)

Saúde, beleza, cosméticos e medicamentos 14%
Eletrodomésticos 13%
Informática 11%
Telefonia/Celulares 7%
Moda e Acessórios 6%

Foto: Jennifer, CC

Related posts:

  1. E-commerce fatura R$ 625 milhões com Dia das Mães
  2. Todos prontos para o Dia das Mães
  3. Preparem-se para o Dia das Mães
  4. Banners Dia das Mães
  5. Dia das Mães com PagSeguro

(Fonte: blog do PagSeguro)

Publicado por Carol - Comercial às 12h02

comentarios
(1) comentários
Link do post
envie
Envie este post
compartilhe
 

23/05/2011

Bate Papo sobre E-commerce em Maceió

Segundo uma pesquisa realizada pelo site Internet World Stats (site internacional que levanta pesquisas e estatísticas ligadas à internet) 1,96 bilhão de pessoas tinham acesso à rede mundial de computadores em junho de 2010, o que significa 28,7% da população mundial. No Brasil, estima-se que 75 milhões de pessoas já tenham conexão com a internet. Mediante o crescimento de usuários, muitos empresários de diferentes segmentos estão cada vez mais interessados em vender os seus produtos via comércio eletrônico.Um relatório realizado pela E-bit, juntamente com a Câmara Brasileira de Comércio Eletrônico, revelou que o e-commerce brasileiro obteve desempenho acima do esperado em 2010, visto que o faturamento foi de R$ 14,8 bilhões, tendo um crescimento de 40% frente aos R$ 10,6 bilhões faturados em 2009.

A difusão da internet não abriu as portas somente para o comércio eletrônico, mas também novos empreendedores que tiveram a ideia de abrir Lanhouses e viram nesse mercado um negócio promissor. Segundo pesquisa realizada em 2007 pelo Comitê Gestor da Internet, foi revelado que 49% de todo acesso à internet no Brasil é feito dentro de lanhouses. Na região Nordestina esse índice chega a 67% e na região Norte 68%.

Você já pesquisou em várias fontes de informação sobre as vantagens e desvantagens de se ter um comércio eletrônico? Mesmo sabendo das pesquisas que revelam o crescimento deste mercado você ainda não se sente seguro?  Tem dúvidas sobre o mercado das LanHouses? Então, que tal bater um papo sobre e-commerce e ainda ter a oportunidade de esclarecer suas dúvidas e trocar ideias sobre LanHouses? Nada como uma conversa informal e descontraída para esclarecer os questionamentos.

Pensando em esclarecer dúvidas e ainda trocar experiências profissionais de uma forma simples, fácil e interativa Lígia Dutra idealizou o Bate Papo Ecommerce, que tem por missão reunir profissionais para baterem papo sobre o dia a dia do comércio eletrônico. Este evento já completou 3 anos de existência no mês de março. Após um plano de expansão agregou várias capitas brasileiras como Vitória (ES), Rio de Janeiro, Aracaju (SE), Porto Alegre (RS), Campinas (SP) e muitas outras. No entanto este mês o BP E- Commerce vai contar com a participação do BP Lanhouses que tem o objetivo de esclarecer as principais dúvidas sobre este mercado.

Neste mês de Maio acontecerá a 1° Edição do Bate Papo Ecommerce e Bate Papo LanHouses em Maceió/AL, no dia 26, das 14h às 21h00.

Programação:

* 14h00 Boas vindas com Lígia Dutra
* 14h10 “Blogs Profissionais” – Tiago Nogueira
* 14h50 Pausa
* 15h00 Entrevista com Theo Braga
* 15h20 Coffee
* 15h40 Grupos de Bate Papo
* 17h00 Hora de dar tchau

Entrada: O BP é gratuito e solidário, por isso, pedimos 1 Kg de alimento não perecível para doarmos a uma instituição da cidade que esteja precisando.

Serviço:

Horário: 26/5/2010 de 14:00 às 21:00
Local: Auditório da Associação Comercial de Maceió
Rua: Sá e Albuquerque, 467, Jaraguá
Telefone: (11) 2387-7255
Programação BP LanHouses

* 17h30 Abertura do evento
* 17H40 Lan de inclusão digital
* 18h20 Lan Inovadora
* 18h50 Lan Revenda
* 19h30 Coffee
* 20h00 Grupos de Bate Papo
* 21h00 Encerramento

(Fonte: Blog do E-Commerce)

Publicado por Carol - Comercial às 12h00

comentarios
(2) comentários
Link do post
envie
Envie este post
compartilhe
 

18/05/2011

Brasil tem seu primeiro e-commerce pelo Facebook

Foi lançada nesta quarta-feira, 18, a LikeStore, primeiro serviço online no país que permite a qualquer usuário ou empresa vender produtos diretamente pelo Facebook. A ferramenta estreia com o Show de Ingressos como a primeira loja dentro da rede social de Mark Zuckerberg.A LikeStore mira em dois mercados crescentes no Brasil: o do e-commerce, que já registrou movimentação de R$ 14,8 bilhões no país em 2010, de acordo com o eBit, e nos quase 20 milhões de brasileiros que utilizam o Facebook. No primeiro ano, o serviço espera realizar 150 mil transações com um ticket médio de R$ 120, movimentando um montante de R$ 18 milhões.

Neste primeiro momento, o desenvolvimento de lojas com o serviço LikeStore será restrito a grandes parceiros comerciais, como o Show de Ingressos, especializado na venda antecipada de entradas para grandes shows, parques, cinemas, teatros e eventos em geral. Hoje, os internautas cadastrados no Facebook poderão adquirir entradas para o show do Jack Johnson em Recife sem sair da rede, além de compartilhar com os amigos a compra feita. “Já estamos em negociação com outras empresas interessadas em ter o seu F-Commerce, que é como chamamos este tipo de loja, nas próximas semanas. Agora é o momento para criar parcerias com marcas estratégicas para acostumar o brasileiro à ideia de comprar dentro de uma rede social”, explica Gabriel Borges, diretor e idealizador da LikeStore.

Em breve, o serviço estará aberto para qualquer usuário da rede social criar a sua loja. Neste momento, os usuários do Facebook poderão transformar suas fan pages em uma vitrine de produtos, colocando imagens e descrições. Ao fazer a adição de um produto, automaticamente o serviço já envia uma mensagem ao seu mural, notificando a lista de amigos. Depois, qualquer um (amigo ou não) poderá acessar a parte do perfil que foi transformada em e-commerce, escolher o que interessa e, sem sair da rede, fornecer informações de compra.

Na LikeStore, os usuários podem compartilhar com amigos, caso desejem, qual compra foi feita. “Isso vai gerando um buzz, que é a grande característica das redes sociais”, comenta Borges. Ao vendedor, resta receber a confirmação de pagamento e despachar o produto.

(Fonte: AdNews)

Publicado por Carol - Comercial às 11h41

comentarios
(0) comentários
Link do post
envie
Envie este post
compartilhe
 

17/05/2011

Comercio & Marketing Digital Móvel para as Classes C, D e E

Em sua última visita ao Brasil o Presidente dos Estados Unidos Barack Obama arriscou afirmar que o Brasil não é mais o país do futuro, pois o futuro já chegou ao Brasil. A palavra “futuro” pode ser interpretada como desenvolvimento sócio-econômico com sustentabilidade. Seria mais uma afirmação política de um chefe de Estado ou uma declaração com embasamento racional?

O melhor indicador de enriquecimento de um país é o crescimento da sua classe média. Dados divulgados pela FGV apontam que a Classe C brasileira passou a representar mais da metade da população brasileira e já ultrapassou as classes A e B em poder de compra. Se Obama teve acesso a este dado, seu discurso procede. Indo mais a fundo, as classes C, D e E juntas correspondem a 89,5 por cento da população: 50,5% classe C e 39% D e E. O estudo considerou a renda da classe média (C) entre R$ 1.126,00 e R$ 4.854,00, da classe D entre R$705,00 e 1.126,00 e da classe E entre R$ 0,00 e R$ 705,00. (Dados da FGV lançados em 2010 com base em dados de 2009).

É o crescimento e o fortalecimento da classe média que indicam um futuro promissor para o Brasil. Se este cenário se mantiver, tudo indica que teremos um mercado novo e com público crescente para explorar.

As boas notícias surpreendem tanto quanto as más, que remetem a um país do passado. Um exemplo é a estatística do IPEA que aponta que 40% da população brasileira não tem acesso à conta bancária. Imagino que pequenos mercados e comerciantes que atendem a esse público utilizam métodos pouco confiáveis, como vender fiado, e recebem em dinheiro dos clientes, que por sua vez recebem seus vencimentos também em dinheiro!

O paradoxo é que este cliente que recebe e compra usando dinheiro atende telefone celular. São mais de 207 milhões de acessos no Brasil em fev/2011 (dados da Teleco). De acordo com pesquisa recente da ABI research, os smartphones representaram 25% das compras de celulares no país em 2010. O número deve aumentar bastante em 2011 e nos próximos anos com a popularização dos dispositivos e aumento do poder de compra da população. O povo brasileiro já mostrou ser consumidor assíduo de tecnologia.

Outro comportamento observado nas classes emergentes é a disposição de participar de programas de propaganda móvel com explícita aceitação do usuário (opt-in).

Como usar a tecnologia a favor de um público que não tem conta em banco, mas ao mesmo tempo tem celular, e aproveitar ao máximo o potencial deste mercado? Soluções de pagamento móvel, como o mobile wallet, podem ser parte da resposta. É um exemplo de serviço que mostrou bons resultados em países emergentes e até pobres, utilizando o dispositivo móvel como recurso para realização de micro pagamentos. A unidade de moeda é convertida em créditos que podem ser transferidos entre pessoas e empresas através do celular.

As classes de C, D e E estão em ascensão econômica no Brasil, cada vez mais conectadas através do celular e tem disposição de estar presente nas iniciativas de Mobile Marketing, ao mesmo tempo em que boa parte deste público não tem acesso à conta bancaria. Neste cenário, iniciativas unindo soluções de Mobile Wallet e Mobile Marketing tem grande chance de sucesso no Brasil. Tecnologia para isto não falta – a própria Alcatel-Lucent tem a sua contribuição a oferecer na área. É necessário estimular a discussão entre Governo, operadoras de telefonia celular e anunciantes para revolucionar a forma como as pessoas recebem anúncios e realizam suas compras com apoio da tecnologia e sem discriminação de classe social.

(Fonte: Blog do E-Commerce)

Publicado por Carol - Comercial às 11h22

comentarios
(0) comentários
Link do post
envie
Envie este post
compartilhe
 

01/02/2011

Chargeback – O fantasma do E-Commerce

Por um erro de falta de informação, aprendi das piores maneiras possíveis o que é Chargeback. Quando você se afilia às operadoras de cartão de crédito  (Ciello, Redecard, Amex) para iniciar suas vendas online, em nenhum momento eles lhe informam o que é o temido chargeback – na verdade essa informação consta no site das operadoras, mas você tem que procurar bastante. Como um bom brasileiro, assinamos um contrato sem ao menos ler.O que é Chargeback?

O chargeback é o cancelamento da transação pelo portador do cartão pelo não reconhecimento da compra, o motivo mais recorrente. Isso acontece assim:

1. Você faz uma venda por cartão de crédito.

2. A administradora aprova a transação e o crédito cai na sua conta.

3. Como um bom vendedor, você envia imediatamente a mercadoria.

4. De 20 à 40 dias (sim, já recebi um aviso após 40 dias) você recebe uma carta da administradora do cartão dizendo que o portador não reconhece a compra e que o dinheiro vai ser debitado de sua conta. Simples assim!

Aí você pergunta: por que diabos o portador do cartão não reconheceu a compra? Primeiro, o número deste cartão pode ter sido clonado e está sendo utilizado por outras pessoas. Segundo, o portador do cartão está agindo de má fé – e isso acontece muito. Esses indivíduos fazem uma compra online, mandam entregar em um endereço diferente do cartão e quando chega a fatura, eles ligam na operadora e cancelam a venda.

Não é o fim do mundo, existem maneiras para se ter mais segurança. Apenas para deixar claro que esse risco ocorre somente com lojas que fazem contrato direto com as operadoras. Caso você utilize gateways de pagamento como PagSeguro, Pagamento Digital, MoIP, fique tranquilo, eles garantem a transação.

Já quando se faz contrato direto com as operadoras, você tem duas opções de segurança: por conta própria ou contratar serviço de empresas especializadas neste tipo de operação.

Por conta própria

1. Ao efetuar uma venda, ligue para o telefone informado no cadastro da compra e peça que confirme as informações. Muitos golpistas não estão preparados para fornecer imediatamente os dados que foi inserido no site.
2. É importante seu sistema gravar o IP, data e hora da transação. Existem ferramentas de GEOIP como a MaxMind que fornece a localização aproximada de certo IP. Compare o endereço de entrega com o endereço do IP. É importante gravar o IP pois você pode tentar reaver a mercadoria através de denúncia nas polícias especializadas em crime virtual. (já vi isso acontecer)
3. Em caso de vendas que envolva um valor alto, peça gentilmente para o comprador enviar uma cópia (apenas titular e endereço) da fatura via FAX.
4. Monitore e guarde a troca de e-mails entre sua loja e o consumidor.

Contratando empresas especializadas

Aconselho a contratação de empresas especializadas, pois as ferramentas que possuímos para fazer uma análise de risco nem se compara com a dessas empresas. Mesmo porque o tempo que perdemos para analisar uma transação manualmente, vale mais a pena contratar a terceirizada. Sem contar que a integração é fácil e rápida. A questão é que não existe o melhor meio de pagamento e sim o ideal para o perfil da sua empresa.

(Fonte: Blog do E-Commerce)

Publicado por Carol - Comercial às 11h32

comentarios
(0) comentários
Link do post
envie
Envie este post
compartilhe
 

27/01/2011

E-Commerce terá expansão internacional em 2011

2011 será o ano do e-commerce finalmente transpor fronteiras, segundo análise da Forrester. Em 2010, alguns varejistas já começaram este movimento, como a Gap que lançou seu site no Reino Unido e China, ou a Zara que lançou operações de e-commerce em seis países da Europa.Por mais que Canadá e Reino Unido ainda estejam no topo da lista de destinos mais procurados por varejistas online americanos, os mercados emergentes prometem agitar 2011.

Uma pesquisa da McKinsey indica que mais de 75% das empresas pesquisadas esperam ver lucros advindos de suas operações em mercados emergentes nos próximos cinco anos – metade delas espera que esse lucro represente acima de 25% do total.

Segundo a analista da Forrester, Zia Daniell Wigder, algumas tendências de e-commerce são esperadas para 2011:

  • As opções de frete internacional vão aumentar – Várias soluções tecnológicas que estão chegando ao mercado vão facilitar o envio de produtos pelo mundo. Esta ainda permanece de longe uma das maneiras mais populares para os varejistas online americanos atingirem consumidores internacionais, revelou pesquisas da Forrester.
  • Antes de expandir é preciso melhorar a infraestrutura interna – o ideal mesmo é aumentar a eficiência e infraestrutura interna antes de almejar o que atrás da fronteira. Ainda: antes de entrar com tudo, vale antes usar a tática do tópico anterior, de oferecer entrega via frete para entender o novo mercado.
  • Os departamentos que cuidam da expansão do e-commerce serão centralizados  – Muitos se fala sobre administrar localmente empresas multinacionais. Fato é que hoje sabe-se que os modelos mais eficientes são uma mescla de regional com global, mas com uma administração centralizada. Muitas empresas americanas tinham a tarefa de se adaptar ao mercado local para entender desejos e necessidades e responderam a isso com escritórios locais, o que resultou em desencontros administrativos. As novas estratégias de expansão internacional têm tentado uma nova forma de modelo centralizado que usa a tecnologia para entender as nuances de cada mercado global.

China estará no topo da maioria das iniciativas de expansão na web – Nos últimos dois anos, a maioria dos executivos marcava Japão como o melhor destino de iniciativas de e-commerce na Ásia. Agora a China tomou seu lugar. Com a maior população online do mundo – um mercado de quase US$ 50 bilhões, que cresce acima de 25% ao ano – a China tornou-se o único país capaz de rivalizar com os EUA no longo prazo.

Brasil aparece como mercado promissor

Brasil está no radar da expansão – O país é frequentemente citado como um dos mais promissores, e curiosamente os maiores investimentos de e-commerce vêm exatamente de varejistas locais. Alguns varejistas online americanos, entretanto, têm anunciado a abertura de sites no país para atender demanda interna. Walmart lançou a tendência em 2008, em 2010 Sephora comprou 70% do brasileiro Sack’s. Os próximos 12 meses devem aumentar o interesse nesse mercado que cresce acelerado.

(Fonte: Blog do E-Commerce)

Publicado por Carol - Comercial às 14h54

comentarios
(4) comentários
Link do post
envie
Envie este post
compartilhe
 

20/12/2010

5 livros indispensáveis para a sua cabeceira quando o assunto é e-commerce

Você costuma ler muitos livros? Que bom, então confira as dicas de leitura do CobreDireto para você turbinar o seu e-commerce e aproveitar ao máximo desse mercado em que o futuro acontece hoje. Prepare uma caneta e papel (ou o Notepad, como preferir), pois as dicas saem do forno agora:

1 – Como abrir uma Loja Virtual de Sucesso – Maurício Salvador – Editora Gramma – R$ 39,00

Maurício Salvador é, sem dúvida, uma das pessoas mais influentes do comércio eletrônico no país e em seu livro recém-lançado “Como abrir uma Loja Virtual de Sucesso”, relata de forma didática e conceitual o processo que via desde a aquisição do seu primeiro domínio a técnicas avançadas de otimização para buscadores, o famoso SEO. Confira maiores informações sobre o livro e compre-o online através do site: http://www.comoabrirumaloja.com.br/

2 – E-Commerce: Business, Tecnhology, Society – 4th Edition (em inglês) – Kenneth Laudon – Editora Prentice Hall– Em média R$ 300,00

O livro escrito pelo norte-americano e especialista em comércio eletrônico Kenneth Laudon é um prato cheio para quem quer se aprofundar na arte de vender produtos, serviços e soluções pela internet. Em quase 900 páginas de puro conhecimento, o leitor é levado a diversas situações cotidianas do mercado de e-commerce global, mostrando todos os tipos de desafios que o aguardam neste ramo.

3 – E-Commerce nas Empresas Brasileiras – Eduardo Vasconcellos – Editora Atlas – Em média R$ 50,00

Contando histórias verídicas através de cases bastante interessantes, Eduardo Vasconcellos mostra as vantagens e desafios dos empreendedores que já possuem uma loja no meio físico e desejam se aventurar no meio eletrônico. É uma boa pedida para os iniciantes, sobretudo os que tomam cases como base para seus próximos passos. Saber por quais caminhos não trilhar é um dos primeiros passos do sucesso.

4 – O mais completo guia sobre E-commerce – Rob Smith – Editora Futura – Em média R$ 70,00

Este livro é uma adaptação da passagem americana de 400 páginas escrita por Rob Smith em parceria com Mark Speaker e Mark Thompson. Mesmo sendo um livro do ano 2000, demonstra visões totalmente atualizadas à realidade do e-commerce brasileiro, bem como demonstra cases de sucesso internacionais que podem inspirar novos empreendedores.

5 – E-Commerce – Luciane Catalini, André Kischinevsky, Eduardo Ramos e Heitor Simão – FGV Editora – Em média R$ 25,00

Trata-se de um livro com uma abordagem mais expansiva, de agradável leitura para leigos no mundo do e-commerce. Para os mais experientes pode ser um excelente guia de bolso para que possa motivá-los a dar mais atenção a aspectos comumente esquecidos ou deixados de lado.

Boa leitura!

(fonte: Blgo do CobreDireto)

Publicado por Carol - Comercial às 10h15

comentarios
(0) comentários
Link do post
envie
Envie este post
compartilhe
 

20/12/2010

Acabou o Natal no e-Commerce‏

Muitas lojas continuarão vendendo com a promessa de entrega até o dia 24/12, mas tome cuidado para não correr riscos e ter aborrecimentos. Os grandes players que não trabalham com os Correios conseguem entregar em um prazo menor, pois possuem estratégias com suas empresas de logística.

Esta semana observem que o foco da Campanha de Natal – destes  players – será a comunicação da entrega garantida para determinadas regiões do país até o dia 24/12.

Buscando incentivar as vendas e atender os consumidores que ainda não fizeram as suas compras de Natal, os  EUA está na 3a edição anual do “Dia do Frete Grátis” (Free Shipping Day). Um evento criado pelo site Free Shipping  com o objetivo de oferecer a entrega gratuita e garantida até a véspera do Natal. Nesta edição, pelo menos 125 lojas online estão participando.

O Natal  é a data mais importante do “varejo” no mundo. Existem comércios que conseguem incrementar o faturamento em até 100% no fim de ano. Segundo a estimativa  da e-bit,  o período (15 /11 a  24 /12/10) deve faturar 2,2 bilhões no comércio eletrônico brasileiro.

Portanto, fique atento à sua performance.

* Qual foi a sua participação no mercado que faturou 10,6 bilhões em 2009?
* Qual é a estimativa para fechar 2010?
* Quanto falta para alcançar esta meta?

Se este foi o 1o Natal da sua loja virtual,  comece o dia 03 de janeiro fazendo algumas análises do período. Como:

* Faturamento

* Infraestrutura (atendimento, entrega, estoque, frete, verba, etc.)

* ROI – Retorno sobre Investimento  (Return on Investiment)

* Participação de Mercado (Share of Market)

Um planejamento mal elaborado significa perder  o trabalho realizado durante o ano inteiro. Com a análise, planeje suas vendas  e consiga melhores resultados nas ações de Natal 2011. Atente-se aos resultados e a infraestrutura de seu e-commerce  e garanta sua fatia na data sazonal mais representativa do mercado.

(Fonte: O Pé de Feijão)

Publicado por Carol - Comercial às 09h45

comentarios
(0) comentários
Link do post
envie
Envie este post
compartilhe
 

04/10/2010

Nicho de mercado é a palavra em E-Commerce

Quando falamos em e-commerce  para pequenas ou médias empresas é necessário entender que o grande diferencial, nesse caso, é a possibilidade de a empresa ter foco em determinados segmentos de mercado e não tentar atender todo mundo, como fazem os magazines.
O pequeno e médio empreendedor deve ver no universo on-line a grande oportunidade de atender nichos de mercado, que antes tinham dificuldades em encontrar determinados produtos, mas, hoje, contam com as vantagens dos buscadores para localizar praticamente qualquer coisa.
Se a empresa entender esse mecanismo de funcionamento terá muito mais sucesso e de forma muito mais rápida, do que se ficar tentando competir de frente com os grandes players.Ok, mas como isso acontece? Você deve estar me perguntando.
Bem, imagine uma loja de produtos musicais especializada em itens para canhotos. Isso mesmo, pessoas canhotas -  não sei se existe, é uma hipótese!. Quantos itens ela conseguirá vender por mês? Acredito que poucos, não é mesmo? Afinal, quantos canhotos existem em seu bairro que desejam tocar instrumentos musicais? Mas se você levar esse exemplo para o universo da internet, quem tiver esse perfil irá buscar na web e encontrará essa loja, de qualquer parte do Brasil ou do mundo. Mas é claro, isso só vai ocorrer se a loja estiver realmente lá presente, da forma correta.

Para que isso ocorra, não adianta ter um site estático, não se divulgar, não gerar conteúdos relevantes para o seu público. A empresa deverá construir sua presença digital de forma consistente para ser localizada. Além disso, precisará se preocupar em ter uma operação logística bem “azeitada” para poder entregar em todo o país, e mais, se quiser vender fora do país deverá investir na construção de um site no idioma do destino de interesse, obviamente. (mais…)

Publicado por Carol - Comercial às 09h14

comentarios
(1) comentários
Link do post
envie
Envie este post
compartilhe